‘A falsa solução do plebiscito’, editorial do Globo
PUBLICADO NO GLOBO DESTA TERÇA-FEIRA
Resultado de um lance de oportunismo de alas do PT embevecidas pela “democracia direta” chavista, a Constituinte exclusiva, ideia afastada por flagrante ilegalidade ─ não pode haver constituinte para rever apenas partes da Carta ─, foi convertida em plebiscito. Ao vislumbrar uma brecha na crise das manifestações de rua para contrabandear este antigo sonho do partido ─ oficialmente, desde 2007, segundo documentos internos do PT ─, a legenda desembocou numa consulta popular que o governo Dilma precisa viabilizar junto ao Congresso.
A tarefa é impossível de ser cumprida, se a ideia for realizar uma consulta séria à população. Como o tema do plebiscito, a reforma política, não pode ser traduzido em perguntas simples e objetivas, exigência de qualquer sondagem popular, a presidente Dilma tem mais um problema sério sobre a mesa para resolver.
E tudo isso para pretensamente atender a uma das reivindicações das ruas, afirmam o governo e o partido. Ora, num sentido bastante amplo, pode-se entender que as críticas aos políticos e governos em geral, feitas nas manifestações, podem ser atendidas por uma reforma política. É duvidoso, porém. Mais ainda quando se sabe que, entre as mudanças arquitetadas por petistas, está o voto em lista fechada, em que os candidatos são escolhidos pelos caciques partidários, em barganhas nada transparentes, distantes do povo em nome do qual se pretende fazer as mudanças. Ironia pura. E, enquanto o plebiscito vai tomando conta da agenda política, o governo finge não entender críticas reais feitas nas ruas: prioridades erradas nos gastos públicos, desperdícios, mais recursos para Educação e Saúde, por exemplo. É a tradução dos ataques aos estádios para a Copa e à baixa qualidade do sistema de transporte público urbano.
Em vez de uma incerta e etérea reforma política, o Planalto deveria responder às manifestações com ações objetivas e certeiras. Como a suspensão do mirabolante e bilionário projeto do trem-bala entre Rio e São Paulo, com o último orçamento em mais de R$ 30 bilhões ─ cifras sempre revistas para cima ─, e a transferência do que houver de dinheiro público envolvido na empreitada para viabilizar projetos de trens suburbanos e metrôs nas duas regiões metropolitanas.
Os tais “pactos” com os quais Dilma se compromete ─ a reforma política é um deles ─ correspondem a despesas de R$ 50 bilhões. Em entrevista ao Globo, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, promete cortes em gastos de custeio e/ou aumento de impostos a fim de compensar estas despesas. Chega a ser um acinte admitir aumentar a já elevada carga tributária, quando o governo gasta R$ 611 bilhões por ano ─ ou quase US$ 300 bilhões ─ para manter uma enorme máquina burocrática, com 39 ministérios, quase 1 milhão de funcionários e 22 mil servidores apaniguados, donos de cargos ditos de confiança, para os quais são nomeados por afinidades pessoais e ideológicas. Explica-se o mau humor demonstrado nas manifestações. Vandalismo à parte.
Quando o poder se torna inimigo da verdade, quando os valores são condenados e a ética é jogada ao lixo, urge trocar as posições, para que a justiça ocupe seu verdadeiro lugar e retome como a reguladora da Nação. Celso Brasil
A verdade reveladora com provas em vídeo.
E a comissão da INverdade cada vez mais injusta
Composta por gente dessa espécie, como o vulgo Clemente - terrorista confesso (assista o vídeo) - que conta com a blindagem petralha e, consequentemente, a impunidade, já que não será julgado, porque matava militares e civis. Muitos que militavam pela mesma causa sem causa que ele sempre defendeu. A execussão de "cumpanheros" que, eventualmente, questionassem qualquer coisa, sempre foi uma rotina normal. Imagine o que não fazem, até hoje, com verdadeiros opositores desta seita satânica que se apoderou do Brasil!
Os "justiçamentos" continuam, notoriamente, até os dias atuais. Basta verificar as mortes de Celso Daniel e inúmeras testemunhas. Jornalistas, blogueiros e tantas pessoas que estão morrendo por denunciar os crimes desta quadrilha extremamente organzada e financiada com nosso próprio dinheiro. O que enfrentamos atualmente, é algo inédito na história do Brasil. Infelizmente, o período mais podre desta história.
Os vídeos abaixo são breves, porém, mostram a realidade cruel que os jovens de hoje jamais imaginam.
Celso Brasil
Seria este ESCROQUE COMUNISTA da Paz condicente com o seu sobrenome? Claro que não, Vamos conhecer um pouco sobre quem foi este "Santo" TERRORISTA que lutou contra o Brasil, e é visto hoje pelos jovens apoiadores do PT como um herói que "lutou pela democracia" durante o REGIME MILITAR.
Carlos Eugênio da Paz, foi um dos militantes da ALN que esteve presente em quase todos os atos terroristas da organização. Amigo da camarada Estela ou Luiza ou Dilma... Como quiser chamá-la.
Ex-comandante da ALN, membro da Coordenacão Regional e Nacional da Organização. Juiz e carrasco do "Tribunal Vermelho ", participou ativamente de, como ele mesmo declarou, cerca de 10 assassinatos.
Um dos mais discutidos JUSTIÇAMENTOS, entre os próprios militantes das organizações terroristas foi o de Márcio Toledo Leite, que o próprio CLEMENTE, diz não se arrepender e defende a execução de Hennig Boilesen descrito em seu livro: Viagem à Luta Armada. O homem da ALN que avalia fuzis “bons para execução” e amigo do dirceu que integrava o mesmo grupo terrorista. Ele trata da morte como quem diz: “Está frio lá fora e hoje e segunda-feira”. Eis a transcrição do que este ASSASSINO TERRORISTA fala no vídeo apresentado pela novela exibida no SBT, em retribuição do Silvio Santos ao governo do PT, após o operário que nunca foi padrão ter salvo o banco Panamericano.
“Eu, atrás (no banco do fusca) com um fuzil Mauser 762, que é um fuzil muito bom para execução, de muita precisão. E quando ele (a vítima) chega na esquina da alameda Casa Branca, ele tinha de parar porque tinha uns dois carro na frente... Ele teve que parar. Quando ele parou, eu tava no banco de trás do carro e falei ‘Vou dar um tiro nele’. Peguei o fuzil, o companheiro que tava na frente, no Fusca, baixou a cabeça e já dei um primeiro tiro de fuzil. Não acertei de cheio porque eu sou destro; eu atiro nessa posição (Note a frieza como ele demonstra a posição e o verbo NO PRESENTE), como eu tava atrás, no Fusca, eu tive que inverter e atirei assim, então pegou aqui, de cabeça, no occipital dele, mas já começou a sangrar. Ele abre a porta do carro e sai do carro. Nós saímos. Só o motorista que não sai porque o motorista tem que ficar ali, assegurando a fuga. Saímos eu e outro companheiro. Ele sai com a metralhadora, eu saio com o fuzil. Ele (a vítima) saiu correndo em direção à feira, o companheiro metralhando ele, e eu acertando com dois, três, quatro (tiros), acertei três tiros nas costas dele, e o companheiro, com a metralhadora, acertou vários. Aí, de repente, ele caiu; quando ele caiu, eu me aproximei, e, com a última bala, a gente sempre dá o último tiro de misericórdia, que é para saber que a ação realmente foi cumprida até o fim.
"Uma nação soberana e justa se constrói também através das lutas de seu povo. Quando uma parte da sociedade apela para a violência, é bom que aqueles que defendem a democracia e a liberdade respondam com as mesmas armas. Isso vai construindo uma consciência a longo prazo, mesmo se essa luta não conseguir todos os seus objetivos." Veja, no vídeo abaixo, quão "santo" é este herói dos jovens petralhas que nem sonham o que aconteceu de real no passado.
JUSTIÇAMENTO - Face oculta da guerrilha Brasileira
É muito mais podre do que pensamos. O dinheiro sujo sustenta as organizações corruptas que dominam a política na américa "latrina". O mesmo acontece com toda a esquerda mundial.
E o Brasil compactua e participa de tudo isso. As FARCs estão, comprovadamente, no país e o MST é treinado como tal. FARC não sobrevive sem tráfico. Formam uma poderosa rede que sustenta a corrupção, mandando e financiando campanhas, manipulando os governos.
O pacto de Cuba com traficantes de cocaína
Euler de França Belém
Para não quebrar, sob a perestroica de Gorbachev, a ilha de Fidel
Castro negociou com Pablo Escobar. O comércio só ruiu quando os EUA
descobriram que Cuba era um entreposto da cocaína do Cartel de Medellín
Fidel Castro, Arnaldo Ochoa e
Pablo Escobar: o primeiro teria aceitado o tráfico de cocaína do
terceiro porque Cuba precisava de dólares para impedir a “quebra” da
ilha e o segundo entrou na história como boi de piranha
Para entender por qual razão Fidel e Raúl Castro embarcaram no comércio
de cocaína com Pablo Escobar, do Cartel de Medellín, é preciso buscar
as raízes do problema — que estão expostas com competência pelo
historiador britânico Richard Gott em “Cuba — Uma Nova História”, no
capítulo “Cuba fica só — 1985-2003”. Em março de 1985, Mikhail Gorbachev
assume o comando da União Soviética e tenta reformar o sistema
socialista. A semicolônia cubana, como a chama Gott, ficou,
inicialmente, desconfiada dos propósitos da glasnost (abertura política e
cultural) e da perestroika (reestruturação econômica do sistema). Antes
de Gorbachev, o governo de Iuri Andropov explicou “formalmente que a
garantia de defesa soviética, vigente desde a crise dos mísseis em
outubro de 1962, não podia mais ser estendida à ilha”. Raúl Castro ouviu
de Andropov, em Moscou, em 1983, que a União Soviética iria cuidar de
seus próprios assuntos.
