RÁDIO PALÁCIO - Rede Movimento de Rádios 24h

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sexta-feira, 15 de março de 2013

Eis que surge. O monstro não pode ser escondido mais.

 
Toda falácia do desgoverno não consegue esconder o monstro da inflação, porque um tapete não pode cobrir algo tão grande. O povo sentirá os efeitos do voto mal direcionado e, agora, totalmente controlado, ou seja, manipulado. Dificil será eleger aqueles que queremos. Já controlam o resultado das urnas e o ritual das eleições passa a ser um teatro, não apresentando o seu real resultado.
Revoltam-se os bons enquanto o mal domina.
Até quando?
Celso Brasil 


Desoneração da cesta básica não chega ao consumidor e leva preocupação ao Palácio do Planalto
Matéria transcrita de ucho.info
Tiro no pé – Os atuais inquilinos do Palácio do Planalto precisam compreender que não será com sandices administrativas que a economia do País mudará de rumo, abandonando a seara da crise. É preciso antes de tudo conhecimento de planejamento por parte das autoridades para que algo de concreto aconteça no Brasil e minimize o calvário que a população enfrenta no cotidiano.
Se Dilma Rousseff está apenas preocupada com sua reeleição, que cuide do assunto e deixe de transformar atos de governo em palanque eleitoral, muitas vezes emoldurados pelo oportunismo barato de quem está preocupado com a possibilidade de tropeçar nas urnas.
Nesta sexta-feira (15), uma semana depois de anunciar com a conhecida pirotecnia de sempre a desoneração da cesta básica, Dilma aproveitou o Dia Mundial do Consumidor para pedir aos empresários do setor de alimentos que tenham “consciência” e reduzam os preços dos alimentos.
“O governo desonerou a cesta. Nós precisamos que essa consciência seja também dos empresários, dos senhores donos dos supermercados, dos produtores, para que de fato a desoneração seja algo que todo mundo ganhe”, disse a presidente durante evento no Palácio do Planalto.
Sem perder qualquer chance que lhe permita vender uma imagem de democrata, Dilma emendou o discurso negando que exista por parte do governo algum tipo de pressão sobre o setor para que sejam reduzidos os preços dos produtos que integram a cesta básica. “A relação do prende e arrebenta acabou. O governo não faz isso. O governo dialoga, o governo persuade. É uma questão também que beneficia o empresário”, destacou.
É preciso reconhecer que a presidente tem razão ao afirmar que a fase do “prende e arrebenta” acabou, até porque seria uma irresponsabilidade agir dessa forma, mas ao mesmo tempo não se pode negar que o governo adotou uma forma mais fácil de agir, não precisando prender. A de arrebentar. E o faz de maneira tão subterrânea e covarde, que a opinião pública não toma conhecimento, quer porque a grande imprensa está comprada, quer porque o consumidor está anestesiado pelo crédito fácil, que alimenta o falso poder de compra.
Como destacou o ucho.info no dia em que a presidente anunciou a desoneração da cesta básica, os preços dos produtos subiram em setembro passado, tão logo os empresários tomaram conhecimento da criação de uma comissão governamental para estudar o tema. Mais caros por precaução da indústria, os produtos passaram a ser comercializados com preços promocionais, o que agora inviabiliza o repasse da desoneração ao consumidor.
Se a medida adotada pelo governo não surtir o efeito planejado, causando à campanha de Dilma um prejuízo eleitoral, não demorará muito e o governo há de ressuscitar os pretéritos “fiscais do Sarney”. É de se perguntar o que passou no pensamento de Lula quando Dilma Rousseff foi apresentada aos brasileiros como a “gerentona”.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Onde está a homofobia - Prepare seu estômago...

 Rasgaram a Bíblia, a Constituição e nossa Tradição Moral e Cultural.
Recentemente as redes sociais mostraram o absurdo da desobediência à constituição, patrocinada pelo sistema podre que tomou o Brasil de assalto. Trata-se da violência a uma manifestação pacífica da MARCHA PELA FAMÍLIA, onde exerciam sua cidadania, sem agreções e respeitando a crença e a opinião daqueles que transitavam por Curitiba.
O que os manifestantes contrários não entendem é que ainda somos um País democrático, onde a liberdade de expressão deve ser respeitada, pois tem o respaldo constitucional, além de sermos um País Cristão, por mais incômodo que isso possa causar aos desequilibrados morais de plantão. Os mesmos que participam da destruição da Célula Mater da Sociedade e rasgam a Carta Magna.

Prepare-se para o que vem a seguir!
Desculpem pela publicação do vídeo nojento - foi necessário
para mostrar o absurdo a que estes imbecis chegam a cometer.
Que DEUS tenha piedade destas almas infelizes.


Trata-se da maior demonstração de desrespeito ao povo brasileiro, mostrando quem realmente é homofóbico. Uma provocação gratuita e infundada, identificando os culpados pelo CAOS MORAL que tomou o País. Patrocinado pelos que deveriam representar o povo no poder e, no entanto, patrocinam esta campanha sórdida, distribuindo cargos e dando total liberdade de ação aos amorais que promovem isso.

Independente de crença ou religião, o povo brasileiro sempre viveu em perfeita harmonia, até o surgimento desta seita satânica que chamam de partido, que implantou o maior processo de desconstrução moral, transformando o Brasil na capital mundial da corrupção, da destruição da família e suas tradições.
Trata-se de uma questão de altíssima gravidade, sob o aspecto cultural, político e social.
Estão nos destruindo e o povo, por mais que isso nos surpreenda, permanece na imbecilidade pacífica, aceitando um futuro negro para seus filhos e toda sua descendência. Um escravismo ideológico estúpido, inaceitável...

Se eu fosse um ateu, mas com os princípios morais e o conceito de respeito que recebi, estaria, neste momento, tão triste como estou agora, ao constatar o esgoto que estão transformando nosso País e nossa Cultura.
Apelo a todos para que façamos algo. Seja o que for!
Isso não pode continuar tomando corpo e se agigantando numa verdadeira demonstração do fim de tudo que a humanidade construiu, desenvolveu e preservou por tantos séculos de evolução.
Que DEUS nos ilumine nesta luta.





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(A matéria abaixo foi publicada em 28 de julho de 2012 - Fonte citada)

"O senhor me penetrou", é a mais nova zombaria Gay em vídeo, à Deus e ao Evangelho que Cristãos denunciam ao Ministério Público.


SÁBADO, 28 DE JULHO DE 2012

A "homofobilização” do evangelho?

Muitos ativistas gays lutam e gritam por direitos iguais e uma sociedade respeitadora e sem preconceito, na teoria isso é muito bonito, mas na prática, pelo ao menos no que vou me referir abaixo, por parte deles, essa ideologia se modificou e tem mostrado sua verdadeira face autoritária e zombadora .
Certo que existe a liberdade de expressão, onde a Carta Magna nos garante vários direitos, inclusive o de ir e vir, porém em suas lutas por uma sociedade igualitária eles, os grupos gays, tem exigido exclusivismo em relação a maioria da sociedade brasileira e muitas vezes zombando e humilhando, querem calar 85% da sociedade que são a família brasileira e os grupos cristãos que pregam na maioria de suas vezes sobre a ética, a moral e os bons costumes .
Eles nos acusam de intolerância e preconceito e criando a tal lei da homofobia PL 122, por exemplo, querem nos calar e colocar na cadeia por uma simples crítica a sua conduta, porém nesse vídeo que segue abaixo, produzido por um ativista gay por codinome Micael onde a música tema é “o senhor me penetrou enfim” vejamos a falta de respeito a DEUS, ao SENHOR JESUS, AO ESPÍRITO SANTO, AO SEU LOUVOR E MINISTROS e principalmente a família e aos cristãos, então quer dizer que se nós falarmos ou apresentarmos opinião oposta à deles somos intolerantes preconceituosos e “homofóbicos”?
Então eles nos criticam, nos atacam, zombam da nossa fé e qual o nome que podemos chamar a tudo isso?Cristofobia? Esse projeto da cristofobia está no senado e dará cadeia para os que perseguem e zombam dos cristãos?
E a mídia secular nos defendera? Com certeza não!Então cadê a sociedade de direitos iguais que eles lutam?Devemos respeitar a todos, independente das diferenças, porém cristãos ABRAM SUAS BOCAS E PREGUEM ATÉ QUE NOS CALEM POR LEI E “CORTEM NOSSAS ALMAS”?
Da Redação Cristão News
Vyctor Arruda
ATENÇÃO O VÍDEO ABAIXO MOSTRA LINGUAGENS OBSCENAS E PRECONCEITUOSAS DE UM ESPÍRITO ZOMBETEIRO.


Olha a LETRA LGBT ABOMINÁVEL E CRIMINOSA: Irmão Micael lança seu primeiro Clipe Gospel Hétero Gay Transgenicamente Modificado. A música "O Sr. me penetrou enfim", faz parte de CD UM RETO DE LUZ.

LETRA:

EU QUERO TE SEGUIR OH MEU JEZUIS LUZ!!
ESTE HOME LINDO DE OLHOS AZUIS

A TUA VARA E O TEU CAJADO, ME CONSOLAM
JEZUIS QUERO SENTIR O PESO DA SUA CRUZ

DEIXA A BICHARADA DAR!! DEIXA A BICHARADA DAR!!
QUEM FOI QUE DISSE QUE O C... É SÓ PRA CAG...R!!!!

