RÁDIO PALÁCIO - Rede Movimento de Rádios 24h

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domingo, 5 de fevereiro de 2012

Turismo sexual. Você está bancando isso! Sabia?


Turismo sexual com dinheiro público.
O seu dinheiro!
Essa é a imagem do Brasil propagada pelo governo.
Verbas para a saúde, educação e coisas construtivas não existem.

Na europa a imagem do norte e nordeste brasileiro é de pura prostituição.
Texto de Celso Brasil
Pude constatar isso pessoalmente.
Como se não bastasse, além do desgoverno fazer vista grossa para este grave problema, onde meninas de 12 anos e até menos, prostituem-se, muitas vezes, com o consentimento dos pais, agora o desgoverno federal permite a entrada de dólares incentivada pelo que há de mais nojento - O TURISMO SEXUAL.
Após assistir o vídeo, muitos "libertinos" vão considerar homofobia, mas, na verdade, não importa se é homosexual, infantil ou hetero. O fato é que isso simplesmente confirma a péssima imagem que temos lá fora e desencadeia um processo irreversível de distorção dos valores morais.
Desculpem se estou sendo "quadrado". O fato é que tenho família e desde o berço aprendi que ela representa a célula mater da sociedade.

A destruição dos valores morais é uma garantia para que governos totalitaristas e corruptos se perpetuem no poder. 
O PODRE PODER.
Celso Brasil

Informamos os nossos leitores que o vídeo que deveria estar abaixo, foi retirado do ar, certamente, por ordem governamental. Porém, o vídeo continua sendo exibido no exterior. Imagens de um Brasil que não é o nosso.

sábado, 1 de outubro de 2011

Quem é na verdade a presidentA eleita?

Dilma Rousseff e as apreensões na Semana da Pátria

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Paulo Ricardo da Rocha Paiva
Coronel de Infantaria e Estado-Maior


Quem é na verdade a presidentA eleita? Sabe-se que é oriunda da classe média alta e teve educação pautada no tradicional. Ainda jovem, todavia, o ideário socialista, que abraçou entusiasmada em 1964, foi de molde a iniciá-la na militância e a fazêla participante da luta armada no Comando de Libertação Nacional e, depois, na Vanguarda Armada Revolucionária Palmares, esta liderada por Carlos Lamarca. Presa por quase três anos, entre 1970 e 1972, uns e outros, inclusive ela, afirmam ter sido torturada neste período.

Como definí-la se, quando titular da Casa Civil e convocada para prestar esclarecimentos no Congresso, teria se esquivado ficando o dito por não dito? Sim porque, hoje, sua fama de guardiâ da lisura administrativa já está sendo cantada em prosa e verso. Com certeza é corajosa pois assumiu a maternidade do PAC, por outorga de Lula, justo um programa cujo gerenciamento vem sendo volta e meia investigado pelo TCU.

Essas aprensões, em verdade, estão a amadurecer desde o último pleito presidencial justamente pela sua falta de opção. Os candidatos eram todos de mesmo viés político-filosófico e, se considerado o rumo de desintegração social palmilhado pelo País, embrionário nos mandatos de FHC e amadurecido nos de Luiz Inácio, mais um governo com esse apetite diferenciador de etnias e a identidade nacional estará pulverizada. Assim, não há cidadão que não se quede apreensivo neste “7 de setembro” a conjeturar sobre qual seja o verdadeiro projeto psicossocial de quem assumiu a chefia do governo?

Como não ficar apreensivo se o solo da pátria mãe, hoje, admite que “quilombos” e “reservas indígenas” sejam impeditivos de circulação pelos irmãos de outras etnias? Em verdade, todos se lembram, não vai longe o dia em que o cidadão negro não se considerava afro-descendente, mas, tão somente, brasileiro como seus irmãos de outras origens. Como não se inquietar com a vulnerabilidade admitida nos verdadeiros “kosovos” concedidos aos indígenas?