A abertura soviética chegou a empolgar alguns líderes cubanos, mas não
Fidel e Rául, que, hábeis politicamente, entenderam que qualquer reforma
mais forte na ilha significava retirá-los do poder e que a perestroika
iria reduzir investimentos da terra de Púchkin na Disneylândia das
esquerdas. O líder cubano Carlos Rafael Rodríguez fez “comentários
favoráveis sobre a perestroika”, em Bucareste, o que não agradou a
dupla. Em 1989, Gorbachev visitou Cuba e esclareceu: “À medida que a
vida segue novas exigências são feitas à qualidade da nossa interação.
Isso se aplica particularmente aos contatos econômicos — estes devem ser
mais dinâmicos e efetivos, e produzir retornos mais significativos para
ambos os países”. Gott complementa: “Em particular, Gorbachev deixou
claro que a velha relação econômica, com os preços subsidiados que há
muito ajudavam a manter a relativa prosperidade de Cuba, teria de ser
encerrada. E mais estava para vir. No futuro, os russos iam querer
receber o pagamento pelos seus bens em dólares norte-americanos”. Em “A
Ilha do Doutor Castro — A Transição Confiscada”, Corinne Cumerlato e
Denis Rousseau relatam: “O Clube de Paris conta entre seus membros a
ex-União Soviética, que calcula a dívida cubana em mais de 22 bilhões de
rublos e exige um tratamento a parte. A esse rombo somam-se cerca de 11
bilhões de dólares emprestados por Estados ou bancos internacionais, o
que representa aproximadamente 80% de seu PIB. Segundo essas
estimativas, Cuba detém um dos mais altos índices de endividamento na
América Latina”.
Com Cuba em crise, por causa do afastamento paulatino da União
Soviética e a perestroika se espraiando no Leste Europeu, Fidel decidiu
que todo simulacro de dissidência, ou de apoio às mudanças patrocinadas
por Gorbachev, deveria ser contida a ferro e fogo. O general Arnaldo
Ochoa Sánchez, “figura lendária e heroica, para os soldados cubanos,
atrás apenas de Fidel”, segundo Gott, era a principal preocupação. Ochoa
comandou os exércitos cubanos em Angola, Moçambique, Etiópia e, antes,
na Venezuela. (Os críticos de Fidel em geral omitem que a participação
dos militares cubanos na luta conta a África do Sul, em território
angolano, foi decisiva para torpedear e enfraquecer o regime do
Apartheid.)
Popular e herói histórico, Ochoa, se tivesse apoio externo, sobretudo
soviético, poderia se tornar o Fidel dos tempos da perestroika. Por
isso, provavelmente, Fidel decidiu liquidá-lo, e contra a vontade de
Raúl. Há outro indício: Fidel sempre considerou o irmão fraco em termos
políticos e, no caso de sua morte, poderia ser controlado por militares
carismáticos, como Ochoa. Eliminada a principal figura militar, os
demais militares ficariam quietos e, de fato, ficaram. Por isso, ao
voltar da África, a chamado de Fidel, para “receber” uma promoção, Ochoa
foi preso. Em “Cuba Sem Fidel”, Brian Latell apresenta a versão
corroborada por especialistas em Cuba: “Fidel desejava evitar que o mais
popular comandante cubano das Forças Armadas, atraído então pelos
movimentos de reforma que proliferavam à época na União Soviética e no
Leste Europeu, se tornasse algum dia um ponto de aglutinação para os
críticos reformistas do regime. Ochoa comandara, no total, mais de 300
mil soldados cubanos em diferentes missões no exterior e continuava a
ser extremamente popular”. Latell ressalva: “Não havia indícios de que
planejasse investir contra o regime e, para Raúl, essa era uma
possibilidade inconcebível”. O escritor Norberto Fuentes, amigo de
Ochoa, contesta a tese de que o general tenha conspirado contra Fidel,
embora todos admitam que, nos últimos anos, teria perdido o respeito
pelo líder supremo. Achava-o “covarde”.
A prisão de Ochoa e de outros integrantes do primeiro escalão do
regime, em 1989, “merecia” uma justificação palatável para os militares e
para a população. O general seria o comandante das operações privadas, e
não estatais, com o chefe do Cartel de Medellín, Pablo Escobar, na
época um dos reis do tráfico internacional de cocaína. Latell diz que a
acusação de Fidel — sim, ele personifica o regime — é fictícia. “Os
rumores sugeriam que a acusação de corrupção tinha mais a ver com
política do que com irresponsabilidade financeira. As prisões ocorreram
apenas dois meses após a visita de Gorbachev a Havana”, diz Gott. Ele
pergunta: “Teria havido um complô para substituir Castro por uma
liderança reformista, favorável à introdução da glasnost e da
perestroika em Cuba?” Latell fornece uma resposta: “Os principais
‘crimes’ de Ochoa haviam sido questionar a autoridade dos irmãos Castro e
pensar na possibilidade de desertar. Fidel chegou à conclusão de que
Ocha precisava ser condenado por um crime realmente hediondo [...] a fim
de evitar qualquer reação indesejada [...] da parte dos militares. As
acusações de tráfico de drogas serviram como uma cortina de fumaça”.
Gott acrescenta que, na esteira da perseguição a Ocha, foi preso o
general José Abrantes, ministro do Interior (Minint). “Ele tinha feito
referências favoráveis à reforma de Gorbachev num discurso na União de
Escritores e Artistas em Havana.” Os gêmeos Patricio e Tony de la
Guardia, amigos de Ochoa, também foram presos.
Cumerlato e Rousseau são incisivos: “Uma dupla suspeita continua a
pesar sobre Fidel Castro: a de ter se livrado de um oficial prestigiado,
que lhe fazia sombra, e a de ter ao mesmo tempo feito desaparecer
perigosas testemunhas que podiam implicá-lo num caso de tráfico de
drogas internacional. Em 13 de julho de 1989, às 4 horas da manhã, um
pelotão de execução fuzilava quatro oficiais superiores, detidos apenas
um mês antes e acusados de terem montado uma rede internacional de
tráfico de cocaína. Os quatro foram condenados ao final daquele que foi,
segundo muitos analistas, o último processo stalinista do mundo
comunista ocidental, em plena perestroika soviética e pouco meses antes
da queda do muro de Berlim”. No livro “El Magnífico — 20 Ans au Service
Secret de Castro”, Juan Vivés nota que um grande número de pessoas
participou da operação com o colombiano Pablo Escobar — o que indica
claramente uma participação do Estado na proteção aos traficantes de
cocaína. “Todo mundo sabe que o tráfico era impossível de ocorrer sem
que Fidel e Raúl não estivessem a par”, acrescenta Juan Vivés. O
ex-espião cubano tem razão: num Estado policial, como o cubano, seus
dirigentes sabem de praticamente tudo que ocorre no país, sobretudo num
pequeno país como Cuba. Se Fidel não sabia que traficantes usavam Cuba
como base para transportar cocaína para a Flórida, nos Estados Unidos,
pode-se tachar o sistema de espionagem e o dirigente político de
incompetentes. Como o sistema de espionagem é eficiente, monitorando
toda a ilha e repassando informações para os irmãos Castro, é pouco
provável que Fidel seja o marido traído da história. Vivés frisa que
Raúl era o chefe do acordo com Pablo Escobar e revela que o líder cubano
mantinha relações com narcotraficantes das Farc. Os sandinistas da
Nicarágua também estavam envolvidos com o tráfico — todos em busca dos
“vitaminados” dólares. Vivés revela que o capitão cubano Jorge Martínez,
subalterno de Ocha, foi o contato de Raúl e do nicaraguense Daniel
Ortega com Pablo Escobar. As informações de Vivés são de um ex-espião
importante do sistema de informações de Cuba. Ressalto que era amigo de
Ochoa. “O nível de detalhes em que [Fidel] Castro está envolvido é
absolutamente extraordinário. Realmente excede a imaginação pensar que
ele [Fidel] não consentiu o tráfico de drogas”, assinala Jacqueline
Tillman, ex-integrante do Conselho de Segurança Nacional dos Estados
Unidos. John Fernández, porta-voz da DEA em Miami, sugere cautela e,
solitariamente, aponta que não há prova cabal da relação direta de Fidel
com os traficantes. Andrés Oppenheimer, correspondente do “Miami
Herald”, citado por Gott, diz que o ex-ministro “[José] Abrantes afirmou
que Castro estava a par de que embarques de cocaína passavam
ocasionalmente pelo território cubano, e numa ocasião autorizara a venda
da cocaína capturada pela guarda costeira cubana. Não obtante, teria
ficado furioso ao compreender a escola do que estava sendo feito pelas
suas costas”.
