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sábado, 25 de fevereiro de 2012

Mensalão - Quem vencerá? O bando liderado pelo PT ou o Mutirão que quer julgamento rápido?

24/02/2012
Veja - Política & Cia

Conheça o mutirão que o Supremo faz para julgar o escândalo do mensalão ainda neste semestre

ricardo-lewandowski
O ministro Lewandowski falou em empurrar o julgamento do mensalão para 2013, mas seus colegas se movimentam para julgar o escândalo já neste semestre
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STF - Um esforço supremo
Ministros da Suprema Corte fazem mutirão para tentar impedir que Ricardo Lewandowski empurre o julgamento do mensalão para 2013 e facilite a vida dos 36 réus

Convertidas em um arquivo de computador com 40 gigabytes, as 50 000 páginas do processo do mensalão estão sendo consultadas em ritmos diversos pelos ministros do Supremo Tribunal Federal.
Prestes a julgar o maior escândalo de corrupção da história do Brasil, uma parcela dos onze integrantes da corte trabalhou, mesmo durante o recesso judiciário, para perscrutar cada acusação contra o grupo que, no governo Lula, usou dinheiro público para financiar campanhas eleitorais de aliados e comprar apoio político no Congresso.
O trabalho extra tem uma razão: os ministros que desejam ver o caso julgado estão correndo para espantar a malfadada previsão do colega Ricardo Lewan­dowski, para quem o julgamento só seria viável em 2013. Como ministro-revisor da ação, Lewandowski é responsável por analisar se todos os ritos pro­ces­suais foram seguidos à risca e, para isso, tem o tempo que quiser – o processo só pode ser julgado quando ele disser que concluiu seu trabalho.
É possível, sim, julgar o mensalão ainda no primeiro semestre
Quando Lewandowski declarou, em dezembro, que pretendia gastar um ano lendo os autos e que, para a alegria dos quadrilheiros, muitos dos crimes  poderiam prescrever, acenderam-se os sinais de alerta.
Como resposta, veio a ação. Uma parte dos ministros, entre eles o próprio presidente do Supremo, Cezar Peluso, resolveu reagir à previsão mostrando que é possível, sim, julgar o mensalão ainda no primeiro semestre deste ano, conforme estava planejado.
A iniciativa deixa Lewandowski, no mínimo, apurado. Afinal, se seus pares podem analisar tudo em três meses, por que ele precisaria de um ano?
joaquim-barbosa
Ministro relator Joaquim Barbosa: distribuiu um alentado relatório do processo aos colegas e agora prepara seu voto, que deve ter mais de 1 000 páginas
Marco Aurélio e Ayres Britto já estão prontos para julgar
No bloco dos que defendem agilidade no julgamento, há até quem se sinta preparado para votar imediatamente, como o ministro Marco Aurélio Mello. “Já analisei o relatório final de Joaquim Barbosa (uma espécie de resumo do processo) e me sentiria habilitado caso o julgamento fosse hoje”, diz ele.
Em alguns gabinetes, há mutirões para estudar o caso. O ministro Carlos Ayres Britto pôs todo o seu staff especializado na área penal para trabalhar no processo. Desde o período das férias forenses, assessores do ministro dedicam todas as manhãs à análise dos 233 volumes da ação. “Estamos empenhados para podermos votar a qualquer momento. Não podemos ser pegos de surpresa”, diz Ayres Britto.
O ministro Joaquim já está redigindo seu voto
Cezar Peluso começou em meados de janeiro a analisar o processo. Joaquim Barbosa já está redigindo seu voto. No gabinete do ministro Gilmar Mendes, a força-tarefa teve início no ano passado. Ele destacou três assessores para a missão de selecionar os principais testemunhos, diligências e teses – um importante  passo para a preparação do voto.
Nesta etapa do trabalho, os ministros também tentam se antecipar a questionamentos que podem surgir antes ou durante o julgamento. “Esse trabalho é importante e até já deveria ter sido feito antes. Se não for célere, o Supremo corre risco de ser visto como subserviente ao governo do PT, uma vez que a maioria dos ministros foi nomeada pelo partido”, diz o jurista Luiz Flávio Gomes.
José Dirceu, chefe dos mensaleiros: a vontade da quadrilha esbarra na força-tarefa dos ministros que querem decidir o caso ainda este ano, sem falta
José Dirceu, chefe dos mensaleiros: a vontade da quadrilha esbarra na força-tarefa dos ministros que querem decidir o caso ainda este ano, sem falta
Arrepios nos mensaleiros
O esforço da corte é motivo de sobra para causar arrepio nos mensaleiros. Eles contavam com a morosidade para se livrar das penas – uma expectativa, por sinal, bem afinada com as projeções de Lewandowski.
Se julgado logo o processo, a possibilidade de prescrição dos crimes perpetrados pela quadrilha do ex-ministro José Dirceu só existe se as condenações forem mínimas. Quem for condenado a mais de dois anos não escapará da cadeia.
Além de favorecer a prescrição, empurrar a decisão para 2013 também ajudaria os réus porque Peluso e Ayres Britto, cujos votos são dados como certos a favor da condenação, se aposentam no fim deste ano.
Lewandowski, portanto, está mais do que alertado – pelos próprios colegas – de que seu cronograma só interessa aos réus.