DE JOELHOS O SR. ME PENETROU ENFIM
EM ORAÇÃO EU CLAMO, VEM NI MIM!!

SEJA UM BOM CRETE! TIRE O DEMÔNIO DA MENTE!!
NÃO BATA NA BIBA COM A LÂMPADA DA FLUORESCENTE

DEIXA A BICHARADA DAR!! DEIXA A BICHARADA DAR!!
QUEM FOI QUE DISSE QUE O C... É SÓ PRA CAG...R!!!!

SE ATÉ NOÉ SALVOU A BICHARADA...
QUEM SOU EU PRA JULGAR, SE A TRAVA QUER SE LIBERTAR!

LEVANTE SUAS MÃOS, E AGRADEÇA TAMBÉM!
SORRIA, E DIGA: "TÁ MEU BEIN"!

DEIXA A BICHARADA DAR!! DEIXA A BICHARADA DAR!!
QUEM FOI QUE DISSE QUE O C... É SÓ PRA CAG...R!!!!

(MERECE SIM, UM BELO PROCESSO - DENUNCIEM AO MINISTÉRIO PÚBLICO) Dos Crimes Contra o Sentimento Religioso: Ultraje a Culto e Impedimento ou Perturbação de Ato a Ele Relativo 
Art. 208 - Escarnecer de alguém publicamente, por motivo de crença ou função religiosa; impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso; vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso:
Pena - detenção, de 1 (um) mês a 1 (um) ano, ou multa. 
Parágrafo único - Se há emprego de violência, a pena é aumentada de um terço, sem prejuízo da correspondente à violência.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Cristãos brasileiros, vocês serão abatidos como gado!

De Celso Brasil
A prova cabal do que está acontecendo (não do que acontecerá), são inúmeras publicações dos partidários do regime que se implanta no Brasil, sob o comando PeTralha com apoio dos partidos alugados e Cia.
Dentre tantos absurdos brotados da mentalidade sociopata dos seguidores desta seita satânica (união de organizações) que insistem em chamarem de partidos, destaquei uma publicação. São todas idênticas e existe até divergências nas opiniões, sem desviar do rumo sociopata.
O povo brasileiro necessita, URGENTEMENTE, de uma mobilização para clamar a intervenção da única força permitida pela constituição. A exemplo da última contra-revolução (1964) que salvou o Brasil da implantação deste regime prisional chamado comunismo. O mesmo que canta liberdade, como uma cobra traiçoeira.
Já invadiram nossas casas, proibindo a educação dos filhos naquilo que os contrariam. Implantaram o separatismo do nosso povo que nunca foi rotulado. Agora não somos raça humana - somos brancos ou negros ou gays, ou seja lá o que for. Esta estratégia foi utilizada em todas as implantações dos falidos regimes comuno-socialistas em todo o mundo.
Analisando o andamento deste processo de implantação, só podemos chegar a uma única conclusão, já que este tipo de mente doentia só conhece uma linguagem para defender e impor suas idéias absurdas - A VIOLÊNCIA. No resto do mundo não foi diferente.
Embora com o estômago embrulhado, sou obrigado a mostrar um exemplo deste processo que anda a largos passos no Brasil.
Peço desculpas aos amigos leitores pelo que vou apresentar, mas torna-se necessário para a compreensão dos fatos.
Sinto-me enojado por pertencer a um povo que tem elementos (e muitos) como os que se apresentam abaixo.
Que DEUS tenha piedade de nós, verdadeiros brasileiros que seguimos uma cultura cristã cuja diversidade religiosa sempre conviveu pacificamente.

Celso Brasil
Um cidadão comum
Produtor, editor, escritor e cristão

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Acrescentei mais um vídeo a esta postagem.
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Segue, abaixo, a íntegra da publicação citada.
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A necessidade de se pensar uma regulação para a Religião.


Caros leitores, há algum tempo ando pensando em algumas possibilidades de como nós comunistas poderemos encontrar uma solução para resolver as controvérsias religiosas existentes em nossa sociedade atual. Para ficar claro, temos que elucidar o fato de que o fim instantâneo da religião mesmo em um estado pós-revolucionário se mostrou e se mostra um equivoco na condução do socialismo nos tempos de hoje. "Não batam nos outros. A luta física só afeta a carne e os ossos; a luta de pensamento afeta o coração". De fato temos de ter em mente que imposição ideológica ao proletário (Vale destacar a diferença entre Proletário e Inimigo) não deve ser feita em hipótese alguma. O que deve ser feito é a criação de aparatos que combatam os agentes indutores religiosos de maneira inteligente e não impactante.Caso contrario há um perigo de se criar uma linha de subversão religiosa internacional e a culminação de ideias falsas a respeito do regime popular. A diminuição gradual e programas de plenitude laica pode levar ao fim gradual da religião para sempre, sem deixar aquela marca no passado de um corte feito com o animal vivo.É importante visar sempre o objetivo final, de nada vale o sectarismo de que a religião a todo custo, no momento em que os comunistas chegarem ao poder, deve ser extinguida. Vale fazer uma ressalva da inteligente manobra cubana em receber o Papa, que só reforça ainda mais a linha de pensamento da destruição gradual, vale deixar o assunto de Cuba para uma outra discussão onde fique explanado os positivos e negativos.
Tendo isso em vista, ficam as incógnitas. Como fazer uma política de frenagem religiosa desde agora? Como pensar nela em um estado pós-revolução?
Bem, aqui agora externo as minhas opiniões de como tal frenagem religiosa deve ser executada, pensando no agora e no depois. Primeiramente a necessidade de se criar uma regulação especifica para tratar da religião. Assim como temos hoje uma censura(falha) a diversos tipos de conteúdo, teríamos de criar uma regulação especifica para assuntos religiosos ou qualquer outro assunto que possa gerar interferência mental na população. De primeira instancia, como a religião é algo induzido e que na maioria dos casos se torna eterno, teríamos como primeiro ponto da regulação à proibição da participação em cultos,seitas,missas religiosas por menores de idade, claro que o cumprimento dessas normas se dariam pelo poder que o estado tem de fazê-los, assim como hoje em dia à proibições de menores em casas noturnas especificas. Com isso também automaticamente seria proibido as seitas,cultos e missas ao ar livre. Muitos vão dizer que isso vai contra a liberdade de expressão, para esses que dizem isso, gostaria de dar com exemplo a exibição explicita de conteúdo pornográfico e violento em publico. A mesma "indução" que este material poderia gerar em mentes férteis, a religião pode gerar e de maneira muito pior. Com isso também ficava vedado a utilização de concessões publicas de TV e Radio para transmissões religiosas. Segundo, o acesso ao material religioso também se tornaria algo restrito a maiores de idade. Este aspecto junto com o primeiro pode tornar o ato do pai ou da mãe de induzir religiosamente seus dependentes em um crime de aliciamento de menores. Vale destacar que a nossa lei é bem rígida com relação ao aliciamento físico, tanto para prostituição quanto para crimes. Porem se esquece que o aliciamento mental é muito mais nocivo do que o físico, por que é em muitos casos irreversível. O Terceiro e ultimo ponto seria a questão da educação escolar. Vale fazer um destaque de que com um sistema de educação único e publico, esta mesma terceira proposta perderia metade de seu propósito. Ficaria proibido o ensino religioso em todas as escolas, para isso seria necessário a criação de uma grande curricular global para todas as escolas, publicas e privadas. E também seria de caráter fundamental a necessidade da criação de uma matéria universal com o tema; Diversidade Religiosa. Tal matéria teria a função de explanar desde cedo as características criacionistas e evolucionistas das religiões e da ciência como um todo. Tratando a respeito, de maneira honesta, de todas as religiões e suas historias verdadeiras. Esse terceiro ponto precisa está verdadeiramente em harmonia com os dois anteriores para que toda a regulação tenha um efeito futuro esperável.
Com, o fim ou diminuição da indução religiosa, educação a respeito de criacionismo vs evolucionismo, educação a respeito de todas as religiões possíveis de serem compreendidas, teríamos uma população muito mais capaz de pensar de maneira critica a religião e não dogmática. Vão haver aqueles que mesmo com a harmonia destes elementos irão optar pela religião. Mas pelo que pude concluir o índice de declínio religioso quando se tem diversos contrapontos racionais é bem maior do que o índice de adesão.E o índice de fanatismo ou completo dogma religioso também é quase extinto. Fazendo da regulação uma ferramenta para fazer a religião desaparecer pela dialética dela própria
É importante que tenhamos em mente que isto não é só uma medida que nós comunistas temos como meta. É uma medida de interesse global, o que nos ajuda na luta de agora. Não só com o objetivo final dos comunistas que seria a diminuição máxima possível da religião, mas sim também complementando o que seria um estado verdadeiramente laico.
Vale lembrar que isto foi apenas algumas ideias do que seria uma regulação, um pensamento de como poderia ser. Fico na expectativa da possibilidade de novos pensamentos ou contrapontos que possam acrescentar em um projeto futuro de regulação real.
Tácio Nepomuceno Reis