Ninguém, nem mesmo os manos Fidel e Raúl, negam a negociação com os
traficantes colombianos. Fidel e Raúl negam, apenas, que tenham
participado do esquema. A versão oficial é apresentada em “Fidel Castro —
Uma Biografia Consentida”, da jornalista brasileira Claudia Furiati: “O
primeiro elo entre o coronel [Tony de la Guardia] e os narcotraficantes
se concretizaria no Panamá, através de seu funcionário Miguel Ruiz Poo e
um primo deste, também cubano (Reinaldo Ruiz), casado com uma
colombiana. No início de 1987, acertaram que um avião procedente da
Colômbia aterrissaria em Cuba com caixas de computador IBM repletas de
cocaína. Lanchas vindas de Miami recolheriam a droga embalada em caixas
de charuto cubano. A operação, realizada em abril, proporcionou ao grupo
320 mil dólares. Em maio, um outro avião aterrissava na base militar da
praia de Varadero com o mesmo objetivo, completando-se, no ano, cinco
operação exitosas e uma que falhou porque o avião não chegou à base”.
Não deixa de ser estranho que Furiati não questione os fatos de que
aviões estrangeiros tenham entrado em Cuba e de que uma movimentação
financeira muito alta (em dólares) tenha ocorrido e o onipresente e
onipotente Fidel — com o apoio do chefe militar, Raúl — não tenha ficado
sabendo. De todos os livros consultados, o de Furiati é o único que
acusa Ochoa frontalmente, sem qualquer presunção de inocência, e
apresenta apenas a versão do governo. Mas pelo menos admite que o
tráfico contaminara Cuba e a cúpula do regime, obviamente “perdoando”
Fidel e Raúl.
Gott diz que a cocaína era transportada para a Flórida pelo aeroporto
de Varadero, em Cuba. O coronel Tony de la Guardia (o mesmo que treinou a
guarda que protegia o chileno Salvador Allende, em 1973. Suspeita-se
que tenha matado Allende, a pedido de Fidel, que considerava o líder
socialista “fraco”. Não há, porém, provas contundentes) seria o chefe
direto do esquema, mas comandado por Ochoa — quando se sabe que o
operador de fato era Rául, o chefão militar. Andrés Oppenheimer relata
que “Reinaldo Ruiz [exilado cubano envolvido com o tráfico de cocaína]
teria perguntado a La Guardia se ‘el señor’ [Castro] sabia da situação, e
recebido um ‘é claro’ como resposta”, anota Gott. Mas este pondera:
“Não há provas de que Tony de la Guardia tenha discutido esses planos de
traficar drogas com Castro, mas é razoável supor que tenham sido
aprovados por [José] Abrantes, o ministro responsável pelo departamento
MC” (“Moneda Convertible”, moeda conversível)”. O historiador frisa que
Cuba tem “o maior e o mais sofisticado serviço de inteligência” de sua
região, perdendo apenas para a CIA, dos Estados Unidos. Cumerlato e
Rousseau chamam Fidel de “dealer máximo”, traficante máximo, num
evidente exagero, pois o líder cubano não traficava diretamente — Cuba
era usada apenas como entreposto.
Furiati admite que o envolvimento de Cuba com o tráfico de cocaína foi
denunciado primeiramente pelo governo dos Estados Unidos. Fidel recebeu
informações objetivas do governo norte-americano. Depois, a agência UPI
publicou: “Dois narcotraficantes se declaram culpados de transportar
mais de uma tonelada de cocaína através de Cuba” (“o primeiro transporte
de cocaína foi feito em abril de 1987. Uma carga de 300 quilos foi
transportada num pequeno avião da Colômbia até uma pista de pouso perto
de Varadero”, registra Gott). Enquanto o fato não se tornou escândalo
internacional, denunciado pelos Estados Unidos, Fidel e Raúl não tomaram
nenhuma providência e não acusaram nenhum militar. Há indícios fortes
de que Fidel, sem dinheiro para manter o mínimo de conforto para os
cubanos — alimentação básica mesmo —, tenha embarcado numa ideia
possivelmente de Raúl, a dos dólares fáceis do Cartel de Medellín.
Como a conexão Cuba-Pablo Escobar se tornou pública, comprometendo a
imagem do socialismo cubano, era preciso achar culpados. O mais
pragmático era matar dois coelhos com o mesmo tiro: primeiro,
arrumava-se um culpado para o tráfico internacional, e segundo,
punindo-o, eliminava-se uma possível ameaça política, Ochoa, de 48 anos.
O julgamento de Ochoa e aliados foi uma farsa, no estilo stalinista.
Ochoa parecia dopado e confessou crimes — na verdade, uma política de
Estado, incentivada por Fidel e Raúl — que não cometera. Mas não estava
apenas dopado. Possivelmente para garantir a sobrevivência de
familiares e amigos, o general aceitou a “culpa”. Cumerlato e Rousseau
registram: “O general Ochoa reivindicou diante do tribunal a
responsabilidade de contatos com Pablo Escobar, na época chefe dos
traficantes de droga colombianos do cartel de Medellín”.
Além de Ochoa, foram sentenciados à morte o capitão Jorge Martínez, o
major Amado Padrón Trujillo, o coronel Tony (Antonio) de la Guardia. O
general José Abrantes morreu na prisão. Patricio de la Guardia foi
condenado a 30 anos de cadeia. Pelo menos 150 oficiais superiores foram
expurgados do Exército.
Vídeo revelador Como o PT e os partidos alugados agem.
A herança maldita de Lula
A verdadeira ditadura dos fora da lei.
Trata-se de um sistema podre que não se importa com a lei, pois tudo é comprado ou calado, com terrorismo, pois submetem ao terror aqueles que não jogarem o jogo.
Esquemas de corrupção que foram implantados de forma generalizada, sobretudo nos últimos nove anos.
A blindagem dos corruptos já se tornou rotina. Sabemos que não há julgamentos e punição.
A falta de vergonha de um partido que se tornou a seita da corrupção, da imoralidade e total ausência de ética. O populismo, a corrupção deslavada e a herança maldita do Lula. Arnaldo Jabor desabafa.
Veja a matéria abaixo do vídeo.
11/12/2011
Fonte: VEJA
MATÉRIA
DA CAPA - COMO O GANGSTERISMO PETISTA SE ORGANIZOU PARA INCRIMINAR
INOCENTES E, ASSIM, LIVRAR A CARA DOS CULPADOS. E TUDO ESTÁ GRAVADO!
Ao longo
desses anos, não foram poucas as vezes em que me acusaram de ser um
tanto exagerado nas críticas ao petismo. Serei mesmo? A reportagem de
capa desta semana da VEJA demonstra até que ponto eles podem mergulhar
na abjeção. Operam, tenho dito aqui, com a inversão orwelliana mais
rudimentar: o crime passa a ser uma virtude; e os inocentes, criminosos.
Sem limites, sem pudores, sem receios.
A saída que o
PT encontrou para tentar se safar do mensalão foi afirmar que tudo não
passava de caixa dois de campanha e que todos, afinal de contas, agem do
mesmo modo. Só que era preciso “provar” a tese. E ONDE ESTAVAM AS TAIS PROVAS? NÃO EXISTIAM! ORA, SE NÃO EXISTIAM, ENTÃO ELES PRECISAVAM SER FORJADAS. É simples chegar a essa conclusão quando se é petista.
O que VEJA
traz, numa reportagem de sete páginas, de autoria de Gustavo Ribeiro e
Rodrigo Rangel, revela uma operação típica do mais descarado
gangsterismo político. Pior: há evidências de que a cúpula do partido
não só sabia de tudo como estava no controle. Vamos ao caso.
Lembram-se
da tal “Lista de Furnas”? Ela trazia nomes de líderes da oposição que
teriam recebido dinheiro da estatal de maneira ilegal, não-declarada,
quando eram governistas e compunham a base de FHC. Gravações feitas pela
Polícia Federal, com autorização da Justiça, a que VEJA teve acesso,
provam que era tudo uma tramóia operada por dois deputados do PT de
Minas. Reproduzo um trecho da reportagem (em azul):
(…)
Os falsários
apresentaram duas listas. A primeira, uma cópia xerox, e a segunda, que
deveria ser a original, mas era uma fraude ainda mais grotesca. Uma
perícia da polícia revelou depois que havia discrepâncias significativas
entre os dois documentos, e um jamais poderia ter se originado do
outro. O grupo de estelionatários, porém, precisava levar o plano a
frente e, para tentar conferir alguma autenticidade à armação, decidiu
também forjar recibos assinados pelos políticos beneficiados. É a partir
desse momento da trama que as gravações feitas pela polícia são mais
reveladoras da ousadia dos petistas em usar a máquina do estado para
cometer crimes. Há conversas entre o estelionatário Nilton Monteiro, o fabricante das listas, e os deputados petistas Rogério Correia e Agostinho Valente
(hoje no PDT). Os diálogos mostram que, em todas as etapas da
fabricação da lista, Nilton age sob os auspícios dos dois parlamentares,
que lhe prometem, além do apoio logístico, dinheiro e, principalmente,
“negócios” em empresas estatais ligadas ao governo federal como
compensação pelos serviços prestados.