Seus antepassados, ainda hoje reconhecidos e exaltados pelo passado heróico das tribos, os temiminós de Ararigbóia, os potiguares de Poti, os manaus de Ajuricaba, aquela argamassa de guerreiros de acendrado amor à Pátria que nasceu em meio à cobiça dos estrangeiros, por certo, não se sentiria à vontade apelando para cortes internacionais dominadas pela gang do Conselho de Segurança da ONU.  
È lamentável a que se conseguiu reduzir atualmente o “espírito imortal de Guararapes”, aquele mesmo, de indizível sentimento de brasilidade que forjou o Exército e que, parece, só é mantido intacto no seio das Forças Armadas!

Qual a percepção de nossa presidenta para expressões tais como: sistema de cotas, quilombolas, nações indígenas? Para onde vamos com esses vocábulos desintegradores que estão sendo usados amiúde por políticos, intelectuais, professores, membros de uma elite descomprometida que, em absoluto, não atinou ainda para a era de cizânia na qual está a se chafurdar a nação? Que alguém responda, devemos esperar de Dilma Roussef a mesma demagogia desagregadora e mambembe de Lula ou, quem sabe, seremos surpreendidos com uma visão de estadista como a de Pedro II, com o tirocínio geopolítico como o do Barão do Rio Branco, com sentimento de integração nacional como o do Duque de Caxias? Se isto acontecer, a grata surpresa é claro, só poderíamos aplaudi-la e de pé!

Paulo Ricardo da Rocha Paiva é Coronel de Infantaria e Estado-Maior.

sábado, 30 de julho de 2011

A farra com o DINHEIRO PÚBLICO

28/07/2011
Dyelle Menezes
Do Contas Abertas
União gasta R$ 42,1 milhões em premiações
Depois de bater recordes de gastos durante o governo Lula, ao que parece, as premiações realizadas pela União (Executivo, Legislativo e Judiciário) vão ser freadas pelo atual governo. Até o último dia 22 de julho, R$ 42,1 milhões foram desembolsados para despesas referentes a festividades e homenagens culturais, artísticas, científicas, desportivas, entre outras. Contudo, 95% deste valor foi direcionado aos compromissos assumidos na gestão anterior, os chamados ‘restos a pagar’, e apenas R$ 2,1 milhões foram realmente utilizados em premiações deste ano.
Os campeões de gastos com as despesas durante os primeiros seis meses do ano foram os Ministérios da Cultura, Justiça e da Defesa. A pasta da Cultura desembolsou valores muito maiores que os outros órgãos da administração central. O ministério computou R$ 33,9 milhões – 80,5% de toda a despesa do período. Diferença de R$ 28,5 milhões para o segundo maior gasto, o Ministério da Justiça, que desembolsou R$ 5,4 milhões em premiações. Já o Ministério da Defesa aplicou R$ 716 mil em despesas desta natureza. 
Segundo a assessoria de comunicação do Ministério da Cultura, entre os editais que estão sendo pagos, incluem-se, por exemplo, o Tuxaua 2010, que tem por finalidade premiar pessoas que demonstrem históricos relevantes junto às ações do programa Cultura Viva, criado para exprimir e construir a identidade nacional por ações culturais. Também ocorreram premiações como o Microprojetos Amazônia e o Mídia Livre 2010. “É importante que os prêmios, editais de seleção pública, não sejam confundidos com condecorações de baixo ou nenhum impacto social”, ressalta. 
Em relação aos valores, dos R$ 33,9 milhões pagos no exercício de 2011, cerca de R$ 33,6 milhões são de compromissos rolados de outros exercícios. “Este volume de restos a pagar de 2010, quitado em 2011, deve-se ao fato de que o repasse financeiro do ano passado ficou muito aquém do limite orçamentário concedido. Portanto, isto acarretou a necessidade de desembolso maior este ano, observado naturalmente o cronograma de liberação dos recursos financeiros para quitação dos compromissos do Ministério da Cultura”, explicou a assessoria.
Os Ministérios das Cidades, dos Transportes e da Fazenda, assim como o Tribunal de Contas da União e o Supremo Tribunal Federal,não realizaram nenhum gasto com festividades e homenagens neste ano. Juntos, os órgãos possuem R$ 261,8 mil previstos no orçamento para dispêndios em 2011.
Primeiro semestre
Comparativamente com o primeiro semestre do ano passado, a queda no valor desembolsado chega a 49%. Até junho deste ano, o gasto chegou a R$ 28 milhões, enquanto no mesmo período de 2010, as despesas com homenagens ficaram em R$ 80,9 milhões.
Esta queda interrompe o crescimento apresentado desde 2008, quando foram gastos R$ 4,1 milhões nos primeiros seis meses. Em 2009, no mesmo período, haviam sido desembolsados R$ 17,4 milhões. Estes valores já são constantes, contando com a inflação para o período.
Apesar desta significativa diminuição, o montante direcionado para este tipo de gasto ainda é maior do que o orçamento anual de mportantes pastas. A Secretaria de Mulheres, por exemplo, que desenvolve programas de combate a violência contra mulheres e a igualdade de direito entre os gêneros, desembolsou R$ 21,2 milhões no primeiro semestre, 44% menos que o empregado nas premiações.