11 comentários:

ujs26 de abril de 2012 16:48
A fé é algo imaterial e comunistas são materialistas. O pensamento de exterminar a religião, ou melhor, a liberdade religiosa do povo, mesmo que seja aos poucos, até 'desintegrá-la' é equivocado, errado e simboliza que ainda existem setores que não aprenderam nada com a história.
Defendo um Estado Laico. Para mim, chefes religiosos devem guiar seus fiéis e não se enfiarem na política. Cada vez que a religião se misturou com a política na história da humanidade não só gerou segregação de um em relação ao outro, mas também perseguições.
O Partido Comunista do Brasil, numa visão acertada, defende que o indivíduo seja livre pra escolher no quer crer ou não crer. Por isso o deputado federal comunista Jorge Amado defendeu e garantiu a liberdade religiosa na Constituição Federal em 1946. Proibir que menores participem de cultos religiosos é no mínimo ir contra essa defesa do partido, além de interferir na educação dos pais aos filhos, que tem a prerrogativa de buscar orientar os filhos sobre vários aspectos da vida, e ter ou não uma religião é uma delas. Essa visão de necessidade do aniquilamento da religião é uma visão estreita e um olhar micro daquilo que precisa ser avaliado sob a ótica do macro.
No Brasil, um dos países mais religiosos do mundo (diversidade religiosa), a maioria da população tem algum tipo de fé, e tão certo quanto 1+1=2, reacender uma idéia equivocada e que já se provou não ter dado certo no passado em vários lugares do mundo (cultos religiosos abertos ao público no Kremlim nos anos finais da URSS ficavam lotados com pessoas ainda esperando em filas para poderem assistir uma reunião religiosa ou culto), serviria apenas para nos isolar politicamente e ideológicamente.
No planejamento estratégico rumo ao socialismo contamos com todo o conjunto da sociedade que desempenhará papel importante nessa conquista!
Penso que é necessário sim um debate mais aprofundado sobre a questão religiosa e o Partido em nossa sociedade. Mas para isso se dar da melhor forma possível, é necessário todos os lados se desarmarem, deixando pra trás todos os preconceitos para que alcancemos um patamar mais elevado de compreensão na construção de uma nova sociedade!
Saudações Socialistas!

Vander Rodermel
Secretário Estadual de Comunicação do PCdoB/SC













  1. Tácio Nepomuceno Reis27 de abril de 2012 08:19
    Camarada Vander,
    Entendo sua colocação e a acho justa. Uma das principais bandeiras que o socialismo levanta é a bandeira da liberdade. Só que não se pode ter liberdade, não se pode chegar ao Comunismo havendo entidades superiores ao próprio ser humano, entidades materiais e não materiais.Você mesmo mencionou "Chefes religiosos", isso jamais deve existir no socialismo, nenhum chefe e nenhum senhor supremo, enquanto há mestres há servos. Isso deve ser uma meta para os comunistas, mas como disse no artigo, a destruição instantânea religiosa se mostrou equivoca durante a historia e precisamos evoluir a partir disto. Eu não falo de privar a escolha, falo de privar a influencia sem escolha. A verdadeira liberdade e a verdadeira laicidade tem que estar presente na educação também.
    Saudações Camarada!

    Tácio Nepomuceno Reis

    Fonte: http://criticajovemmarxista.blogspot.com.br/2012/04/necessidade-de-se-pensar-uma-regulacao.html

    ___________________________________________

    Dados interessantes - Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.

    Milhares de vítimas de execuções individuais e colectivas, sob a suspeita de oposição política e com ou sem julgamento sumário; repressão violenta de manifestações e de greves; assassinato de reféns e de prisioneiros de guerra, na Rússia, entre 1918-1922.

    cerca de 5 milhões de mortos por fome em consequência das requisições agrícolas, especialmente na Ucrânia, em 1921-1923. A fome foi usada como uma arma política por outros regimes comunistas além da União Soviética.

    300.000 a 500.000 Cossacos exterminados entre 1919 e 1920.

    centenas de milhar de mortos nos campos de concentração, num total de 15 a 20 milhões de prisioneiros, entre 1930 e 1953.

    690.000 pessoas arbitrariamente condenadas à pena capital durante o Grande Terror de 1936-1938. Deportação de outros milhares para os campos do Gulag. No total, entre 1 de Outubro de 1936 e 1 de Novembro de 1938, aproximadamente 1.565.000 pessoas foram detidas.

    cerca de 30.000 "kulaks" exterminados (campesinato rico) durante colectivização forçada de 1929-1933. Outros 2 milhões são deportados em 1930-1932.

    milhares de vulgares cidadãos da União Soviética acusados de cumplicidade com o "inimigo" e executados no período que precedeu a Segunda Guerra Mundial. Por exemplo, em 1937, cerca de 144.000 pessoas foram detidas, tendo 110.000 sido executadas por suspeita de contactos com cidadãos polacos residentes na União Soviética. Também em 1937, 42.000 pessoas foram executadas por alegados contactos com trabalhadores alemães na U.R.S.S.

    6 milhões de ucranianos mortos por fome, no decurso do genocídio de 1932-1933 (Holodomor).

    centenas de milhar de Polacos, Ucranianos, lituanos, letões, estonianos, moldavos e de habitantes da Bessarábia, deportados em 1939-1941 e 1944-1945.

    deportação de 900 mil alemães do Volga, em 1941; de 180 mil tártaros da Crimeia, em 1943; de 521 mil chechenos e inguches, em 1944.

    deportação e extermínio de um quarto da população do Camboja, entre 1975-1978.

    dezenas de milhões de vítimas dos regimes totalitários de Mao Zedong, na China e de Kim Il Sung, na Coreia do Norte.

    numerosas vítimas em outras regiões do Mundo, como em África, Ásia e América Latina.

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Viagem aos EUA não sai bem para o Brasil

Viagem aos EUA não sai bem nem para o Brasil nem para Obama

O jornal “Washington Times” fez uma avaliação da recente viagem da presidente Dilma Rousseff aos EUA.

O editorial “Obama’s Brazilian model. Rousseff shows White House an authoritarian way forward” (9 de abril) foi a matéria mais lida e re-enviada pelos leitores.

Nele aparecem os temores que crescem nos EUA em função das tendências autoritárias manifestadas pelo governo brasileiro em nível nacional, com destaque para o Judiciário, e as inclinações antidemocráticas em nivel internacional.


Editorial: O modelo brasileiro de Obama

Rousseff mostra à Casa Branca um futuro autoritário

O presidente Obama recebeu nesta segunda-feira na Casa Branca a presidente brasileira Dilma Rousseff. Uma matéria publicada em vários jornais antes do encontro presidencial perguntava: “O que Obama poderia aprender da presidente do Brasil Dilma Rousseff?” A resposta otimista é: Oxalá não muito. Esta relação não é do interesse dos EUA.

A Sra. Rousseff é um exemplo de esquerda radical que está se unindo no mundo em desenvolvimento para se opor ao poderio americano.

Um dos principais objetivos de sua missão em Washington é obter do Sr. Obama o carimbo de aprovação para a ambição de Brasília de adquirir um assento permanente no Conselho de Segurança das Nações Unidas.

O apoio dos EUA a este esquema seria autodestrutivo, pois o Brasil seria um voto certo contra os interesses americanos no cenário mundial. A Sra. Rousseff, ela própria uma ex-guerrilheira comunista, é um forte apoio das ditaduras anti-EUA, como a dos Castros em Cuba e de Hugo Chávez na Venezuela.

Como líder de um clube de nações que exercem pressões para o desarmamento nuclear dos EUA, ela apoiou os esforços dos mullahs iranianos para obter capacidade nuclear.

Se o planeta está dividido entre aqueles estão por nós e aqueles que estão contra nós, a Sra. Rousseff está do lado errado.

O Sr. Obama não tem nada que aprender da líder brasileira também no front econômico. Antes de ela subir ao poder no ano passado, o gigante sul-americano parecia estar finalmente começando a entrar na sociedade das nações sérias.

Embora esquerdista da velha guarda, o ex-presidente Lula da Silva, predecessor da Sra. Rousseff, deu alguns grandes passos para melhorar o clima financeiro e a reputação entre os investidores pela melhoria da infraestrutura, colaborando com organizações não governamentais internacionais e promovendo uma agenda moderada de crescimento econômico.

A percepção de progresso ajudou o Brasil a sediar os Jogos Olímpicos de 2016 e a Copa do Mundo de 2014, uma consagradora conquista para um povo amante do futebol.

Porém a Sra. Rousseff deu uma guinada fiscal abrupta para trás, oprimindo os mercados, instituindo uma enorme quantidade de proibições fiscais e aumentando os gastos do governo.

Como nos EUA de Obama, o resultado foi um declínio econômico dramático. No auge da administração Lula, a confiança na direção do Brasil levou as previsões econômicas de longo termo a índices de crescimento de 5% ou mais. Mas sob a nova direção estatista da coalizão governamental conduzida pelo Partido dos Trabalhadores da Sra. Rousseff, a economia estancou, com o PIB crescendo apenas 2,7%, o mais baixo da América do Sul.

É do interesse dos americanos conhecer as travessuras amazônicas, pois a opressão de Brasília sobre seu povo e sua economia é uma advertência sobre o perigo para a democracia do poder irrestrito de governo.

A crescente perseguição ao grupo conservador Tradição, Família e Propriedade (TFP) expõe os perigos de discordância num mundo que se seculariza rapidamente.