(…)
Assessores parlamentares estavam em contato frequente com Nilton para
discutir formas de obter a assinatura do ex-diretor de Engenharia de
Furnas Dimas Fabiano Toledo, o suposto autor do documento. Eles
encaminham o estelionatário ao Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas
de Energia do Rio de Janeiro, entidade filiada à CUT, a central sindical
dominada pelo PT. Lá, ele seria ciceroneado por dirigentes sindicais e
teria acesso a documentos da estatal. (…) Em uma conversa com Nilton, Simeão de Oliveira, assessor mais próximo do deputado
Rogério Correia, explica como proceder: “Eles [Furnas] assinam coisas
para eles [o Sindicato] direto, aí eles vão olhar e falar se tem o do
Dimas (…) Explica pra ele pra que é, o que é, entendeu?”. Como a
tentativa de obter a assinatura junto ao sindicato fracassa, Simeão
elabora uma estratégia paralela, que prefere não revelar ao falsário.
Limita-se a dizer que as assinaturas
chegarão por Sedex. São particularmente reveladoras as conversas em que
os envolvidos discutem a obtenção de assinaturas de políticos da base
de FHC para fabricar recibos do suposto caixa 2. Nilton e o assessor de
Rogério Correia conversam sobre os padrões das assinaturas dos deputados
da oposição - e se questionam se conseguiram mesmo as assinaturas
corretas.
(…)
Em um dos diálogos, Nilton Monteiro discute com Simeão de Oliveira os
padrões gráficos das assinaturas do então líder da minoria na Câmara,
José Carlos Aleluia, do DEM , e do então líder do PSDB , Antônio Carlos
Pannunzio. Em relação a Aleluia, Nilton não tem certeza quais os valores
lhe serão atribuídos. “Não sei se é 75 000 reais ou 150 000 o recibo
dele”, comenta o lobista. Eles também incluem na discussão os nomes de
Gilberto Kassab, que assumiria a prefeitura de São Paulo no lugar do
tucano José Serra, que renunciaria ao cargo para disputar a eleição para
o governo paulista, e o então presidente do DEM , deputado Rodrigo
Maia.
(…)
A recompensa pelos préstimos de Nilton incluía, segundo as gravações, a
liberação de recursos em bancos públicos. Em uma discussão com Rogério
Correia, Nilton se mostra confiante: “Vou acabar com eles tudinho”. Mas,
antes, cobra o que foi prometido: “Eu quero aquele negócio que foi
escrito no papel. São aqueles negócios que eu pedi da Caixa e do Banco
do Brasil, pra liberar pra mim urgente no BNDES”, afirma.
(…)
Em alguns trechos, o lobista cita a necessidade de tratar do negócio com
a então senadora Ideli Salvatti, atual ministra de Relações
Institucionais, outra figura cativa nos episódios envolvendo dossiês
suspeitos. “Tivemos contato em apenas dois episódios. Nem eu nem meus
assessores participamos da obtenção da lista”, mentiu Correia quando
ouvido por VEJA. A parceria entre o deputado Correia e o estelionatário
inclui os serviços advocatícios do petista William dos Santos - que
serve também como elo entre seu cliente e a figura de proa do petismo
naquele era sombria, José Dirceu, principal réu do Mensalão.
(…) Leiam a íntegra na versão impressa. A edição traz a transcrição de alguns diálogos. Reproduzo um:
O
estelionatário Nilton Monteiro conversa com Simeão de Oliveira, assessor
do deputado petista Rogério Correia. Eles combinam a fraude. Para dar
autenticidade à chamada “lista de Furnas” era necessário a apresentação
de recibos assinados pelos políticos acusados. Monteiro estava empenhado
em arrumar as assinaturas para montar os documentos falsos.
Simeão: (…) Eu já estou aqui com José Carlos Aleluia.
(…) Nilton: Vem cá, a assinatura dele é um JC. Parece um U. S: Parece um M, isso. N : Isso, então é isso mesmo. Então eu já recebi esse cara, viu? S: É. N: Não sei se é 75 000 reais ou 150 000 reais. Eu acho que é 75 000 o recibo dele. S: O do Pannunzio. N: Pannunzio é uma assinatura toda esquisita, né? S: É um trem doido.
(…) S: Quem mais? O Kassab. N : O Kassab é um G Kassab.
(…) S: Uai, então você tem esse trem tudo original, Nilton? N: É lógico. Você fica na tua, sô. Por isso que eles estão tudo doido.
(…) N: Rodrigo Maia é Rodrigo e o final Maia entre parênteses. S: Ahn?N: Parece que é Rodrigo e depois um M. S: Não, não é esse, não. N: Então mudou a assinatura dele. Esse eu soube que ele tava mudando. S: Não é, não. N: Então, mudou. É Rodrigo… S: Não, tem não. N: Ih, então mudou a assinatura. Bem que falaram comigo, viu? Filho da p…, viu?
QUADRILHA
- Nilton Monteiro, quando foi preso em outubro passado, e os deputados
petistas Rogério Correia e Agostinho Valente (hoje no PDT): os
políticos mineiros prometeram ao estelionatário dinheiro e “negócios” em
bancos do governo federal como pagamento pela falsificação da chamada
“lista de Furnas”
Estes são os principais CRIMINOSOS, equipe comandada por LULA em sua lastimável gestão no Planalto. Seus crimes e as respectivas penas que deveriam estar sendo cumpridas, não fosse o esforço de blindagem do PT de Lula e Dilma. AS FOTOS, OS CRIMES, AS PENAS, DETALHES E VÍDEO. Observações: O gigantesco esquema não chegou ao conhecimento do então presidente que deixou a mais desastrosa e maldita herança da história do Brasil - A CORRUPÇÃO INSTITUCIONALIZADA.
Mensalão do PT
Fonte: VEJA
Os mensaleiros, nas palavras de Roberto Gurgel
Parecer do procurador-geral da República não
deixa dúvidas sobre atuação criminosa dos réus do maior escândalo do
governo Luiz Inácio Lula da Silva
Carolina Freitas
Em um parecer de 389 páginas sobre o mensalão, o procurador-geral da
República, Roberto Gurgel, esclareceu à nação a atuação de cada um dos
personagens do maior escândalo do governo de Luiz Inácio Lula da Silva.
Gurgel afirma haver provas suficientes para confirmar que o ex-ministro
da Casa Civil José Dirceu era o chefe da quadrilha que desviou dinheiro
público para comprar o apoio de partidos políticos ao governo federal.
O procurador pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) que condene 36
réus da ação. O documento recomenda a absolvição apenas de Luiz
Gushiken, ex-ministro da Comunicação Social, e Antônio Lamas,
ex-assessor de Valdemar Costa Neto.
Abaixo, o que disse o procurador sobre cada mensaleiro:
José Dirceu
Crime: Formação de quadrilha e corrupção ativa Pena: De 19 a 111 anos de prisão
“As provas comprovaram, sem sombra de dúvida, que José Dirceu agiu sempre no comando das ações dos demais integrantes dos núcleos político e operacional do grupo criminoso. Era, enfim, o chefe da quadrilha”
“Foi o mentor do esquema ilícito de compra de votos e,
como líder do grupo, determinou as ações necessárias à consecução do
objetivo que justificou a união de todos os agentes.”
