RÁDIO PALÁCIO - Rede Movimento de Rádios 24h

Pesquisar neste blog

Mostrando postagens com marcador FARRA. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador FARRA. Mostrar todas as postagens

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Turismo sexual. Você está bancando isso! Sabia?


Turismo sexual com dinheiro público.
O seu dinheiro!
Essa é a imagem do Brasil propagada pelo governo.
Verbas para a saúde, educação e coisas construtivas não existem.

Na europa a imagem do norte e nordeste brasileiro é de pura prostituição.
Texto de Celso Brasil
Pude constatar isso pessoalmente.
Como se não bastasse, além do desgoverno fazer vista grossa para este grave problema, onde meninas de 12 anos e até menos, prostituem-se, muitas vezes, com o consentimento dos pais, agora o desgoverno federal permite a entrada de dólares incentivada pelo que há de mais nojento - O TURISMO SEXUAL.
Após assistir o vídeo, muitos "libertinos" vão considerar homofobia, mas, na verdade, não importa se é homosexual, infantil ou hetero. O fato é que isso simplesmente confirma a péssima imagem que temos lá fora e desencadeia um processo irreversível de distorção dos valores morais.
Desculpem se estou sendo "quadrado". O fato é que tenho família e desde o berço aprendi que ela representa a célula mater da sociedade.

A destruição dos valores morais é uma garantia para que governos totalitaristas e corruptos se perpetuem no poder. 
O PODRE PODER.
Celso Brasil

Informamos os nossos leitores que o vídeo que deveria estar abaixo, foi retirado do ar, certamente, por ordem governamental. Porém, o vídeo continua sendo exibido no exterior. Imagens de um Brasil que não é o nosso.

sábado, 10 de setembro de 2011

A farra da copa é inconstitucional

Procurador quer frear a farra da Copa do Mundo

Procurador quer frear a farra da Copa do Mundo Foto: José Cruz/ABr/Agência Brasil

Roberto Gurgel, chefe do Ministério Público, avalia que Regime Diferenciado de Contratações é inconstitucional e envia ação ao STF para brecar a contratação sem controle de empreiteiras em todas as cidades-sede do Mundial de 2014

09 de Setembro de 2011 às 17:44
Evam Sena_247, em Brasília – A Procuradoria-Geral da República divulgou hoje que o procurador-geral, Roberto Gurgel, enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF) ação direta de inconstitucionalidade (ADIN) contra a lei que criou o Regime Diferenciado de Contratações Públicas (RDC - nº 12462/11), que flexibiliza as licitações para a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016.
Gurgel pede a suspensão cautelar de artigos da lei até que o STF julgue se ela é constitucional. O PGR questiona porque o RDC não fixa parâmetros mínimos para identificar obras, serviços e compras e lembra que a mesma prática valeu para as obras do Jogos Panamericanos de 2007, no Rio.
“Essa foi uma das razões para que o orçamento inicial do evento, de 300 milhões de reais, tenha sido absurdamente ultrapassado, com um gasto final na ordem de 3 bilhões de reais”, diz na ação.
Para o procurador-geral, a “relevância” dos jogos esportivos não deve limitar a “competência administrativa”. Gurgel aponta que já se evidenciam deficiências graves no planejamento e organização da Copa pelo poder Executivo. “A transferência, ao Executivo, do regime jurídico de licitação pública, sem quaisquer critérios preordenados na lei, além da ofensa ao artigo 37, iniciso XXI, da Constituição Federal, conspira contra os princípios da impessoalidade, moralidade, probidade e eficiência administrativa."
Entre outros pontos que a PGR considera inconstitucionais, está a permissão para que seja realizada somente uma licitação para projetos básico e executivo e para execução de obras e serviços de engenharia. O procurador-geral condenou que uma mesma empresa seja contratada para todas as etapas.
Para Gurgel, as obras serão contratadas sem que seja definido o objeto previamente. “A definição prévia do objeto é um imperativo decorrente do princípio da isonomia dos concorrentes, pois é a partir dele que a diversas propostas podem ser objetivamente comparadas”, explica.
A ação também condena o procedimento de pré-qualificação permanente, pois busca a habilitação dos concorrentes antes de realizada a licitação, o que diminui a competitividade. Gurgel também questiona a tramitação da nova lei no Congresso, argumento que baseou os partidos de oposição, PSDB, DEM e PPS, a entrar no Supremo com uma ação de mesmo tipo.
O procurador-geral lembra que o RDC foi acrescentado na Medida Provisória 52/11, que inicialmente modificava a estrutura dos órgãos da Presidência e dos ministérios, e que, a inclusão de matéria estranha em medida provisória é inconstitucional, pois afronta o princípio da separação dos Poderes.
A íntegra da ação está disponível no site da PGR (http://www.pgr.mpf.gov.br).