Fundada em 1960, para combater o comunismo e promover os valores tradicionais, a TFP – muito conhecida nos círculos de Washington através de sua atuante co-irmã – é a principal opositora das prioridades da esquerda, como o aborto, a censura e as leis que inibem os direitos de propriedade.

Pelo fato de ela se interpor no caminho do Big Brother, o governo tem perseguido a TFP. Mais recentemente, o Superior Tribunal de Justiça, uma das altas cortes do Brasil, julgou a favor de um grupo dissidente, os Arautos do Evangelho.

A medida, que ocorreu sob forte pressão de autoridades da Igreja, inclusive do Núncio Apostólico do Vaticano, está efetivamente amordaçando a TFP ao entregar seus bens a dissidentes de esquerda.

A história interessa, porque agora o Brasil é a sexta economia do mundo e líder da coalizão de países de segundo nível que procuram vingar-se de anos de pretenso imperialismo do “primeiro mundo” ocidental.

A narrativa assemelha-se à reação instintiva do Sr. Obama a respeito de sua visão mundial do “Critique primeiro a América”. Brasília também mostra como as burocracias de esquerda, quando publicamente confrontadas, estão se mobilizando para sufocar a oposição através da censura e do confisco da propriedade.

A confabulação desta semana entre o Sr. Obama e a Sra. Rousseff foi mais do que uma sessão de fotos de dois esquerdistas cochichando sobre o que o mundo poderia ser caso eles tivessem mais poder.
Fonte: http://esta-acontecendo.blogspot.com.br

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

US$ 25Milhões em propina - Mais um galho cai da árvore podre do poder

Por 25 Milhões de dólares em propina a bola da vez é Guido Mantega, provando que ninguém se salva neste governo corrompido em todas as suas instâncias.
Do alto comando aos eleitores - todos se vendem.
Seja por uma cesta de alimentos ou por milhões de dólares.


Está claro que a denúncia tem fundamento e Mantega "assina" sua confissão de corrupto ao deixar de comparecer no plenário. O governo boicotou o comparecimento da comissão de orçamento, provocando a falta de quórum.
Um governo que está causando, nos brasileiros, vergonha e desesperança, mais uma vez, à luz de todos os holofotes, blinda claramente o errado, o podre, o vergonhoso...
E de tanto ver tudo isso, lembrando Rui Barbosa, será que logo os cidadãos desta nação terão vergonha de serem honestos?
Como pode tanta falcatrua, tanta podridão, permanecer impune no Brasil?
Esperam o clamor popular aos verdadeiros três poderes:
Exército, Marinha e Aeronáutica?

Fica lançada a minha pergunta.
Celso Brasil

Mais vídeos foram acrescentados neste post após sua publicação. Acompanhe!

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A BLINDAGEM
A Comissão de Orçamento votaria nesta quarta-feira o convite para que ele explicasse as denúncias de corrupção envolvendo o ex-presidente da Casa da Moeda. No entanto, a sessão foi cancelada por falta de quórum.


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Oposição cobra explicações de Guido Mantega
Fonte: Jovem Pan

Base aliada ao governo, porém, já arma grande blindagem para o ministro da Fazenda

Oposição cobra explicações de Guido Mantega
Antônio Cruz/ABr
José Maria Trindade

Preocupado, o governo federal tenta armar uma verdadeira “blindagem” para o caso do ministro da Fazenda, Guido Mantega, ser convidado ao Congresso, esclarecendo assim uma grande polêmica com o PTB pela autoria da indicação do ex-diretor da Casa da Moeda Luiz Felipe Denucci, que deixou o cargo neste começo de ano, após denúncias de que ele transferiu US$ 25 milhões para duas empresas, com sede no exterior, que foram registradas em nome de duas duas filhas.

A ideia de chamar o ministro da Fazenda para explicar o caso partiu de PSDB, DEM e PPS mas, na terça-feira, Mantega foi recebido por Dilma Rousseff, que pretende proteger um dos principais nomes de sua equipe econômica. A oposição, porém, promete se esforças para que a convocação seja aprovada pois, como afirmou Bruno Araújo, líder do PSDB na Câmara dos Deputados, todo o Brasil se assustou ao saber que a Casa da Moeda faz parte da cota partidária.

A blindagem, no entanto, já começou, e tem como seu principal defensor o líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP), segundo quem as medidas necessárias já foram adotadas, com a troca no comando da Casa da Moeda, e nada justifica a convocação. O próprio presidente da Casa, Marco Maia, que é do PT gaúcho, não quer colocar o requerimento em votação no plenário.

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Alvaro Dias insistirá no comparecimento de Mantega, apesar da blindagem governista
Fonte: lidpsdbsenado.com.br
Foto: Cadu Gomes

Apesar de contar com a habitual blindagem da base governista, o Líder do PSDB, Alvaro Dias, afirmou , nesta quarta-feira(09/02), que irá insistir no convite ao ministro da Fazenda, Guido Mantega, para que compareça ao Senado a fim de esclarecer os motivos que levaram à demissão do presidente da Casa da Moeda, Luiz Felipe Denucci. O senador tucano quer saber do ministro porque ele não mandou investigar Denucci quando surgiram as principais denúncias.
“As denúncias inclusive não são novas, e já eram do conhecimento de Guido Mantega, que entretanto supôs que elas fossem irrelevantes, o que não é um comportamento que se exige de um ministro de Estado”, disse o Líder do PSDB.
O requerimento apresentado pelo senador Alvaro Dias será votado na reunião da Comissão de Assuntos Econômicos da próxima terça-feira, às 10hs.
Assista o vídeo com a entrevista de Alvaro Dias sobre o assunto.


Oposição vai insistir no depoimento de Mantega from Alvaro Dias on Vimeo.
Eduardo Mota – Assessoria de Comunicação da Liderança do PSDB no Senado  
      

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Turismo sexual. Você está bancando isso! Sabia?


Turismo sexual com dinheiro público.
O seu dinheiro!
Essa é a imagem do Brasil propagada pelo governo.
Verbas para a saúde, educação e coisas construtivas não existem.

Na europa a imagem do norte e nordeste brasileiro é de pura prostituição.
Texto de Celso Brasil
Pude constatar isso pessoalmente.
Como se não bastasse, além do desgoverno fazer vista grossa para este grave problema, onde meninas de 12 anos e até menos, prostituem-se, muitas vezes, com o consentimento dos pais, agora o desgoverno federal permite a entrada de dólares incentivada pelo que há de mais nojento - O TURISMO SEXUAL.
Após assistir o vídeo, muitos "libertinos" vão considerar homofobia, mas, na verdade, não importa se é homosexual, infantil ou hetero. O fato é que isso simplesmente confirma a péssima imagem que temos lá fora e desencadeia um processo irreversível de distorção dos valores morais.
Desculpem se estou sendo "quadrado". O fato é que tenho família e desde o berço aprendi que ela representa a célula mater da sociedade.

A destruição dos valores morais é uma garantia para que governos totalitaristas e corruptos se perpetuem no poder. 
O PODRE PODER.
Celso Brasil

Informamos os nossos leitores que o vídeo que deveria estar abaixo, foi retirado do ar, certamente, por ordem governamental. Porém, o vídeo continua sendo exibido no exterior. Imagens de um Brasil que não é o nosso.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Como calam a boca de delatores da corrupção

Vídeo revelador
Como o PT e os partidos alugados agem.

A herança maldita de Lula

A verdadeira ditadura
dos fora da lei.
Trata-se de um sistema podre que não se importa com a lei, pois tudo é comprado ou calado, com terrorismo, pois submetem ao terror aqueles que não jogarem o jogo.
Esquemas de corrupção que foram implantados de forma generalizada, sobretudo nos últimos nove anos.



A blindagem dos corruptos já se tornou rotina. Sabemos que não há julgamentos e punição.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Lula, (o criminoso) do Brasil [comprovado]

Quando o Brasil acordará e será unânime quanto a este criminoso? O tal Lula do Brasil?

Falsários criaram Lista de Furnas para blindar Lula 

Com Dilma não é diferente.

O podre governo completa 9 anos.
CHEGA!