“Partindo de uma visão pragmática, que sempre marcou a sua biografia, José Dirceu resolveu subornar parlamentares federais, tendo como alvos preferenciais dirigentes partidários de agremiações políticas”
“Embora tenha afastado-se formalmente do Partido, manteve-se de fato no
seu comando, utilizando-o para viabilizar o esquema ilícito de cooptação de apoio político no Congresso Nacional”
“Provou-se que o acusado associou-se aos dirigentes do seu partido e a empresários do setor de publicidade e financeiro para corromper parlamentares”
“Muito embora não aparecesse explicitamente nos atos da quadrilha, estava no comandado das ações dos demais agentes, que a ele se reportavam na condição de líder do grupo”
Marcos Valério
Crime: Formação de quadrilha, corrupção ativa, peculato e lavagem de dinheiro Pena: De 85 a 527 anos de prisão
“Coube-lhe oferecer a estrutura empresarial necessária à obtenção dos recursos que seriam aplicados na compra do apoio parlamentar”
“Montou uma intrincada rede societária estruturada para mesclar atividades lícitas de publicidade com atividades criminosas”
“Na condição de líder do núcleo operacional e financeiro, foi de fundamental importância para o sucesso do esquema ilícito de desvio de recursos públicos”
“De mero financiador do projeto ilícito de José Dirceu, tornou-se
personagem influente, com poder até para negociar a formação da base
aliada do governo, tornando-se homem de confiança de José Dirceu”
“Perícia contábil realizada pelo Instituto Nacional de Criminalística comprovou o verdadeiro quadro de promiscuidade envolvendo as empresas da complexa teia empresarial montada pelo réu Marcos Valério”
“A atuação de Marcos Valério pode ser comprovada pelos atos praticados logo após a eclosão do escândalo, como destruição de notas fiscais, reprocessamento da contabilidade original e até falsificação de contratos”
Delúbio Soares
Crime: Formação de quadrilha, corrupção ativa e lavagem de dinheiro Pena: De 19 a 111 anos de prisão
“Integrou o grupo criminoso desde 2003, tornando-se o
principal elo entre o núcleo político e os núcleos operacional -
composto pelo grupo de Marcos Valério – e financeiro - bancos BMG e
Rural”
“Coube-lhe os primeiros contatos com Marcos Valério para viabilizar o esquema de obtenção dos recursos que financiaram a cooptação de partidos para a composição da base aliada do governo”
“Comprovou-se que a ação de Delúbio Soares como integrante do grupo
criminoso não se limitou a indicar os beneficiários das propinas, tendo
sido também o beneficiário final das quantias recebidas”
José Genoino
Crime: Formação de quadrilha e corrupção ativa Pena: De 17 a 99 anos de prisão
"Era o interlocutor político do grupo criminoso. Cabia-lhe formular as propostas de acordos aos líderes dos partidos que comporiam a base aliada do governo"
“Além de conversar com os líderes partidários, convidando-os a apoiar os projetos de interesse do governo, procedia ao ajuste da vantagem financeira que seria paga caso aceitassem a proposta”
Roberto Jefferson
Crime: Corrupção passiva e lavagem de dinheiro Pena: De 5 a 22 anos de prisão
“Roberto Jefferson, no período compreendido entre dezembro de 2003 e maio de 2004, recebeu R$ 4.545.000,00 para votar a favor de matérias do interesse do Governo Federal”
“O acordo fechado à época por Roberto Jefferson com José Dirceu impunha
o pagamento do valor de R$ 20.000.000,00 para que o PTB aderisse à base
de apoio do Governo. Roberto Jefferson recebeu duas parcelas,
totalizando R$ 4.000.000,00. Apesar dos seus intensos esforços, Roberto Jefferson não conseguiu receber os R$ 16.000.000,00 faltantes”
Valdemar Costa Neto
Crime: Formação de quadrilha, corrupção passiva e lavagem de dinheiro Pena: De 9 a 35 anos de prisão
“Arrecadou o montante de R$ 6.035.742,00 por meio de 63 operações de lavagem de dinheiro”
“Recebeu a quantia de R$ 8.885.742,00 para votar a favor de matérias do interesse do Governo Federal. O Parlamentar foi cooptado por José Dirceu”
João Paulo Cunha
Crime: Corrupção passiva, lavagem de dinheiro e peculato Pena: De 10 a 42 anos de prisão
“Desviou, em proveito próprio, o valor de R$ 252.000,00 que pertenciam à Câmara dos Deputados”
“Concordou com a oferta, e, ciente da sua origem ilícita,
valeu-se da estrutura de lavagem de dinheiro disponibilizada pelo Banco
Rural para receber o valor. Maria Regina Milanésio Cunha, sua esposa,
compareceu à agência do Banco Rural no Shopping Brasília e recebeu a quantia em espécie”
Duda Mendonça
Crime: Lavagem de dinheiro e evasão de divisas Pena: De 8 a 32 anos de prisão
“Após receber parte dos valores pelo modelo de lavagem de dinheiro
implementado pela direção do Banco Rural, resolveu, em busca de maior
segurança na ocultação dos dados da operação, que o restante deveria ser
pago em uma conta no exterior”
Caso de Polícia
Marcos Valério falsificou documento até de terras da União
MP da Bahia apurou ainda que empresário grilou terrenos no oeste do estado
Cida Alves
O empresário Marcos Valério é preso em Minas Gerais, na Operação Terra do Nunca
(Charles Silva Duarte/Folhapress)
O esquema de que participava o empresário Marcos Valério, preso na manhã desta quinta-feira,
incluia até a falsificação de documentos para que ele aparecesse como
proprietário de terras na Bahia que na verdade pertencem à União,
informou o Ministério Público Estadual da Bahia (MP-BA). Com a
colaboração de advogados e oficiais de cartório, o empresário também
conseguiu adquirir terrenos em São Desidério, no oeste do estado, por
meio de documento irregulares, o que caracteriza crime de grilagem.
O empresário chega a Salvador nesta tarde e será encaminhado
diretamente para o Comando de Operações Especiais da Polícia Civil
(COE), onde deve ser interrogado ainda hoje. Após o depoimento, será
levado para a Polinter, onde permanecerá detido.
A polícia também encontrou registros em nome de Valério de imóveis que
não existem. Todas essas propriedades eram apresentadas pelo empresário
como garantia no pagamento de dívidas. Três sócios de Valério
participavam do esquema: Ramon Hollerbach, sócio na empresa SMP&B, e
Francisco Marcos Castilho Santos e Margaretti Maria de Queiroz Freitas,
sócios na DNA Propaganda. Todos foram presos nesta sexta em Minas
Gerais. Outras 10 pessoas foram presas na Bahia e uma em São Paulo (veja
a lista completa abaixo). No total, foram cumpridos 23 mandados, entre
pedidos de prisão preventiva e de busca e apreensão, expedidos pelo juiz
Gabriel Moraes Gomes, da comarca de Salvador. Esquema - A Polícia Civil detalhou que o esquema
funcionava com a participação de servidores do Tabelionato do 2º Ofício
de Notas da Comarca de Barreiras e do Ofício de Registro de Imóveis de
São Desidério. Segundo o delegado Carlos Ferro, titular da Delegacia
Territorial de São Desidério, a quadrilha lavrava de forma fraudulenta
diversas escrituras públicas de compra e venda nos cartórios das duas
cidades. Entre os presos também estão empresários, latifundiários e
advogados. As investigações duraram 17 meses e foram coordenadas pelo
Departamento de Polícia do Interior (Depin).
A operação, chamada de Terra do Nunca, também contou com as
participações do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações
Criminosas e de Investigações Criminais (Gaeco), do Ministério Público
da Bahia e de Minas Gerais, além das polícias Civil de Minas e São
Paulo. Os acusados são alvo de vários inquéritos policiais, tendo como
base falsificação de documento público, falsidade ideológica, corrupção
ativa e formação de quadrilha.
O advogado de defesa de Marcos Valério, Marcelo Leonardo, nega
irregularidades. Segundo ele, o empresário já prestou explicações sobre o
caso à Polícia Federal em Minas Gerais, há três anos. "Isso é assunto
velho." Mensalão - As fraudes vieram à tona em 2005, quando
foram iniciadas as investigações pela Polícia Civil, que envolvem dez
inquéritos policiais. Nesse mesmo ano foi revelado o envolvimento de
Valério no esquema do mensalão, para pagamento de propina a
parlamentares da base aliada do governo Lula. O empresário era operador
do esquema e é réu na ação do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o
caso. Ainda não é possível dizer se, e como, as duas tramas criminosas
se retroalimentaram.
Mas o advogado de defesa de Marcos Valério se apressa em negar qualquer
ligação direta entre a prisão desta sexta-feira e o processo do
mensalão. "Acontece que desde que explodiu o mensalão, começaram a
investigar todas as atividades que tenham uma suposta participação do
Marcos Valério. E os assuntos relacionados a ele ganham um rigor maior
por parte do judiciário", diz Leonardo.
Marcos Valério é um dos 36 réus da ação penal 470, que trata do
mensalão, maior escândalo da política recente do Brasil. O empresário
foi operador e pivô do esquema, descoberto em 2005. Na ação que tramita
no Supremo Tribunal Federal (STF), ele responde por formação de
quadrilha, falsidade ideológica, corrupção passiva e ativa, peculato,
lavagem de dinheiro, delito de gestão fraudulenta de instituição
financeira e evasão de divisas.
O esquema comandado por José Dirceu, então chefe da Casa Civil do
governo Luiz Inácio Lula da Silva, consistia na compra de votos de
deputados na Câmara Federal, para aprovar projetos do governo. Cada
deputado custava cerca de 30 000 reais por mês. A fatura era paga com
dinheiro público, desviado por um esquema criado por Delúbio Soares,
ex-tesoureiro do PT, e por Marcos Valério. Os detidos:
Belo Horizonte (MG)
Francisco Marcos Castilho Santos, empresário
Marcos Valério Fernandes de Souza, empresário
Margaretti Maria de Queiroz Freitas, empresária
Ramon Hollerbach, empresário São Paulo
Marcus Vinicius Rodrigues de Martins, empresário Barreiras (BA)
Adilson Francisco de Jesus
Adroaldo Moreira da Costa, agricultor
Ana Elizabete Vieira Santos, ex-tabeliã e mãe do piloto de fórmula 1, Luiz Razia
Gilkison Botelho dos Anjos, conhecido como "Chiquinho"
João Onivaldo Faccio
Leonardo Monteiro Leite, advogado
Nadir de Oliveira Tavares Botelho, serventuária da Justiça
Nilton Santos de Almeida, empresário e bacharel em Direito
Raimundo Varques Gonçalves Lima, empresário
Ronaldo da Silva Schitine
Absurdo no Congresso
Projeto que anistia mensaleiros entra na pauta da CCJ
Entre beneficiários do esquema estão os cassados Dirceu e Roberto Jefferson
O projeto que anistia os deputados cassados pela Câmara no escândalo do mensalão,
descoberto em 2005, foi incluído na pauta da reunião da próxima
quarta-feira da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), a principal
comissão da Casa. O presidente do colegiado e responsável por definir a
pauta é o deputado João Paulo Cunha (PT-SP), um dos réus no processo
sobre o tema que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF).