A caminho do veredicto

As etapas a ser cumpridas até a decisão do Supremo que vai selar o destino dos réus do mensalão, naquele que será o maior julgamento da história do tribunal

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Plenário da Suprema Corte: palco do maior julgamento da história do tribunal
1. Joaquim Barbosa apresenta o relatório sobre o processo, contendo os principais pontos da acusação, da defesa dos réus e dos depoimentos colhidos – ETAPA CUMPRIDA
2. Ricardo Lewandowski, o revisor, analisa se todos os ritos processuais foram realizados corretamente e atesta se o processo está pronto para ir a julgamento
3. O presidente do Supremo, Cezar Peluso, põe o processo em pauta – Pelas previsões mais otimistas dos ministros, o julgamento começa em maio
4. Iniciado o julgamento, o procurador-geral da República tem uma hora para apresentar a acusação e, em seguida, os advogados de cada réu também têm, cada um, uma hora para a defesa. – Estima-se que o julgamento possa durar 2 meses
5. O relator, Joaquim Barbosa, apresenta seu voto. Em seguida, é a vez do revisor, Ricardo Lewandowski
6. Os demais ministros votam – da mais nova na corte, Rosa Weber [chegou ao Supremo em dezembro passado], ao mais antigo, Celso de Mello [no Supremo desde 1989]. O resultado deve ser proclamado pelo presidente do tribunal imediatamente após o último voto, e os resultados possíveis são:
- condenação de todos os réus às penas pedidas pela procuradoria
- condenação de uns e absolvição de outros
- condenação de alguns réus, mas sem aplicação de pena, por prescrição
(Reportagem de Gustavo Ribeiro, publicada na edição impressa de VEJA)

domingo, 19 de fevereiro de 2012

A MENTIRA TEM PERNA CURTA

 
JOAQUIM BARBOSA -
`A MENTIRA TEM PERNA CURTA´


por Arthurius Maximus

O ministro Joaquim Barbosa é bem conhecido dos brasileiros. Elevado ao grau de celebridade ao humilhar publicamente o então presidente do STF, ministro Gilmar Mendes, em uma das mais polêmicas audiências do tribunal. Sem papas na língua, Joaquim Barbosa disse a Mendes o que muitos brasileiros queriam dizer a respeito da arrogância e da magnânima atuação de Gilmar Mendes (sempre para o lado dos poderosos) envolvendo casos de corrupção. Agora, o ministro volta às manchetes jogando mais uma vez no ventilador ao desmascarar o descarado complô que é ensaiado pelos ministros do STF (a maioria indicada pelo PT) para causar a prescrição dos crimes do Mensalão; transformando em uma enorme pizza mal cheirosa o processo que poderia ser um marco na moralização da política nacional e destruiria boa parte da cúpula petista, ao colocá-la atrás das grades.

Tudo começou com uma entrevista "em banho-maria" do Ricardo Lewandowski, revisor do caso. Nessa entrevista, Lewandowski deixou escapar que o processo caminhava para a prescrição porque não haveria tempo hábil para julgá-lo. Afinal de contas, o ministro Joaquim Barbosa havia tido uma série de problemas de saúde e atrasara a entrega do seu relatório sobre o caso. Com a celeuma levantada pela imprensa, o presidente do STF – ministro Cezar Peluso – quis fazer "uma média" com a opinião pública e dar um ar de legitimidade ao complô que se anunciava. Mandou redigir um ofício instando Joaquim Barbosa a acelerar o processo e enviar os autos para análise dos seus colegas o mais rápido possível.