Celso Brasil

Em conversa gravada pela Polícia Federal, estelionatário diz que a lista era a salvação do presidente no escândalo do mensalão

Gustavo Ribeiro
Fotos: Renato Weil/D.A Press e Madji MohammedD/AP
Fotos: Renato Weil/D.A Press e Madji MohammedD/AP

Entre os meses de março e maio de 2006, o nível de turbulência política em Brasília atingiu o seu ponto mais crítico desde o impeachment do presidente Fernando Collor, em setembro de 1992. A Comissão Parlamentar de Inquérito que investigava o mensalão havia desbaratado a quadrilha de petistas que atuava no coração do governo, desviando dinheiro público para subornar políticos e financiar as campanhas do partido. A crise ameaçava o mandato do então presidente Lula. Era preciso fazer algo e, conforme demonstrou uma reportagem de VEJA da semana passada, o PT contratou e pagou um estelionatário para fabricar a chamada Lista de Furnas — um documento falso que tentava envolver políticos da oposição com caixa dois eleitoral. Uma estratégia para nivelar por baixo a classe política e minimizar a gravidade do esquema de pagamento de propina montado pelo partido. A Lista de Furnas, descobre-se agora, tinha um objetivo bem mais ambicioso do que apenas confundir os incautos: ela foi produzida pelos petistas para tentar salvar o presidente Lula.
A confissão está registrada em um relatório da Polícia Federal anexado ao processo que corre em segredo de Justiça na 2ª Vara Criminal Federal, do Rio de Janeiro. VEJA teve acesso ao conteúdo do documento. Durante o escândalo do mensalão, a PF monitorou por vários meses conversas telefônicas entre o estelionatário Nilton Monteiro, o autor da Lista de Furnas, e seus comparsas — deputados e assessores do PT. Os diálogos mostram o grupo combinando os detalhes da farsa (“Nós vamos acabar com eles tudinho”), colhendo as assinaturas que dariam “credibilidade” à trama (“Eu já estou aqui com o José Carlos Aleluia”) e negociando pagamento de honorários, ora em dinheiro, ora em negócios com empresas estatais ligadas ao governo federal (“São aqueles negócios que eu pedi da Caixa e do Banco do Brasil para liberar pra mim...”). Na página 29 do relatório, os investigadores transcrevem o motivo do crime nas palavras do próprio criminoso: “O documento é a salvação de Lula”.
Em uma confidência à sua mulher, captada pelos policiais, Nilton Monteiro diz que mostrou uma cópia da Lista de Furnas aos petistas, e “o pessoal ficou doido”. O documento, nas palavras do falsário, era uma tábua de salvação para o presidente e os petistas envolvidos no mensalão. Ciente do trunfo que tinha em mãos, ele ainda comenta, como estelionatário profissional que é, que havia chegado a hora de acertar seu pagamento. As investigações policiais pararam aí, mas o que aconteceu depois é de conhecimento público. Nilton Monteiro apresentou a falsificação ao Congresso e ao Supremo Tribunal Federal, deu entrevistas, prestou depoimentos e desapareceu. Hoje, o falsário está preso em Belo Horizonte por achacar advogados e políticos, sempre usando documentos forjados. Ele responde a 55 processos, a maioria por estelionato. Desde outubro, data de sua prisão, ele teve três pedidos de liberdade negados pela Justiça.
Na semana passada, após as revelações de VEJA, o DEM e o PSDB entraram com um pedido de investigação do caso junto à Procuradoria-Geral da República. “Episódios como esse mostram que o PT insiste em usar a truculência — e afronta a democracia”, afirmou o líder do DEM no Senado, José Agripino Maia. Os financiadores também podem ser obrigados a responder pela trama. A oposição pediu que a Assembleia Legislativa mineira abra um processo de apuração por quebra de decoro parlamentar contra o petista Rogério Correia, que aparece nas gravações ajudando — e remunerando — o estelionatário Nilton Monteiro. Se politicamente os parlamentares envolvidos podem se enrolar, na esfera criminal existem previsões sombrias de que, assim como no mensalão (veja a reportagem na pág. 74), tudo termine em impunidade. A única investigação oficial que corre sobre o caso ainda não chegou a nenhuma conclusão, apesar de aberta há longos cinco anos, inclusive com um laudo confirmando a montagem dos documentos. E, pior, a Lista de Furnas nem é considerada um ponto nevrálgico do processo. “O foco é nas licitações de Furnas. A lista é apenas uma parte do caso”, diz a procuradora da República Andrea Bayão. O plano petista ainda pode dar certo.

O motivo do crime - VEJA teve acesso ao relatório reservado da PF que transcreve um diálogo entre o estelionatário Nilton Monteiro e sua mulher, no qual ele diz que os petistas ficaram “doidos” com a Lista de Furnas e que ela salvaria Lula
O motivo do crime 
VEJA teve acesso ao relatório reservado da PF que transcreve um diálogo entre o estelionatário Nilton Monteiro e sua mulher, no qual ele diz que os petistas ficaram “doidos” com a Lista de Furnas e que ela salvaria Lula

Impunidade anunciada: a articulação do PT para absolver a quadrilha do mensalão

Ministro diz que, como o julgamento dos mensaleiros só deve acontecer em 2013, muitos dos crimes podem prescrever. A afirmação preocupante criou um enorme mal-estar entre os colegas no Supremo Tribunal Federal

Paulo Celso Pereira e Laura Diniz
Bem Devagar: Indicado por Lula, amigo da família do ex-presidente e próximo aos petistas, o ministro Ricardo Lewandowski está no centro de várias celeumas envolvendo o julgamento do mensalão. Na semana passada, o ministro Cezar Peluso mandou liberar cópias do processo para não atrasar ainda mais o desfecho do caso Bem Devagar: Indicado por Lula, amigo da família do ex-presidente e próximo aos petistas, o ministro Ricardo Lewandowski está no centro de várias celeumas envolvendo o julgamento do mensalão. Na semana passada, o ministro Cezar Peluso mandou liberar cópias do processo para não atrasar ainda mais o desfecho do caso (Celso Junior/AE e Alan Marques/Folhapress )
Desde que foi oferecida a denúncia contra os réus, em 2006, Lewandowski protagonizou as principais celeumas em torno do caso. As duas primeiras ocorreram durante a aceitação da denúncia, em 2007. A princípio, o ministro foi flagrado no dia do julgamento trocando mensagens de computador com a ministra Cármen Lúcia sobre os votos dos colegas
Em fevereiro de 2006, o desembargador Ricardo Lewandowski foi indicado pelo presidente Lula para ocupar uma cadeira na mais alta corte do país, o Supremo Tribunal Federal. Era o primeiro ministro nomeado pelo petista desde a descoberta, no ano anterior, do escândalo do mensalão, o maior esquema de corrupção da história do país. Ao ser entrevistado por emissários do Planalto e conversar com Lula antes da indicação, Lewandowski já tinha plena consciência de que teria, nos anos seguintes, a missão de julgar o processo que resultaria da revelação de que o governo do PT pagara mesada a parlamentares em troca de apoio político. O ministro não só conhecia essa realidade como era próximo a figuras de proa do partido. Formado na Faculdade de Direito de São Bernardo do Campo, berço sindical do petismo, e professor com mestrado e doutorado na Universidade de São Paulo, ele conhecia a família Lula desde jovem. Sua mãe, por exemplo, era vizinha da ex-primeira-dama Marisa Letícia. Relações pessoais com poderosos não impedem ninguém de assumir cargos públicos de relevo. Para assentos no STF, são exigidos notório saber jurídico e reputação ilibada. Além desses dois requisitos constitucionais, espera-se de um ministro da suprema corte independência com relação ao presidente da República que o indicou. É nessa seara que a movimentação de Lewandowski tem causado apreensão.
Desde que foi empossado, sua atuação só chamou atenção quando foi portadora de maus presságios — para a opinião pública e as instituições — sobre o caso do mensalão. Na semana passada, essa situação chegou ao paroxismo. Em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, ele informou que só pretende concluir seu voto no processo em 2013 — o que prorrogaria ainda mais o desfecho do caso, cuja conclusão está prevista para o primeiro semestre de 2012. Por trás de uma questão meramente temporal há uma série de desdobramentos políticos, todos eles favoráveis ao PT e à camarilha que figura como ré no processo. O próprio Lewandowski admite que, com o adiamento, poderá haver prescrição de boa parte dos crimes imputados aos mensaleiros. Entre os quais, o de formação de quadrilha, acusação que pesa sobre os ombros do comissário José Dirceu, ex-chefe da Casa Civil.
Andre Dusek/AE
A Toque de caixa: O ministro Joaquim Barbosa deverá concluir seu relatório no início do ano que vem para, ao contrário do que querem os mensaleiros, começar o julgamento em abril
A Toque de caixa: O ministro Joaquim Barbosa deverá concluir seu relatório no início do ano que vem para, ao contrário do que querem os mensaleiros, começar o julgamento em abril
Outro possível desdobramento tende a influir no mapa dos votos. No próximo ano, os ministros Cezar Peluso e Carlos Ayres Britto terão de se aposentar. Os dois fazem parte de um grupo de cinco ministros apontados como defensores da condenação dos réus. Se Lewandowski consumar o adiamento para 2013, Britto e Peluso não participarão do julgamento. Darão lugar a substitutos indicados pela presidente Dilma Rousseff. Se depender do PT, tais substitutos serão camaradas exemplares e, obviamente, pró-absolvição. Desde 2006, o partido conseguiu emplacar ministros com esse perfil mais amigável. Dilma manteve a toada com a recente nomeação de Rosa Maria Weber, uma juíza do Trabalho de carreira, com pouca intimidade com questões criminais. Ou seja: se o julgamento ocorrer após a aposentadoria de Britto e Peluso, o PT terá mais chance de conseguir formar uma maioria segura na corte que impeça a condenação de seus líderes. Assim, poderá evitar que o maior caso de corrupção da história do Brasil prejudique os projetos eleitorais do partido. Essa estratégia ardilosa, obviamente, não passa despercebida no plenário do Supremo.
Atentos à movimentação, ministros do STF já reagiram. Lewandowski justificou a possibilidade de adiamento com um argumento sólido como as nuvens: só leria todos os volumes do processo depois de receber uma espécie de resumo do caso elaborado pelo relator do processo, Joaquim Barbosa. No papel de revisor, Lewandowski teria de começar tudo do zero, como afirmou. Uma heresia jurídica devidamente rechaçada. Logo após a entrevista ter sido publicada, o presidente do STF, Cezar Peluso, enviou um ofício a Joaquim Barbosa pedindo que ele disponibilizasse imediatamente a íntegra do processo para todos os ministros, a fim de que eles já pudessem estudar o caso a fundo e, se quisessem, preparar os votos. A medida não era necessária. Há anos todos os autos do processo do mensalão estão disponíveis na internet para os advogados dos réus, os integrantes do Ministério Público e, obviamente, os ministros da corte. O ofício de Peluso era, na verdade, apenas um gesto para deixar claro o incômodo com a ameaça de adiamento. “Não vou deixar a presidência do Supremo sem colocar esse processo em pauta. Quero fazer isso em agosto, no máximo”, diz ele.
Ayres Britto, o outro ministro ameaçado de não participar do julgamento, também manifestou sua insatisfação. Questionado sobre a possibilidade de não julgar o mensalão, foi sucinto e irônico: “Não trabalho com essa hipótese. Quem sabe o ministro (Lewandowski) recebendo fisicamente o processo não facilite”. Lewandowski tem uma posição particularmente privilegiada para atravancar o processo. Ele exerce o papel de revisor da ação. Em ações penais, como a do mensalão, dois magistrados têm o dever de avaliar o processo antes dos demais: primeiro, o relator; depois, o revisor. Mas é o segundo que fica responsável por pedir que seja marcada a data do julgamento, depois de analisar o caso e preparar seu voto. Não existe legalmente um prazo para que ele cumpra essa tarefa, mas ministros ouvidos por VEJA estimam que três meses seriam suficientes para analisar o caso do mensalão. Na prática, tudo dependerá do embate entre a pressão do PT em favor do adiamento e a pressão de integrantes do Supremo e da sociedade em defesa do bom andamento das instituições. O próprio Dirceu já disse que acredita em sua absolvição no voto, por falta de provas, e não por prescrição. Portanto, que ocorra a votação em tempo hábil.
Chamado de “chefe de quadrilha” na denúncia do Ministério Público, Dirceu responde por formação de quadrilha e corrupção ativa. A prescrição de tais crimes, se comprovados, depende diretamente da pena aplicada. Como o processo se arrasta há anos, muitos réus só serão punidos se forem condenados a penas de longa duração. Trata-se de algo pouco provável. Como quase todos são primários e não têm antecedentes negativos, dificilmente receberão penas máximas. Isso se prevalecerem aspectos meramente técnicos. Ministros do STF afirmam, no entanto, que a ofensiva petista no processo pode ter um efeito contrário: aumentar a pressão política em defesa da adoção de penas mais severas justamente a fim de impedir a prescrição. “É muito cedo para saber se vai ocorrer a prescrição. Temos de aguardar a conclusão sobre a culpa e a fixação da pena”, diz o ministro Marco Aurélio Mello. “No entanto, é impensável majorar a pena para fugir da prescrição, bem como adiar o julgamento por causa das eleições municipais de 2012.”
Infográfico: "A quadrilha agradece"