A proposta polêmica é de autoria do ex-deputado Ernandes Amorim
(PTB-RO) e beneficiaria José Dirceu (PT-SP), Roberto Jefferson (PTB-RJ) e
Pedro Corrêa (PP-SP) - os três foram cassados e também são réus no
processo do STF. Se aprovada a anistia, eles poderiam disputar a
eleição. A cassação os privou dos direitos políticos por oito anos.
Amorim argumenta na justificativa do projeto que a Câmara absolveu a
maioria dos deputados citados no esquema o que, na visão dele, tornaria
injusta a manutenção da punição somente aos três cassados.
"Não se justifica a manutenção da pena de inelegibilidade apenas para
os três parlamentares cassados em plenário, designados arbitrariamente
para expiar a culpa de grande parte dos parlamentares", diz o autor.
O projeto tramita de forma conjunta com outra proposta, de autoria de
Neilton Mulim (PP-RJ), que sugere exatamente o contrário. O projeto do
deputado fluminense proíbe "a concessão de anistia aos agentes públicos
que perderam a função pública em decorrência de atos antiéticos, imorais
ou de improbidade". Por ambos tratarem do mesmo tema, ainda que com
visões opostas, eles estão apensados.
Por tramitarem conjuntamente, quando no início deste ano Mulim pediu o
desarquivamento de seu projeto o que trata da anistia aos mensaleiros
também voltou a tramitar. Ambos agora estão prontos para entrar na pauta
da CCJ. Recuo - Na noite de quinta-feira, após ser questionado pelo jornal O Estado de S. Paulo, João Paulo disse que determinaria que o projeto fosse retirado da pauta.
Empenhado em voltar rapidamente à política, o ex-ministro da Casa Civil
José Dirceu, apontado como chefe do esquema do mensalão, tem dito
publicamente que buscará a anistia no Congresso se for absolvido pelo
Supremo Tribunal Federal (STF). O processo deve ser julgado pela Corte
no próximo ano.
Mesmo se forem considerados inocentes pelo STF, os três cassados não
podem disputar eleições até 2015 porque perderam seus direitos políticos
ao terem a perda de mandato decretada pelos colegas. Somente um projeto
de anistia, nos moldes deste que está na CCJ, pode reverter essa
situação. (com Agência Estado)
Sexta-feira, 08/07/2011
O procurador-geral Roberto Gurgel pede a condenação de 37,
dos 40 denunciados. Os réus vão apresentar uma nova defesa em 30 dias e a
estimativa do relator do caso no Supremo, ministro Joaquim Barbosa, é
que o julgamento ocorra em 2012.
15/06/2011
às 7:17 \ Brasil
Mensalão: o escândalo que sujou para sempre o nome do PT
A revelação do esquema de corrupção que ficaria eternizado como
mensalão completou seis anos em 2011. No ano de 2005, descobriu-se que o
PT havia montado um gigantesco esquema de compra de votos de deputados na Câmara Federal, para aprovar projetos do governo.
Cada deputado custava cerca de 30 000 reais ao mês. A fatura era paga
com dinheiro público, desviado por um esquema criado por Delúbio Soares,
ex-tesoureiro do PT, e por Marcos Valério, o lobista carequinha.
Segundo o Ministério Público, o chefe dessa quadrilha, da qual faziam
parte quarenta ladrões, era José Dirceu, ex-ministro da Casa Civil.
Agora, Dirceu e o resto da quadrilha estão sendo processados no Supremo
Tribunal Federal. O julgamento do processo no STF poderá ocorrer ainda
neste ano. A seguir, relembre detalhes do escândalo – e o que alguns de
seus principais personagens têm feito para se livrar da punição.
O termo mensalão eternizou-se no vocabulário político brasileiro,
assim como “marajá” e “maracutaia”. Tudo foi descoberto pouco depois de VEJA
ter publicado o conteúdo de uma fita em que Maurício Marinho, então
chefe de departamento nos Correios, aparece recebendo propina de
empresários em nome do presidente do PTB, Roberto Jefferson. Para não cair sozinho,
Jefferson revelou em entrevista a um jornal a existência de um esquema
de pagamento de propina a deputados da base aliada, conhecido como
mensalão. Foi exposta ali a maior e a mais bem organizada quadrilha já descoberta agindo na estrutura de governo. Como se sabe, entre os 40 acusados, nove tinham posição de destaque no PT.
O deputado José Genoíno, processado por corrupção ativa e formação de
quadrilha, era o presidente do partido. Além dele, foram denunciados
Delúbio Soares, o ex-secretário Silvio Pereira, o ex-ministro Luiz
Gushiken, os ex-deputados José Dirceu, Professor Luizinho e João Magno e
os deputados João Paulo Cunha e Paulo Rocha. Em depoimento à CPI dos
Correios – cuja instalação o governo tentou, sem sucesso, impedir
-, Renilda Santiago Fernandes de Souza, mulher do publicitário Marcos
Valério, o operador do esquema, disse que Dirceu não só sabia de tudo
como ainda se reuniu com representantes dos bancos envolvidos no caso,
Rural e BMG, para tratar do assunto.
O escândalo chegou a colocar em risco o prosseguimento do governo Lula, que se viu obrigado a demitir Dirceu, seu homem forte, e Gushiken. Mas o ex-presidente sempre alegou não saber do que se passava nos corredores do Planalto – embora as evidências digam o contrário.
Depois da denúncia da quadrilha petista feita por Antonio Fernando de
Souza, procurador-geral da República, o ex-presidente ficou na incômoda
situação de explicar como se pôde armar ao seu redor uma quadrilha tão
numerosa e organizada. O procurador-geral deixou vago no organograma da
quadrilha o posto logo acima de Dirceu. Mas o quebra-cabeça não é de
difícil solução. Basta tentar montar com as peças do quebra-cabeça uma outra imagem que não a de Lula. Não encaixa.
A denúncia do procurador-geral foi aceita, em 2007, pelo STF. Em
um julgamento histórico, que teve como estrela o ministro Joaquim
Barbosa, o Supremo colocou no banco dos réus os mensaleiros e o governo
do PT. Barbosa fez um voto inteligente. Subverteu a ordem
da denúncia preparada pelo procurador-geral da República. No seu voto,
abriu com o capítulo 5, porque mostrava a fonte do dinheiro que
abasteceu o valerioduto. Depois, pulou para o capítulo 3, no qual são
narrados os casos de desvio de dinheiro público. E, assim, deixou por
último os capítulos mais complexos, incluindo aquele em que José Dirceu e
comparsas são acusados de formação de quadrilha. Talvez isso explique a
facilidade com que o crime de formação de quadrilha foi aceito – ao
contrário das expectativas iniciais. Agora, Barbosa carrega sobre os
ombros a pesada possibilidade de relatar o processo do mensalão.
Além de encontrar infindáveis maneiras de adiar o julgamento do
processo, a defesa dos envolvidos na quadrilha tem artimanhas para
reconstruir a imagem dos acusados – e tentar coagir o Supremo. Os mensaleiros são hoje representações idealistas, criadas para imprimir na opinião pública uma imagem irreal dos envolvidos.
Para se ter uma ideia, em abril, Genoíno foi nomeado assessor especial
do Ministério da Defesa. A ideia é mostrar que o ex-deputado ocupa um
cargo relevante, subordinado diretamente a Nelson Jobim, ex-ministro do
STF. A mensagem subliminar é que um ex-magistrado da envergadura de
Jobim não ousaria nomear um criminoso para um cargo de tanta confiança.
João Paulo Cunha, que presidia a Câmara no período do escândalo,
facilitava contratos a financiadores do esquema e usava o dinheiro da
propina, assumiu a Comissão de Constituição e Justiça da Casa.
Já Dirceu, que se dedicou aos negócios, fazendo meteórica carreira
como despachante de empresas nacionais e estrangeiras com interesses em
decisões de órgãos estatais, voltou com força total ao jogo político na eleição que levou Dilma Rousseff à Presidência,
já esteve diversas vezes no Palácio do Planalto neste ano e não perde
um holofote. No velório do ex-vice-presidente José Alencar, ficou a
poucos metros dos ministros do STF Gilmar Mendes e Ellen Gracie, que vão
julgá-lo no processo do mensalão. Dirceu chegou, inclusive, a despontar
como candidato a ministro do governo Dilma. As nomeações de mensaleiros
para postos estratégicos do governo têm o único e claro objetivo de
conferir a eles algo que a investigação oficial lhes tirou:
respeitabilidade. É uma maneira de tentar conseguir a absolvição perante
os cidadãos, para, depois, contar com uma aposta na tradição do Supremo
Tribunal Federal de não condenar políticos.
Áudio e texto completo abaixo. As instruções de Fidel foram cumpridas em todas as fases deste governo que implantou a corrupção generalizada no país. Podemos prever os próximos passos e, brevemente, teremos a implantação completa, incluindo a censura total da imprensa e nossa perda de liberdade, caso não haja uma reação efetiva do povo e das Forças Armadas que tudo assiste, consciente, mas calada. O narcotráfico, peça fundamental neste processo, já está em ação e muito bem organizado. Não vemos o mesmo nas únicas forças que podem nos tirar desta grave situação! Onde estão as ações? Estamos condenados a viver todo este terror que se projeta para muito breve? Celso Brasil
10 de Mayo, 2007 Programa de Radio Caracas Radio, Plomo Parejo, Dirigido por Iván Ballesteros. Texto completo da carta traduzido abaixo.