Malandro... Cem anos de Lapa... E frequentador do Bar Luiz... O ministro Joaquim Barbosa sentiu que era preparado um cenário para culpá-lo pela prescrição do processo e tornar palatável para a opinião pública o desastre da impunidade dos canalhas mensaleiros. Como homem que honra seu posto e de coragem de sobra, Joaquim Barbosa pegou a "perna de anão" que lhe entregaram – embrulhada para presente – jogou-a para o alto e acertou em cheio o ventilador só STF. Com uma declaração bombástica, desmascarou todo o esquema armado para levar o processo à prescrição e inocentar a corja que se apoderou do país. Disse: "Os autos, há mais de quatro anos, estão integralmente digitalizados e disponíveis eletronicamente na base de dados do Supremo Tribunal Federal, cuja senha de acesso é fornecida diretamente pelo secretário de Tecnologia da Informação, autoridade subordinada ao presidente da Corte, mediante simples requerimento".

Ou seja, mostrou com todas as palavras que os ministros ignoraram o processo até agora simplesmente por preguiça ou por pura vontade de deixá-lo prescrever, garantindo a absolvição do pessoal. Joaquim Barbosa ainda critica "na lata" a falácia de que está "atrasado" com o processo: "Com efeito, cuidava-se inicialmente de 40 acusados de alta qualificação sob os prismas social/econômico/político, defendidos pelos mais importantes criminalistas do país, alguns deles ostentando em seus currículos a condição de ex-ocupantes de cargos de altíssimo relevo na estrutura do Estado brasileiro, e com amplo acesso à alta direção dos meios de comunicação". Continua: "Estamos diante de uma ação de natureza penal de dimensões inéditas na História desta Corte".

Não satisfeito em desmascarar o claro acerto que há para que o processo prescreva Barbosa ainda mostrou que "atrasados são os outros". O processo do Mensalão tem 40 acusados, defendidos pelos mais caros advogados do país, todos ocupantes de cargos de grande poder no Estado Brasileiro. O processo tem mais de 49 mil páginas; 233 volumes e 495 apensos. Os réus indicaram mais de 650 testemunhas de todo Brasil e até de outros países. Mesmo diante de todo esse trabalho, o ministro Joaquim Barbosa manteve o trâmite normal de trabalho no STF e ainda julgou inúmeras causas nesse período. Enquanto isso, seus colegas, com ações envolvendo dois ou três acusados e que foram iniciadas na mesma época; ainda sequer foram concluídas.(*) Mais uma vez, "matou a cobra e mostrou o pau". Sem pudores e sem medo, Joaquim Barbosa expõe claramente quem está comprometido com os interesses dos corruptos e busca desculpas para justificar o injustificável.

Diante de tudo isso, pelo menos para mim, fica a ideia da quase certeza em relação à prescrição do caso. Nem é preciso lembrar que um dos ministros indicados por Lula, o ministro Dias Tófolli, foi colocado ali "sob medida" para esse processo. Pois, para quem não se lembra, ele foi advogado de defesa de José Dirceu. Pelo menos, se tudo der errado, teremos visto a coragem e o desprendimento do ministro Joaquim Barbosa dar um tapa na cara dos que tentavam imputar-lhe a culpa pela prescrição. Se o processo acabar por prescrever e não condenar ninguém; o desfecho terá sido por vontade dos ministros, sendo necessário que eles arrumem outra desculpa esfarrapada para justificar a cara-de-pau.

É como minha velha mãe dizia: "Mentira tem perna curta".
Fonte: Visão Panorâmica


Meu comentário
Celso Brasil

O que me dói é ver a expressão "se tudo der errado, pelo menos..."
Isso é fruto da nossa conivência como cidadãos.
A falácia está em 100%. Nossas ações! ZERO.
Precisamos ir às ruas. Gritar nomes, apelar, através de um clamor público, as Forças Armadas.
Muitos discordam dessa minha posição, mas trata-se da única saída constitucional.
Se não fizermos isso, haverá muito derramamento de sangue, pois esta é a linguagem do comunismo, do totalitarismo.
Não pensava assim, mas agora é claro que, se não o fizermos, será tarde demais.
Pensem nisso!
Forças Armadas promovendo a transição para uma democracia de verdade.
Corrupção não acabará, mas teremos punições, cumprimento da lei e extinção de um grande grupo que, hoje, representa um câncer na política, na sociedade, na educação, na saúde... Um câncer que se alastra e logo será incurável.
Enquanto o totalitarismo acaba no mundo, o Brasil, na contramão da história, assiste, pacificamente, sua sórdida implantação, da forma mais podre possível.