Desde que foi oferecida a denúncia contra os réus, em 2006, Lewandowski protagonizou as principais celeumas em torno do caso. As duas primeiras ocorreram durante a aceitação da denúncia, em 2007. A princípio, o ministro foi flagrado no dia do julgamento trocando mensagens de computador com a ministra Cármen Lúcia sobre os votos dos colegas. A revelação das mensagens provocou enorme mal-estar na corte. Dias depois, Lewandowski agravou ainda mais a situação ao afirmar que os ministros haviam votado “com a faca no pescoço” e que a tendência do Supremo seria “amaciar para o Dirceu”. Durante o julgamento que transformou os mensaleiros em réus, foi Lewandowski quem mais divergiu do relatório de Joaquim Barbosa, opondo-se inclusive ao enquadramento de José Dirceu e José Genoíno no crime de formação de quadrilha. Seu alinhamento com a pauta petista é um péssimo sinal para o vigor de uma instituição fundamental como o STF.

A morosidade prejudica a Justiça

Supremo Tribunal Federal pode ser muito célere — ou extremamente lento —, dependendo da vontade de seus minis-tros. O caso do processo envolvendo o peemedebista Jader Barbalho ilustra ambas as posturas. Desde março deste ano, quando a corte decidiu que a Lei da Ficha Limpa não valeria para as eleições do ano passado, vários políticos que receberam votos suficientes para se eleger, mas foram barrados pela lei, tomaram posse. Foi o caso dos senadores Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) e João Capiberibe (PSB-AP). Jader, dono da segunda maior votação para o Senado no Pará, ficou à espera de uma decisão dos ministros. Era dado como certo que a sentença lhe seria favorável, mas ela não tinha data para sair. Na semana passada, o presidente do STF, ministro Cezar Peluso, decidiu dar fim à questão. Depois de receber intensas pressões de líderes do PMDB, valeu-se de uma de suas prerrogativas como presidente para desempatar a votação e liberar a volta de Jader ao Parlamento.
Peluso usou o chamado “voto de qualidade”, um recurso previsto no regimento do tribunal que dá ao voto do pre-sidente o peso de dois. Esse instrumento é aplicado em julgamentos que terminam empatados, realizados durante a vacância de um ministro. Desde agosto, quando Ellen Gracie saiu do STF, a corte funciona com dez integrantes. Sua substituta, Rosa Weber, só tomará posse no ano que vem. O curioso é que o próprio Peluso havia se recusado a re-correr ao poder do voto de qualidade no ano passado, durante o julgamento do ex-governador do Distrito Federal Jo-aquim Roriz, um caso semelhante ao de Jader. Assim como o paraense, Roriz renunciou para fugir de um processo de cassação no Conselho de Ética do Senado. Quando se encerrou o julgamento, empatado, Peluso justificou a decisão de não atribuir ao seu voto um peso maior que o dos demais magistrados alegando “não ter vocação para déspota”. Ainda não foi definida a posse de Jader. Diz o jurista Dalmo Dallari: “Não cabia outra decisão. Condenável foi apenas a demora do tribunal em tomá-la”. Peluso demonstrou que, quando quer, o STF pode pronunciar-se com rapidez em questões essenciais. Espera-se que seja veloz para encaminhar o julgamento do mensalão.
Pedro Ladeira/Folhapress
Olhos Fechados: Apesar dos antecedentes, desta vez a lei estava ao lado de Jader Barbalho
Olhos Fechados: Apesar dos antecedentes, desta vez a lei estava ao lado de Jader Barbalho

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Os principais criminosos comandados por Lula


Estes são os principais CRIMINOSOS, equipe comandada por LULA em sua lastimável gestão no Planalto. Seus crimes e as respectivas penas que deveriam estar sendo cumpridas, não fosse o esforço de blindagem do PT de Lula e Dilma.
AS FOTOS, OS CRIMES, AS PENAS, DETALHES E VÍDEO.
Observações: O gigantesco esquema não chegou ao conhecimento do então presidente que deixou a mais desastrosa e maldita herança da história do Brasil - A CORRUPÇÃO INSTITUCIONALIZADA.
 Mensalão do PT
Fonte: VEJA

Os mensaleiros, nas palavras de Roberto Gurgel

Parecer do procurador-geral da República não deixa dúvidas sobre atuação criminosa dos réus do maior escândalo do governo Luiz Inácio Lula da Silva

Carolina Freitas
Em um parecer de 389 páginas sobre o mensalão, o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, esclareceu à nação a atuação de cada um dos personagens do maior escândalo do governo de Luiz Inácio Lula da Silva.
Gurgel afirma haver provas suficientes para confirmar que o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu era o chefe da quadrilha que desviou dinheiro público para comprar o apoio de partidos políticos ao governo federal.
O procurador pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) que condene 36 réus da ação. O documento recomenda a absolvição apenas de Luiz Gushiken, ex-ministro da Comunicação Social, e Antônio Lamas, ex-assessor de Valdemar Costa Neto. 
Abaixo, o que disse o procurador sobre cada mensaleiro:


José Dirceu


Crime: Formação de quadrilha e corrupção ativa
Pena: De 19 a 111 anos de prisão
“As provas comprovaram, sem sombra de dúvida, que José Dirceu agiu sempre no comando das ações dos demais integrantes dos núcleos político e operacional do grupo criminoso. Era, enfim, o chefe da quadrilha
“Foi o mentor do esquema ilícito de compra de votos e, como líder do grupo, determinou as ações necessárias à consecução do objetivo que justificou a união de todos os agentes.”
“Partindo de uma visão pragmática, que sempre marcou a sua biografia, José Dirceu resolveu subornar parlamentares federais, tendo como alvos preferenciais dirigentes partidários de agremiações políticas”
“Embora tenha afastado-se formalmente do Partido, manteve-se de fato no seu comando, utilizando-o para viabilizar o esquema ilícito de cooptação de apoio político no Congresso Nacional”
“Provou-se que o acusado associou-se aos dirigentes do seu partido e a empresários do setor de publicidade e financeiro para corromper parlamentares
“Muito embora não aparecesse explicitamente nos atos da quadrilha, estava no comandado das ações dos demais agentes, que a ele se reportavam na condição de líder do grupo”