En esta emisión el señor Ballesteros lee una carta que le envió fidel castro a hugo chavez hace varios años.
Carta de Fidel Castro a Hugo Chávez (2005)
Carta de Fidel Castro para Chavez, e tambem enviada a Lula.
Veja abaixo, pela curiosidade. Transcrição
exata da tradução para o português do documento enviado por Fidel Castro ao Presidente
Hugo Cháves, da Venezuela, o qual esquematiza em linhas gerais as três etapas a
seguir (a primeira já cumprida, a segunda em vias de), a fim de implantar de
vez um regime comunista na Venezuela.
“PRIMEIRA ETAPA. Os pobres são
maioria e têm pouca memória. Injeta-lhes esperança e acusa o passado, à Democracia de todos os seus males. Mantém-te
em linha permanente com teu povo. Identifica-te com eles. Teu verbo tem de ser
simples; isso lhes chega muito bem, pois tens o tempero que faz falta .
Emociona-os, leva-os em consideração. Aprende a manipular a
ignorância . O verbo deve ser inflamado, de autoridade e poder; não te preocupes
com os ricos e a classe média, [pois] não são mais que 80% de pobres o que tu
necessitas . Os ricos saem correndo se lhes fazes "Buu!!!"
Os católicos adoram menções da Bíblia ou de
Cristo. Os católicos, em que pese ser a grande maioria na Venezuela, não fazem
nada. Rezar, sem ações, não vão chegar a parte alguma; são uns bobalhões.
Enquanto a igreja está adormecida, aproveita. Quando decidirem mover-se, já
estarás instalado. Lembra que a igreja é "escorregadia". Segue
fustigando.
Os católicos sem liderança não são ninguém.
Nenhum padreco vai reagir. Há dois ou três que querem rebelar-se, porém seus
superiores os encurralam. Se vês um sacerdote católico alvoroçado, compra-o,
chama-o, ganha-o para ti; se o povo cristão se te rebela, esse será teu último
dia... porém, dificilmente esse dia virá. Os judeus na Venezuela não contam, os
Evangélicos são uns pobres coitados e as demais religiões para que nomeá-las?
Cita o Cristo, sempre, fala em seu nome, lembra que isto a mim me deu
excelentes resultados.
Inclui bandeiras e Simón Bolívar quando
possas. Gera um novo nacionalismo. Desperta o ódio, divide os venezuelanos.
Esta etapa te dará bons dividendos... Se
eliminarão uns aos outros, a violência te ajudará também a instalar-te mais tarde à força. Entretanto, fale-lhes de
Democracia . Tens dinheiro, compra a fidelidade enquanto cumpres os teus objetivos. Quando consegues o que queres se
se opõem ou te aconselham, despreza-os. Envia-os a embaixadas, dálhes dinheiro
para que se calem ou tira-os do país para que a imprensa não os utilize. Os que
se oponham "planta-lhes" delitos; isso desqualifica para sempre. Por
todos os meios mantém maioria na Assembléia . Mantém a teu lado no mínimo a
Procuradoria e o Tribunal. Compre todos os militares com comando de tropa e
equipamentos . Põe-os onde há bastante dinheiro. Compra banqueiros. Grandes
comerciantes e construtores . Dá-lhes contratos, trabalhos e facilidades para esta primeira etapa.
SEGUNDA ETAPA. Para a segunda etapa tens que
haver formado Comitês de Defesa da Revolução que os podes chamar de "Bolivarianos". Faz
trabalho comunitário com eles para que te defendam agradecidos. Paga-lhes para
que sigam teus alinhamentos (marchas, concentrações).
Dos comitês seleciona os mais agressivos para uma força de choque armada que
podem necessitar se a coisa se põe difícil. Controla a Polícia, destrói-a.
Ponha-na à tua disposição. Na segunda etapa tens que aprofundar a visão da
Revolução. Deve-se mencionar muito a palavra revolução. Isto emociona os
pobres.
Aqui tens que fraturar as uniões de
trabalhadores e de empresários que podem fazer oposição. Aqui temos que
conseguir com que os trabalhadores estejam
filiados a uma central paralela. Com dinheiro se consegue. Do mesmo modo, tens que armar uma central de
empresários paralela. Ataca os empresários. Acusa-os de famintos, fascistas e particularmente acusa-os de golpistas; faz-te
de fraco.
A mente dos homens se situa no mais fraco e
na injustiça. Se não o podes comprá-los, fecha os meios de comunicação radial,
imprenssa e televisões. Tua empresa de petróleo é quem te produz o dinheiro do
projeto. Põe uma Junta Diretora Revolucionária. Demite os técnicos e acaba com
essa chamada meritocracia.
TERCEIRA ETAPA. Se tens tudo nesta etapa
podes seguir para a terceira. Na terceira etapa podes violar a Constituição porque
ninguém vai te impedir. Ordena invasões. Distribui armas, drogas e dinheiro.
Acusa-os de espiões e corruptos.
Desprestigia-os. Prende muitos jornalistas,
empresários, líderes trabalhistas . Os demais escaparão do país ou serão punidos.
Reestrutura o Gabinete. Aqui podes
desfazer-te de teus colaboradores. A alguns podes premiá-los e outros
desprezálos pois já não há oposição. Tens que pôr camaradas. Estabelece o
chamado constitucionalmente . Estado de Exceção; Suspende garantias. Lança o
toque de recolher. Apura-te, olha se o povo te está achando excelente. Fecha
todos os meios de comunicação. Destrói Prefeitos e Governadores da oposição.
Anuncia a reestruturação de todas as áreas do
Estado e a elaboração de uma nova Constituição. Forma um Conselho de Governo
com 500 membros. No Conselho Assessor do Governo estarei eu. Há que fuzilar os
opositores que não aprendem. Isso é a única coisa que os silencia e é mais
econômico.
Nunca deixes que se organizem, nem deixes que
conheçam tuas intenções. Seremos respeitados novamente com o Marxismo-Leninismo. Brasil, Equador,
Venezuela e Cuba a passos indestrutíveis. Se vejo que não tens colhões, recolho
todo o meu pessoal; podem me matar os militares, quando se te ergam, se não me
fazes caso.
As articulações no Brasil foram cuidadosamente patrocinadas por aqueles que implantaram a corrupção generalizada no país. Já existem exercícios na tríplice fronteira onde o sul do Paraná dá lugar a estes preparativos. O narcotráfico ocupa um papel de grande relevância, já que é a base financeira, superando a corrupção política que, nos últimos nove anos, levaram mais de 9 Bilhões, somente no Brasil. Logo teremos uma "América Latrina". Celso Brasil
Video esclarecedor no final deste post segunda-feira, 19 de setembro de 2011 Fonte: http://esta-acontecendo.blogspot.com
Terror iraniano abre base ostensiva em Cuba
Três
membros do grupo terrorista Hezbollah, lançado pelo Irã contra o
Ocidente, abriram uma base oficial do movimento em Havana, informou o “Corriere della Sera”.
O grupo saiu do México e prepara a chegada de um contingente mais
importante de agentes do terror iraniano. O primeiro contaria com 23
membros especializados em atividades clandestinas.
É bem fundada a suspeita de que o Hezbollah age na América Latina, na
tríplice fronteira Brasil-Argentina-Paraguai e em cidades fronteiriças
da Venezuela e Colômbia.
Devastadores atentados em Buenos Aires foram, ao que tudo indica, praticados por terroristas do mesmo Hezbollah.
Encontros para troca de informações, treinamentos e articulação entre
terroristas de diversos grupos foram patrocinados por Hugo Chávez em
território venezuelano.
Até agora essas missões eram cumpridas sigilosamente. Uma instalação
ostensiva em Cuba suscitaria reações americanas muito graves.
Mas, ao que tudo indica, agora os comandantes do terrorismo iraniano
sentem que pouco há que temer do presidente Obama e que eles podem
insolentemente se instalar na ilha sem medo a maiores conseqüências.
Para o jornal italiano, numa primeira fase, o Hezbollah visa recrutar informadores e fazer alianças com os narcotraficantes.
Também
poderá se infiltrar nas redes de imigração clandestina rumo aos EUA e
planejar vinganças na América do Sul contra inimigos de seus “amigos”
populistas de esquerda.
Para o jornal italiano, tudo isto pode se tornar facilmente realidade,
considerando-se as medidas de segurança bastante relativas no
continente, as fronteiras porosas e o crime organizado equipado com
armas e explosivos que os iranianos também utilizam.
Assim poderão “atacar e desaparecer”. As exaustas esquerdas
latino-americanas receberão um reforço até agora inesperado das amizades
cultivadas em longos anos de diplomacia pró-árabe.
Quando nossos velhos falavam em sinais dos tempos, acreditávamos que era uma bobagem. Jamais pensei que os veria! Os valorosos assistem impotentes o que os insanos e imorais impoem, contrariando o que os bons pregavam. O fim da Família é anunciado na proibição dos termos PAI e MÃE e a comemoração das datas que os homenageiam. Nossa cultura sendo desrespeitada e corrompida, destruindo os princípios morais nos fazem cair na triste realidade e concluir: ESTES SÃO OS SINAIS DOS TEMPOS.