sábado, 30 de julho de 2011

A farra com o DINHEIRO PÚBLICO

28/07/2011
Dyelle Menezes
Do Contas Abertas
União gasta R$ 42,1 milhões em premiações
Depois de bater recordes de gastos durante o governo Lula, ao que parece, as premiações realizadas pela União (Executivo, Legislativo e Judiciário) vão ser freadas pelo atual governo. Até o último dia 22 de julho, R$ 42,1 milhões foram desembolsados para despesas referentes a festividades e homenagens culturais, artísticas, científicas, desportivas, entre outras. Contudo, 95% deste valor foi direcionado aos compromissos assumidos na gestão anterior, os chamados ‘restos a pagar’, e apenas R$ 2,1 milhões foram realmente utilizados em premiações deste ano.
Os campeões de gastos com as despesas durante os primeiros seis meses do ano foram os Ministérios da Cultura, Justiça e da Defesa. A pasta da Cultura desembolsou valores muito maiores que os outros órgãos da administração central. O ministério computou R$ 33,9 milhões – 80,5% de toda a despesa do período. Diferença de R$ 28,5 milhões para o segundo maior gasto, o Ministério da Justiça, que desembolsou R$ 5,4 milhões em premiações. Já o Ministério da Defesa aplicou R$ 716 mil em despesas desta natureza. 
Segundo a assessoria de comunicação do Ministério da Cultura, entre os editais que estão sendo pagos, incluem-se, por exemplo, o Tuxaua 2010, que tem por finalidade premiar pessoas que demonstrem históricos relevantes junto às ações do programa Cultura Viva, criado para exprimir e construir a identidade nacional por ações culturais. Também ocorreram premiações como o Microprojetos Amazônia e o Mídia Livre 2010. “É importante que os prêmios, editais de seleção pública, não sejam confundidos com condecorações de baixo ou nenhum impacto social”, ressalta. 
Em relação aos valores, dos R$ 33,9 milhões pagos no exercício de 2011, cerca de R$ 33,6 milhões são de compromissos rolados de outros exercícios. “Este volume de restos a pagar de 2010, quitado em 2011, deve-se ao fato de que o repasse financeiro do ano passado ficou muito aquém do limite orçamentário concedido. Portanto, isto acarretou a necessidade de desembolso maior este ano, observado naturalmente o cronograma de liberação dos recursos financeiros para quitação dos compromissos do Ministério da Cultura”, explicou a assessoria.
Os Ministérios das Cidades, dos Transportes e da Fazenda, assim como o Tribunal de Contas da União e o Supremo Tribunal Federal,não realizaram nenhum gasto com festividades e homenagens neste ano. Juntos, os órgãos possuem R$ 261,8 mil previstos no orçamento para dispêndios em 2011.
Primeiro semestre
Comparativamente com o primeiro semestre do ano passado, a queda no valor desembolsado chega a 49%. Até junho deste ano, o gasto chegou a R$ 28 milhões, enquanto no mesmo período de 2010, as despesas com homenagens ficaram em R$ 80,9 milhões.
Esta queda interrompe o crescimento apresentado desde 2008, quando foram gastos R$ 4,1 milhões nos primeiros seis meses. Em 2009, no mesmo período, haviam sido desembolsados R$ 17,4 milhões. Estes valores já são constantes, contando com a inflação para o período.
Apesar desta significativa diminuição, o montante direcionado para este tipo de gasto ainda é maior do que o orçamento anual de mportantes pastas. A Secretaria de Mulheres, por exemplo, que desenvolve programas de combate a violência contra mulheres e a igualdade de direito entre os gêneros, desembolsou R$ 21,2 milhões no primeiro semestre, 44% menos que o empregado nas premiações.