Vejam os resultados antecipados da próxima eleição

Tudo está pronto e o resultado já é certo.

Texto de Celso Brasil

Não importa em quem você vai votar. Os PETRALHAS já garantiram a vitória nas próximas eleições. A não ser que se promova uma verdadeira união e seja extinto o único instrumento que, sozinho, eleje qualquer um, com ou sem o seu voto.
O mundo já testou as urnas eletrônicas e reprovou. Não há um país sequer, que tenha sua eleição baseada neste instrumento totalmente manipulável.
De nada vai adiantar sair às ruas e gritar isso ou aquilo, se este instrumento poderoso da corrupção continuar sendo utilizado. A não ser que seja um clamor, exigindo a intervenção das FORÇAS ARMADAS, para promoverem uma transição e restaurarmos a verdadeira democracia. Aquela que pune, verdadeiramente, os corruptos. Hoje, a punição é APOSENTADORIA COMPULSÓRIA RECEBENDO ALTOS SALÁRIOS e, depois desta "punição", o corrupto sai pelo Brasil e o mundo, prestando consultorias e dando palestras - continuando a comprar mansões e participar de decisões e campanhas a favor do continuismo do regime totalitário e podre que já está implantado no Brasil. Esta é a punição máxima e dificilmente é aplicada, basta acompanhar os fatos.
Repito o que já afirmei em outros artigos meus:
No Brasil, do simples cidadão ao mais alto cargo da Nação, todos se vendem e se vergam diante da corrupção - seja por uma cesta básica ou por milhões de dólares. É só uma questão de preço.
Celso Brasil 
  

Pense, repense, reúna seus amigos honestos e  nacionalistas, ativistas e...
DECIDA O QUE DEVEMOS FAZER.
FAZER
- NÃO SIMPLESMENTE FALAR.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Promotor acusa ministro de desvio de dinheiro

Limpeza de cofres públicos
O *Programa de Aceleração da Corrupção poderá potencializar a sequência de quedas de ministros.
Deverão cair dois de cada vez, no mínimo!
Dilma está promovendo a faxina do dinheiro público ao manter tantos iguais em seu desgoverno.
*PAC
Celso Brasil

Ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência Gilberto Carvalho
Promotor que investiga morte de Celso Daniel acusa ministro de desvio de dinheiro 
Fonte: R7
Gravações mostram Gilberto Carvalho preocupado com rumo das investigações da morte do ex-prefeito. A data de dez anos da morte de Celso Daniel, ex-prefeito de Santo André, traz de volta um dos personagens mais influentes do governo federal: o secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho.
O promotor que acompanhou o caso afirma que o ministro estava envolvido no esquema de desvio de dinheiro da Prefeitura de Santo André, no ABC paulista. Na época da morte de Celso Daniel, Gilberto Carvalho era secretário de governo e amigo pessoal do ex-prefeito.
O crime, que dez anos depois continua um mistério, foi tratado pela polícia como uma ocorrência comum. Os irmãos do ex-prefeito e promotores sustentam, no entanto, que não foi apenas um sequestro seguido de morte, mas um crime encomendado. Celso Daniel teria descoberto desvios do dinheiro recolhido por um esquema de arrecadação de verbas para o partido. Segundo o promotor Roberto Wider Filho, o ministro era o responsável por transportar o dinheiro até a sede do partido. - Num só transporte, ele levou R$ 1,2 milhão para o esquema de campanha.
Em gravações, Gilberto Carvalho aparece conversando com Sérgio Gomes da Silva, o Sombra e mostra-se preocupado com o rumo das investigações do crime. Sombra estava com Celso Daniel no momento em que ele foi assassinado e se tornou o principal suspeito pela morte de ex-prefeito. Sombra e Celso Daniel eram amigos. No dia do assassinato, eles tinham acabado de sair de um restaurante quando teriam sido abordados pelos bandidos. O ex-prefeito foi encontrado dois dias depois com oito tiros e marcas de tortura.
Em outro diálogo, Carvalho demonstra ao ex-deputado Luiz Eduardo Greenhalgh, que é advogado, preocupação com o depoimento de um dos irmãos de Celso Daniel. O senador Eduardo Suplicy saiu em defesa de Gilberto Carvalho e tentou isentá-lo de qualquer relação com o crime. - Era um dos secretários mais próximo de Celso Daniel, por isto é uma das pessoas mais interessadas em saber em como é que se sucedeu a morte trágica de Celso Daniel.
Dez anos depois, apenas uma pessoa foi condenada: Marcos Bispo dos Santos, que dirigiu um dos carros durante o sequestro. Pelo menos sete testemunhas foram assassinadas.
O julgamento de Sombra está marcado pra este ano.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

US$ 25Milhões em propina - Mais um galho cai da árvore podre do poder

Por 25 Milhões de dólares em propina a bola da vez é Guido Mantega, provando que ninguém se salva neste governo corrompido em todas as suas instâncias.
Do alto comando aos eleitores - todos se vendem.
Seja por uma cesta de alimentos ou por milhões de dólares.