Marcos Valério

Crime: Formação de quadrilha, corrupção ativa, peculato e lavagem de dinheiro
Pena: De 85 a 527 anos de prisão
“Coube-lhe oferecer a estrutura empresarial necessária à obtenção dos recursos que seriam aplicados na compra do apoio parlamentar
“Montou uma intrincada rede societária estruturada para mesclar atividades lícitas de publicidade com atividades criminosas
“Na condição de líder do núcleo operacional e financeiro, foi de fundamental importância para o sucesso do esquema ilícito de desvio de recursos públicos
“De mero financiador do projeto ilícito de José Dirceu, tornou-se personagem influente, com poder até para negociar a formação da base aliada do governo, tornando-se homem de confiança de José Dirceu
“Perícia contábil realizada pelo Instituto Nacional de Criminalística comprovou o verdadeiro quadro de promiscuidade envolvendo as empresas da complexa teia empresarial montada pelo réu Marcos Valério”
“A atuação de Marcos Valério pode ser comprovada pelos atos praticados logo após a eclosão do escândalo, como destruição de notas fiscais, reprocessamento da contabilidade original e até falsificação de contratos”

Delúbio Soares

Crime: Formação de quadrilha, corrupção ativa e lavagem de dinheiro
Pena: De 19 a 111 anos de prisão
“Integrou o grupo criminoso desde 2003, tornando-se o principal elo entre o núcleo político e os núcleos operacional - composto pelo grupo de Marcos Valério – e financeiro - bancos BMG e Rural”
“Coube-lhe os primeiros contatos com Marcos Valério para viabilizar o esquema de obtenção dos recursos que financiaram a cooptação de partidos para a composição da base aliada do governo”
“Comprovou-se que a ação de Delúbio Soares como integrante do grupo criminoso não se limitou a indicar os beneficiários das propinas, tendo sido também o beneficiário final das quantias recebidas

José Genoino

Crime: Formação de quadrilha e corrupção ativa
Pena: De 17 a 99 anos de prisão
"Era o interlocutor político do grupo criminoso. Cabia-lhe formular as propostas de acordos aos líderes dos partidos que comporiam a base aliada do governo"
“Além de conversar com os líderes partidários, convidando-os a apoiar os projetos de interesse do governo, procedia ao ajuste da vantagem financeira que seria paga caso aceitassem a proposta”

Roberto Jefferson

Crime: Corrupção passiva e lavagem de dinheiro
Pena: De 5 a 22 anos de prisão
“Roberto Jefferson, no período compreendido entre dezembro de 2003 e maio de 2004, recebeu R$ 4.545.000,00 para votar a favor de matérias do interesse do Governo Federal”
“O acordo fechado à época por Roberto Jefferson com José Dirceu impunha o pagamento do valor de R$ 20.000.000,00 para que o PTB aderisse à base de apoio do Governo. Roberto Jefferson recebeu duas parcelas, totalizando R$ 4.000.000,00. Apesar dos seus intensos esforços, Roberto Jefferson não conseguiu receber os R$ 16.000.000,00 faltantes”

Valdemar Costa Neto

Crime: Formação de quadrilha, corrupção passiva e lavagem de dinheiro
Pena: De 9 a 35 anos de prisão
“Arrecadou o montante de R$ 6.035.742,00 por meio de 63 operações de lavagem de dinheiro

“Recebeu a quantia de R$ 8.885.742,00  para votar a favor de matérias do interesse do Governo Federal. O Parlamentar foi cooptado por José Dirceu”

João Paulo Cunha

Crime: Corrupção passiva, lavagem de dinheiro e peculato
Pena: De 10 a 42 anos de prisão
“Desviou, em proveito próprio, o valor de R$ 252.000,00  que pertenciam à Câmara dos Deputados”
“Concordou com a oferta, e, ciente da sua origem ilícita, valeu-se da estrutura de lavagem de dinheiro disponibilizada pelo Banco Rural para receber o valor. Maria Regina Milanésio Cunha, sua esposa, compareceu à agência do Banco Rural no Shopping Brasília e recebeu a quantia em espécie

Duda Mendonça

Crime: Lavagem de dinheiro e evasão de divisas
Pena: De 8 a 32 anos de prisão
“Após receber parte dos valores pelo modelo de lavagem de dinheiro implementado pela direção do Banco Rural, resolveu, em busca de maior segurança na ocultação dos dados da operação, que o restante deveria ser pago em uma conta no exterior

Caso de Polícia

Marcos Valério falsificou documento até de terras da União

MP da Bahia apurou ainda que empresário grilou terrenos no oeste do estado

Cida Alves
O empresário Marcos Valério é preso em Minas Gerais, na Operação Terra do Nunca O empresário Marcos Valério é preso em Minas Gerais, na Operação Terra do Nunca (Charles Silva Duarte/Folhapress)
O esquema de que participava o empresário Marcos Valério, preso na manhã desta quinta-feira, incluia até a falsificação de documentos para que ele aparecesse como proprietário de terras na Bahia que na verdade pertencem à União, informou o Ministério Público Estadual da Bahia (MP-BA). Com a colaboração de advogados e oficiais de cartório, o empresário também conseguiu adquirir terrenos em São Desidério, no oeste do estado, por meio de documento irregulares, o que caracteriza crime de grilagem.
O empresário chega a Salvador nesta tarde e será encaminhado diretamente para o Comando de Operações Especiais da Polícia Civil (COE), onde deve ser interrogado ainda hoje. Após o depoimento, será levado para a Polinter, onde permanecerá detido.
A polícia também encontrou registros em nome de Valério de imóveis que não existem. Todas essas propriedades eram apresentadas pelo empresário como garantia no pagamento de dívidas. Três sócios de Valério participavam do esquema: Ramon Hollerbach, sócio na empresa SMP&B, e Francisco Marcos Castilho Santos e Margaretti Maria de Queiroz Freitas, sócios na DNA Propaganda. Todos foram presos nesta sexta em Minas Gerais. Outras 10 pessoas foram presas na Bahia e uma em São Paulo (veja a lista completa abaixo). No total, foram cumpridos 23 mandados, entre pedidos de prisão preventiva e de busca e apreensão, expedidos pelo juiz Gabriel Moraes Gomes, da comarca de Salvador.
Esquema - A Polícia Civil detalhou que o esquema funcionava com a participação de servidores do Tabelionato do 2º Ofício de Notas da Comarca de Barreiras e do Ofício de Registro de Imóveis de São Desidério. Segundo o delegado Carlos Ferro, titular da Delegacia Territorial de São Desidério, a quadrilha lavrava de forma fraudulenta diversas escrituras públicas de compra e venda nos cartórios das duas cidades. Entre os presos também estão empresários, latifundiários e advogados. As investigações duraram 17 meses e foram coordenadas pelo Departamento de Polícia do Interior (Depin).
A operação, chamada de Terra do Nunca, também contou com as participações do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas e de Investigações Criminais (Gaeco), do Ministério Público da Bahia e de Minas Gerais, além das polícias Civil de Minas e São Paulo. Os acusados são alvo de vários inquéritos policiais, tendo como base falsificação de documento público, falsidade ideológica, corrupção ativa e formação de quadrilha.
O advogado de defesa de Marcos Valério, Marcelo Leonardo, nega irregularidades. Segundo ele, o empresário já prestou explicações sobre o caso à Polícia Federal em Minas Gerais, há três anos. "Isso é assunto velho."
Mensalão - As fraudes vieram à tona em 2005, quando foram iniciadas as investigações pela Polícia Civil, que envolvem dez inquéritos policiais. Nesse mesmo ano foi revelado o envolvimento de Valério no esquema do mensalão, para pagamento de propina a parlamentares da base aliada do governo Lula. O empresário era operador do esquema e é réu na ação do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o caso. Ainda não é possível dizer se, e como, as duas tramas criminosas se retroalimentaram.
Mas o advogado de defesa de Marcos Valério se apressa em negar qualquer ligação direta entre a prisão desta sexta-feira e o processo do mensalão. "Acontece que desde que explodiu o mensalão, começaram a investigar todas as atividades que tenham uma suposta participação do Marcos Valério. E os assuntos relacionados a ele ganham um rigor maior por parte do judiciário", diz Leonardo.
Marcos Valério é um dos 36 réus da ação penal 470, que trata do mensalão, maior escândalo da política recente do Brasil. O empresário foi operador e pivô do esquema, descoberto em 2005. Na ação que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF), ele responde por formação de quadrilha, falsidade ideológica, corrupção passiva e ativa, peculato, lavagem de dinheiro, delito de gestão fraudulenta de instituição financeira e evasão de divisas.