domingo, 17 de julho de 2011

Des-governo petralha jogando nosso dinheiro no lixo

BNDESPar se associa a grandes grupos e efeito colateral é uma 'perda' de R$ 3 bi

Plantão | Publicada em 16/07/2011 às 16h44m
Bruno Villas Bôas (bruno.villas@oglobo.com.br)



RIO - Contestadas por especialistas, seis das maiores operações realizadas nos últimos anos pela BNDESPar, braço de participações do banco, dão pistas de que podem não ter sido exatamente um bom negócio. São operações que envolvem desde a polêmica capitalização da Petrobras, passando pela internacionalização de frigoríficos brasileiros, até a compra de ações de empresa do bilionário Eike Batista, um dos homens mais ricos do mundo. Levantamento do GLOBO mostra que as operações acumulam uma "perda" de R$ 3,04 bilhões em valor de mercado, considerando o montante injetado pelo banco para comprar participação societária nessas companhias a partir de 2007 em comparação ao atual valor das ações negociadas na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). A "perda", claro, é contábil, não se consolidou porque a BNDESPar não se desfez dos papéis.
Maior perda da carteira, o valor investido na compra de ações da Petrobras em setembro passado, quando ocorreu a megaoferta pública, encolheu em R$ 2,37 bilhões. O braço de participações do BNDES aplicou R$ 22,41 bilhões na empresa, numa operação bombardeada por especialistas. Desde então, os papéis preferenciais (PN) da Petrobras recuam 9,76% e as ordinárias (ON, com voto) caem 11,94%.
Para bancar a compra de ações da Petrobras, o BNDES, que tem como fonte de recursos o FAT e o Tesouro, transferiu R$ 15 bilhões para a BNDESPar.
- O governo usou riquezas do Brasil para aumentar sua participação numa empresa estatal que tem acionistas privados. É preciso se indagar se essa seria a destinação de recursos que o país precisa - avalia Mansueto de Almeida, pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).
Duas das seis grandes operações realizadas pela BNDESPar nos últimos anos foram orientadas para internacionalizar frigoríficos brasileiros, a Marfrig e o JBS. O banco gastou R$ 715,65 milhões e R$ 1,136 bilhão, respectivamente, na compra de ações das empresas para apoiar investidas das companhias no exterior. Essas operações registram perdas de R$ 201,4 milhões, caso da Marfrig, e de R$ 377,9 milhões, no do JBS. Os resultados não consideram dividendos.