Celso Brasil
A louca imoral Marta Suplicy e OAB tramam contra a Família, a Igreja e todos Princípios Morais no país
23 de outubro de 2011
A
senadora nunca foi exemplo de modelo de virtudes para as novas gerações e
a sociedade em geral, pelas suas extravangâncias contadas em prosa e
verso pela mídia, particularmente, nas colunas sociais. (OI/Brasil acima
de tudo)
Do Observatório de Inteligência Por Orion Alencastro
A senadora petista Marta Suplicy e a OAB se uniram para
descriminalizar a pedofilia, constranger a instituição da família, a
população heterossexual e os valores judáico-cristãos da sociedade
brasileira. É um absurdo e um atrevimento que a estroina "dona flor" confirme
sua mentalidade patológico-sexual e seduza a douta Ordem dos Advogados
do Brasil, pela sua Comissão de Diversidade Sexual e, em solerte conluio
imoral, elaborem estranha Proposta de Emenda Constitucional(PEC) que
vilipendia costumes, tradições e princípios educacionais que embasam a
formação moral e espiritual da nacionalidade, no instante em que o
rendoso crime organizado da prostituição da juventude e do narcotráfico
arrastam a sociedade para o submundo do vício.
Trata-se de texto de arrepiar professores, psicólogos, psiquiatras,
religiosos, promotores públicos, juristas e magistrados, sobretudo pelo
desrespeito às famílias que formam a Nação brasileira.
Quanto aos parlamentares, a sociedade já pode estimar qual será a
reação, pois a opinião pública dá sinais de repúdio aos seus
representantes pelos desvios de comportamento e interesses escusos que
infestam as relações com os governantes. (OI/Brasil acima de tudo)
Principais e intrigantes pontos: - Acabar com a família tradicional - Retirar os termos "pai" e "mãe" dos documentos -
Acabar com as festas tradicionais das escolas (dia dos pais, das mães)
para "não constranger" os que não fazem parte da família tradicional - A partir de14 anos, os adolescentes disporão de cirurgia de mudança de sexo custeada pelo SUS - Cotas nos concursos públicos para homossexuais etc...
Eis o texto que transpira a insanidade das mentes que o elaboraram, sob a nostalgia de Sodoma e Gomorra
"A senadora Marta Suplicy (PT-SP) elogiou a Proposta de Emenda
Constitucional (PEC), elaborada pela Comissão Especial de Diversidade
Sexual da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que quer ampliar
privilégios a indivíduos viciados em práticas homossexuais.
O texto tem a pretensão de introduzir na Constituição todas as
decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) que favoreceram a agenda gay,
inclusive a garantia de união estável para duplas homossexuais, com
direito à conversão em casamento e adoção de crianças.
De acordo com a agência de notícias do Senado,“a PEC tem como um de
seus principais ponto a criminalização da homofobia e estabelece a pena
de dois a cindo anos de reclusão para aqueles que praticarem atos de
discriminação e preconceito em virtude da orientação sexual de alguém. A
mesma punição se estende aos que incitarem o ódio ou pregarem [contra
a] orientação sexual ou identidade de gênero”.
Com a aprovação da PEC, a própria Constituição do Brasil se
transformará num PLC 122. Mas Suplicy reconhece que a tentativa de
transformar a Constituição do Brasil numa constituição anti-“homofobia”
certamente enfrentará resistência de “setores como o da igreja”.
A senadora acredita que, estrategicamente, será importante aprovar
primeiro o PLC 122/2006, pois sua tramitação está mais avançada, tendo
já sido aprovado sorrateiramente na Câmara dos Deputados e restando
apenas a votação no Senado. O segundo passo, na avaliação de Marta, é
apresentar a PEC, que é uma matéria mais ampla e complexa. “A PEC é bem
mais difícil de aprovar. Então, vamos começar com a homofobia e avaliar o
momento adequado para fazer uma PEC com essa amplitude, que é realmente
o sonho que nós gostaríamos para todo o País”, explicou a senadora à
agência do Senado.
O Estatuto da Diversidade Sexual conta com 109 artigos, que alteram
132 dispositivos legais. O Estatuto criminaliza a homofobia, reconhece o
direito à livre orientação sexual e iguala os direitos fundamentais
entre heterossexuais e LGBTs.
Eis algumas dos “avanços” que o Estatuto da Diversidade Sexual propõe: Legitimação da PEDOFILIA e outras anormalidades sexuais:
Título
III, Art. 5º § 1º– É indevida a ingerência estatal, familiar ou social
para coibir alguém de viver a plenitude de suas relações afetivas e
sexuais.
Sob essa lei, a família nada poderá fazer para inibir um problema
sexual nos filhos. A sociedade nada poderá fazer. E autoridades
governamentais que ainda restarem com um mínimo de bom senso estarão
igualmente impedidas de “interferir”.
Retirar o termo PAI E MÃE dos documentos:
Título VI, Art. 32 – Nos registros de nascimento e em todos os
demais documentos identificatórios, tais como carteira de identidade,
título de eleitor, passaporte, carteira de habilitação, não haverá
menção às expressões “pai” e “mãe”, que devem ser substituídas por
“filiação”.
Essa lei visa beneficiar diretamente os ajuntamentos
homossexuais desfigurados tratados como família. Para que as crianças se
acostumem com “papai e papai” ou “mamãe e mamãe”, é preciso eliminar da
mente delas o normal: “papai e mamãe”.
*Começar aos 14 anos os preparativos para a cirurgia de mudança de
sexo aos 18 anos (pode começar com hormônios sexuais para preparar o
corpo):
Título VII, Art. 37 – Havendo indicação terapêutica por
equipe médica e multidisciplinar de hormonoterapia e de procedimentos
complementares não-cirúrgicos, a adequação à identidade de gênero poderá
iniciar-se a partir dos 14 anos de idade.
Título VII, Art. 38 - As cirurgias de redesignação sexual podem ser realizadas somente a partir dos 18 anos de idade. *Cirurgias de mudança de sexo nos hospitais particulares e no SUS:
Título
VII, Art. 35 – É assegurado acesso aos procedimentos médicos,
cirúrgicos e psicológicos destinados à adequação do sexo morfológico à
identidade de gênero.
Parágrafo único– É garantida a realização dos
procedimentos de hormonoterapia e transgenitalização particular ou pelo
Sistema Único de Saúde – SUS.
*Uso de banheiros e vestiários de acordo com a sua opção sexual do dia:
Título
VII, Art. 45 – Em todos os espaços públicos e abertos ao público é
assegurado o uso das dependências e instalações correspondentes à
identidade de gênero.
Não é permitido deixar de ser homossexual com ajuda de profissionais nem por vontade própria:
Título
VII, Art. 53 – É proibido o oferecimento de tratamento de reversão da
orientação sexual ou identidade de gênero, bem como fazer promessas de
cura.
*O Kit Gay será desnecessário, pois será dever do professor sempre
abordar a diversidade sexual e consequentemente estimular a prática:
Título
X, Art. 60 – Os profissionais da educação têm o dever de abordar as
questões de gênero e sexualidade sob a ótica da diversidade sexual,
visando superar toda forma de discriminação, fazendo uso de material
didático e metodologias que proponham a eliminação da homofobia e do
preconceito.
*Contos infantis que apresentem casais heterossexuais devem ser
banidos se também não apresentarem duplas homossexuais travestidas de
“casais:
Título X, Art. 61 – Os estabelecimentos de ensino devem
adotar materiais didáticos que não reforcem a discriminação com base na
orientação sexual ou identidade de gênero.
*As escolas não podem incentivar a comemoração do Dia dos Pais e das Mães:
Título
X, Art. 62 – Ao programarem atividades escolares referentes a datas
comemorativas, as escolas devem atentar à multiplicidade de formações
familiares, de modo a evitar qualquer constrangimento dos alunos filhos
de famílias homoafetivas.
*Cotas nos concursos públicos para homossexuais assim como já existem
para negros no RJ, MS e PR e cotas em empresas privadas com já existe
para deficientes físicos:
Título XI, Art. 73 – A administração
pública assegurará igualdade de oportunidades no mercado de trabalho a
travestis e transexuais, transgêneros e intersexuais, atentando ao
princípio da proporcionalidade.
Parágrafo único – Serão criados mecanismos de incentivo a à adoção de medidas similares nas empresas e organizações privadas.
*Casos de pedofilia homossexual irão correr em segredo de justiça:
Título
XIII, Art. 80 – As demandas que tenham por objeto os direitos
decorrentes da orientação sexual ou identidade de gênero devem tramitar
em segredo de justiça.
*Censura a piadas sobre gays:
Título XIV, Art. 93 Os meios de
comunicação não podem fazer qualquer referência de caráter
preconceituoso ou discriminatório em face da orientação sexual ou
identidade de gênero.
“O Estatuto da Diversidade Sexual é um avanço. Isso nunca havia
sido pensado em relação às questões LGBT”, reconheceu Marta Suplicy,
classificando-o como de importância “inquestionável”.
O Estatuto defende que o Estado é obrigado a investir dinheiro
público para homossexuais que querem caros procedimentos de reprodução
assistida por meio do Sistema Único de Saúde (SUS) e também o Estado é
obrigado a criar delegacias especializadas para o atendimento de
denúncias por preconceito sexual contra homossexuais, atendimento
privado para exames durante o alistamento militar e assegura a visita
íntima em presídios para homossexuais e lésbicas.