O esquema comandado por José Dirceu, então chefe da Casa Civil do governo Luiz Inácio Lula da Silva, consistia na compra de votos de deputados na Câmara Federal, para aprovar projetos do governo. Cada deputado custava cerca de 30 000 reais por mês. A fatura era paga com dinheiro público, desviado por um esquema criado por Delúbio Soares, ex-tesoureiro do PT, e por Marcos Valério.
Os detidos:

Belo Horizonte (MG)
Francisco Marcos Castilho Santos, empresário

Marcos Valério Fernandes de Souza, empresário
Margaretti Maria de Queiroz Freitas, empresária
Ramon Hollerbach, empresário
São Paulo
Marcus Vinicius Rodrigues de Martins, empresário
Barreiras (BA)
Adilson Francisco de Jesus
Adroaldo Moreira da Costa, agricultor
Ana Elizabete Vieira Santos, ex-tabeliã e mãe do piloto de fórmula 1, Luiz Razia
Gilkison Botelho dos Anjos, conhecido como "Chiquinho"
João Onivaldo Faccio
Leonardo Monteiro Leite, advogado

Nadir de Oliveira Tavares Botelho, serventuária da Justiça
Nilton Santos de Almeida, empresário e bacharel em Direito
Raimundo Varques Gonçalves Lima, empresário
Ronaldo da Silva Schitine

Absurdo no Congresso

Projeto que anistia mensaleiros entra na pauta da CCJ

Entre beneficiários do esquema estão os cassados Dirceu e Roberto Jefferson

O projeto que anistia os deputados cassados pela Câmara no escândalo do mensalão, descoberto em 2005, foi incluído na pauta da reunião da próxima quarta-feira da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), a principal comissão da Casa. O presidente do colegiado e responsável por definir a pauta é o deputado João Paulo Cunha (PT-SP), um dos réus no processo sobre o tema que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF).
A proposta polêmica é de autoria do ex-deputado Ernandes Amorim (PTB-RO) e beneficiaria José Dirceu (PT-SP), Roberto Jefferson (PTB-RJ) e Pedro Corrêa (PP-SP) - os três foram cassados e também são réus no processo do STF. Se aprovada a anistia, eles poderiam disputar a eleição. A cassação os privou dos direitos políticos por oito anos.
Amorim argumenta na justificativa do projeto que a Câmara absolveu a maioria dos deputados citados no esquema o que, na visão dele, tornaria injusta a manutenção da punição somente aos três cassados.
"Não se justifica a manutenção da pena de inelegibilidade apenas para os três parlamentares cassados em plenário, designados arbitrariamente para expiar a culpa de grande parte dos parlamentares", diz o autor.
O projeto tramita de forma conjunta com outra proposta, de autoria de Neilton Mulim (PP-RJ), que sugere exatamente o contrário. O projeto do deputado fluminense proíbe "a concessão de anistia aos agentes públicos que perderam a função pública em decorrência de atos antiéticos, imorais ou de improbidade". Por ambos tratarem do mesmo tema, ainda que com visões opostas, eles estão apensados.
Por tramitarem conjuntamente, quando no início deste ano Mulim pediu o desarquivamento de seu projeto o que trata da anistia aos mensaleiros também voltou a tramitar. Ambos agora estão prontos para entrar na pauta da CCJ.
Recuo - Na noite de quinta-feira, após ser questionado pelo jornal O Estado de S. Paulo, João Paulo disse que determinaria que o projeto fosse retirado da pauta.
Empenhado em voltar rapidamente à política, o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, apontado como chefe do esquema do mensalão, tem dito publicamente que buscará a anistia no Congresso se for absolvido pelo Supremo Tribunal Federal (STF). O processo deve ser julgado pela Corte no próximo ano.
Mesmo se forem considerados inocentes pelo STF, os três cassados não podem disputar eleições até 2015 porque perderam seus direitos políticos ao terem a perda de mandato decretada pelos colegas. Somente um projeto de anistia, nos moldes deste que está na CCJ, pode reverter essa situação.
(com Agência Estado)

Sexta-feira, 08/07/2011
O procurador-geral Roberto Gurgel pede a condenação de 37, dos 40 denunciados. Os réus vão apresentar uma nova defesa em 30 dias e a estimativa do relator do caso no Supremo, ministro Joaquim Barbosa, é que o julgamento ocorra em 2012.



15/06/2011
às 7:17 \ Brasil

Mensalão: o escândalo que sujou para sempre o nome do PT


A revelação do esquema de corrupção que ficaria eternizado como mensalão completou seis anos em 2011. No ano de 2005, descobriu-se que o PT havia montado um gigantesco esquema de compra de votos de deputados na Câmara Federal, para aprovar projetos do governo. Cada deputado custava cerca de 30 000 reais ao mês. A fatura era paga com dinheiro público, desviado por um esquema criado por Delúbio Soares, ex-tesoureiro do PT, e por Marcos Valério, o lobista carequinha. Segundo o Ministério Público, o chefe dessa quadrilha, da qual faziam parte quarenta ladrões, era José Dirceu, ex-ministro da Casa Civil. Agora, Dirceu e o resto da quadrilha estão sendo processados no Supremo Tribunal Federal. O julgamento do processo no STF poderá ocorrer ainda neste ano. A seguir, relembre detalhes do escândalo – e o que alguns de seus principais personagens têm feito para se livrar da punição.

O termo mensalão eternizou-se no vocabulário político brasileiro, assim como “marajá” e “maracutaia”. Tudo foi descoberto pouco depois de VEJA ter publicado o conteúdo de uma fita em que Maurício Marinho, então chefe de departamento nos Correios, aparece recebendo propina de empresários em nome do presidente do PTB, Roberto Jefferson. Para não cair sozinho, Jefferson revelou em entrevista a um jornal a existência de um esquema de pagamento de propina a deputados da base aliada, conhecido como mensalão. Foi exposta ali a maior e a mais bem organizada quadrilha já descoberta agindo na estrutura de governo.
Como se sabe, entre os 40 acusados, nove tinham posição de destaque no PT. O deputado José Genoíno, processado por corrupção ativa e formação de quadrilha, era o presidente do partido. Além dele, foram denunciados Delúbio Soares, o ex-secretário Silvio Pereira, o ex-ministro Luiz Gushiken, os ex-deputados José Dirceu, Professor Luizinho e João Magno e os deputados João Paulo Cunha e Paulo Rocha. Em depoimento à CPI dos Correios – cuja instalação o governo tentou, sem sucesso, impedir -, Renilda Santiago Fernandes de Souza, mulher do publicitário Marcos Valério, o operador do esquema, disse que Dirceu não só sabia de tudo como ainda se reuniu com representantes dos bancos envolvidos no caso, Rural e BMG, para tratar do assunto.
O escândalo chegou a colocar em risco o prosseguimento do governo Lula, que se viu obrigado a demitir Dirceu, seu homem forte, e Gushiken. Mas o ex-presidente sempre alegou não saber do que se passava nos corredores do Planalto embora as evidências digam o contrário. Depois da denúncia da quadrilha petista feita por Antonio Fernando de Souza, procurador-geral da República, o ex-presidente ficou na incômoda situação de explicar como se pôde armar ao seu redor uma quadrilha tão numerosa e organizada. O procurador-geral deixou vago no organograma da quadrilha o posto logo acima de Dirceu. Mas o quebra-cabeça não é de difícil solução. Basta tentar montar com as peças do quebra-cabeça uma outra imagem que não a de Lula. Não encaixa.
A denúncia do procurador-geral foi aceita, em 2007, pelo STF. Em um julgamento histórico, que teve como estrela o ministro Joaquim Barbosa, o Supremo colocou no banco dos réus os mensaleiros e o governo do PT. Barbosa fez um voto inteligente. Subverteu a ordem da denúncia preparada pelo procurador-geral da República. No seu voto, abriu com o capítulo 5, porque mostrava a fonte do dinheiro que abasteceu o valerioduto. Depois, pulou para o capítulo 3, no qual são narrados os casos de desvio de dinheiro público. E, assim, deixou por último os capítulos mais complexos, incluindo aquele em que José Dirceu e comparsas são acusados de formação de quadrilha. Talvez isso explique a facilidade com que o crime de formação de quadrilha foi aceito – ao contrário das expectativas iniciais. Agora, Barbosa carrega sobre os ombros a pesada possibilidade de relatar o processo do mensalão.
Além de encontrar infindáveis maneiras de adiar o julgamento do processo, a defesa dos envolvidos na quadrilha tem artimanhas para reconstruir a imagem dos acusados – e tentar coagir o Supremo. Os mensaleiros são hoje representações idealistas, criadas para imprimir na opinião pública uma imagem irreal dos envolvidos. Para se ter uma ideia, em abril, Genoíno foi nomeado assessor especial do Ministério da Defesa. A ideia é mostrar que o ex-deputado ocupa um cargo relevante, subordinado diretamente a Nelson Jobim, ex-ministro do STF. A mensagem subliminar é que um ex-magistrado da envergadura de Jobim não ousaria nomear um criminoso para um cargo de tanta confiança. João Paulo Cunha, que presidia a Câmara no período do escândalo, facilitava contratos a financiadores do esquema e usava o dinheiro da propina, assumiu a Comissão de Constituição e Justiça da Casa.
Já Dirceu, que se dedicou aos negócios, fazendo meteórica carreira como despachante de empresas nacionais e estrangeiras com interesses em decisões de órgãos estatais, voltou com força total ao jogo político na eleição que levou Dilma Rousseff à Presidência, já esteve diversas vezes no Palácio do Planalto neste ano e não perde um holofote. No velório do ex-vice-presidente José Alencar, ficou a poucos metros dos ministros do STF Gilmar Mendes e Ellen Gracie, que vão julgá-lo no processo do mensalão. Dirceu chegou, inclusive, a despontar como candidato a ministro do governo Dilma. As nomeações de mensaleiros para postos estratégicos do governo têm o único e claro objetivo de conferir a eles algo que a investigação oficial lhes tirou: respeitabilidade. É uma maneira de tentar conseguir a absolvição perante os cidadãos, para, depois, contar com uma aposta na tradição do Supremo Tribunal Federal de não condenar políticos.