Está claro que a denúncia tem fundamento e Mantega "assina" sua confissão de corrupto ao deixar de comparecer no plenário. O governo boicotou o comparecimento da comissão de orçamento, provocando a falta de quórum.
Um governo que está causando, nos brasileiros, vergonha e desesperança, mais uma vez, à luz de todos os holofotes, blinda claramente o errado, o podre, o vergonhoso...
E de tanto ver tudo isso, lembrando Rui Barbosa, será que logo os cidadãos desta nação terão vergonha de serem honestos?
Como pode tanta falcatrua, tanta podridão, permanecer impune no Brasil?
Esperam o clamor popular aos verdadeiros três poderes:
Exército, Marinha e Aeronáutica?

Fica lançada a minha pergunta.
Celso Brasil

Mais vídeos foram acrescentados neste post após sua publicação. Acompanhe!

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A BLINDAGEM
A Comissão de Orçamento votaria nesta quarta-feira o convite para que ele explicasse as denúncias de corrupção envolvendo o ex-presidente da Casa da Moeda. No entanto, a sessão foi cancelada por falta de quórum.


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Oposição cobra explicações de Guido Mantega
Fonte: Jovem Pan

Base aliada ao governo, porém, já arma grande blindagem para o ministro da Fazenda

Oposição cobra explicações de Guido Mantega
Antônio Cruz/ABr
José Maria Trindade

Preocupado, o governo federal tenta armar uma verdadeira “blindagem” para o caso do ministro da Fazenda, Guido Mantega, ser convidado ao Congresso, esclarecendo assim uma grande polêmica com o PTB pela autoria da indicação do ex-diretor da Casa da Moeda Luiz Felipe Denucci, que deixou o cargo neste começo de ano, após denúncias de que ele transferiu US$ 25 milhões para duas empresas, com sede no exterior, que foram registradas em nome de duas duas filhas.

A ideia de chamar o ministro da Fazenda para explicar o caso partiu de PSDB, DEM e PPS mas, na terça-feira, Mantega foi recebido por Dilma Rousseff, que pretende proteger um dos principais nomes de sua equipe econômica. A oposição, porém, promete se esforças para que a convocação seja aprovada pois, como afirmou Bruno Araújo, líder do PSDB na Câmara dos Deputados, todo o Brasil se assustou ao saber que a Casa da Moeda faz parte da cota partidária.

A blindagem, no entanto, já começou, e tem como seu principal defensor o líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP), segundo quem as medidas necessárias já foram adotadas, com a troca no comando da Casa da Moeda, e nada justifica a convocação. O próprio presidente da Casa, Marco Maia, que é do PT gaúcho, não quer colocar o requerimento em votação no plenário.

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Alvaro Dias insistirá no comparecimento de Mantega, apesar da blindagem governista
Fonte: lidpsdbsenado.com.br
Foto: Cadu Gomes

Apesar de contar com a habitual blindagem da base governista, o Líder do PSDB, Alvaro Dias, afirmou , nesta quarta-feira(09/02), que irá insistir no convite ao ministro da Fazenda, Guido Mantega, para que compareça ao Senado a fim de esclarecer os motivos que levaram à demissão do presidente da Casa da Moeda, Luiz Felipe Denucci. O senador tucano quer saber do ministro porque ele não mandou investigar Denucci quando surgiram as principais denúncias.
“As denúncias inclusive não são novas, e já eram do conhecimento de Guido Mantega, que entretanto supôs que elas fossem irrelevantes, o que não é um comportamento que se exige de um ministro de Estado”, disse o Líder do PSDB.
O requerimento apresentado pelo senador Alvaro Dias será votado na reunião da Comissão de Assuntos Econômicos da próxima terça-feira, às 10hs.
Assista o vídeo com a entrevista de Alvaro Dias sobre o assunto.


Oposição vai insistir no depoimento de Mantega from Alvaro Dias on Vimeo.
Eduardo Mota – Assessoria de Comunicação da Liderança do PSDB no Senado