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segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Arnaldo Jabor dá a receita contra a corrupção

Arnaldo Jabor dá a receita contra a corrupção.
Um vídeo que precisa ser compartilhado em toda rede.
Como combater o bando e promover o medo dos corruptos para amenizar o absurdo da corrupção generalizada. A herança maldita de Lula.

sábado, 1 de outubro de 2011

Entregaram os aeroportos. Privatização ou ação de incompetência?


A estratégia de deixar tudo para a última hora, atrasando soluções, para depois negociar com urgência e sem transparência.
Quanto a corrupção arrecadou com estas negociações tão rápidas, ao entregar nossos aeroportos?

Concessões vão manter aeroportos em condição de operar até 2041, diz Dilma

Daniel Mello
Da Agência Brasil
Em São Paulo
A concessão de aeroportos à iniciativa privada vai garantir a infraestrutura necessária do sistema de transporte aéreo pelos próximos 30 anos, disse hoje (30) a presidenta Dilma Rousseff. “É no horizonte de 2041 que nós vamos fazer as concessões de alguns aeroportos”, informou ela ao participar de um fórum promovido pela revista Exame, em São Paulo.

As melhorias nos aeroportos não têm, de acordo com Dilma, vinculação específica com a Copa do Mundo de 2014 e com as Olimpíadas de 2016, mas sim, com o atendimento das necessidades da população. “Nós temos que fazer aeroportos para nós mesmos".

Para a presidentA, as empresas privadas têm um papel importante e complementar na execução das grandes obras que o país necessita. “O setor privado deve ser parte responsável pela modernização da infraestrutura do nosso país”, destacou. Dilma defendeu ainda as parcerias público-privadas (PPPs) como forma de aumentar a eficiência e reduzir gastos.

sábado, 10 de setembro de 2011

12 de outubro - Novas manifestações

Augusto Nunes - Veja
Os grupos que combatem a corrupção se unem para a volta às ruas em 12 de outubro

A coluna acabou de receber uma boa notícia, amigos:
Ontem fechamos a união de todos os movimentos: #NASRUAS, Anonymous, Dia do Basta, Unidos contra a Corrupção e Marcha pela ética. Só faltam os Caras pintadas, que já estão se somando a nós!
No dia 12/10 haverá a maior manifestação que o Brasil já viu!!! Aguardem!
Carla Zambelli
O post anterior registrou que o movimento contra a corrupção ainda engatinha, mas esbanja saúde. A união dos grupos que organizaram as manifestações em São Paulo ─ uma clara demonstração de maturidade ─ tornou-o bem mais musculoso. Pode provar já no dia 12 de outubro que antecipou a chegada à idade adulta.
Para ilustrar a informação animadora, nada melhor que rever imagens dos atos de protesto ocorridos nesta quarta-feira em Brasília, São Paulo, Belo Horizonte e Porto Alegre. Começaram exatamente assim outros movimentos que mudaram a história do Brasil.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

ROMPER O CERCO DA EMPULHAÇÃO E DA MÁQUINA OFICIAL DE PROPAGANDA

Reinaldo Azevedo
ESTÁ CRIADO O MSP, O MOVIMENTO DOS SEM-POLÍTICO! INDIVÍDUOS LIVRES GANHAM AS RUAS! CUMPRE A CADA UM ROMPER O CERCO DA EMPULHAÇÃO E DA MÁQUINA OFICIAL DE PROPAGANDA
Os sem-partido, sem-bando e sem-bandeira vermelha, mas com vergonha cara, protestam em Brasília, em foto de Eraldo Peres, da AP Os sem-partido, sem-bando e sem-bandeira vermelha, mas com vergonha cara, protestam em Brasília, em foto de Eraldo Peres, da AP.
No dia em que milhares de brasileiros saíram às ruas para protestar contra a corrupção, a UNE não saiu, não! É que a UNE estava contando dinheiro. O governo petista já repassou aos pelegos mais de R$ 10 milhões e vai dar outros R$ 40 milhões para eles construírem uma sede de 13 andares, que serão ocupados pelo seu vazio de idéias, pelo seu vazio moral, pelo seu vazio ético. No dia em que milhares de brasileiros saíram às ruas para protestar contra a corrupção, a CUT não saiu, não! É que a CUT estava contando dinheiro. O governo petista decidiu repassar para as centrais sindicais uma parte do indecoroso imposto cobrado mesmo de trabalhadores não-sindicalizados. Além disso, boa parte dos quadros das centrais exerce cargos de confiança na máquina federal. No dia em que milhares de brasileiros saíram às ruas para protestar contra a corrupção, o MST não saiu, não! É que o MST estava contando dinheiro. O movimento só existe porque o governo o mantém com recursos públicos. Preferiu fazer protestos contra a modernização da agricultura. No dia em que milhares de brasileiros saíram às ruas para protestar contra a corrupção, os ditos movimentos sociais não saíram, não! É que os ditos movimentos sociais estavam contando dinheiro. Preferiram insistir no seu estranho protesto a favor, chamado “Grito dos Excluídos”. Na verdade, são os “incluídos” da ordem petista. Os milhares que saíram às ruas, com raras exceções, não têm partido, não pertencem a grupos, não reconhecem um líder, não seguem a manada, não se comportam como bando, não brandem bandeiras vermelhas, não cultuam cadáveres de falsos mártires nem se encantam com profetas pés-de-chinelo. Os milhares que saíram às ruas estudam, trabalham, pagam impostos, têm sonhos, querem um país melhor, estão enfarados da roubalheira, repudiam a ignorância, a pilantragem, lutam por uma vida melhor e sabem que a verdadeira conquista é a que se dá pelo esforço. Os milhares que saíram às ruas não agüentam mais o conchavo, têm asco dos vigaristas que tomaram de assalto o país, não acreditam mais na propaganda oficial, repudiam a política como exercício da mentira, chamam de farsantes os que, em nome do combate à pobreza, pilham o país, dedicam-se a negociatas, metem-se em maquinações políticas que passam longe do interesse público. O MSP - O Movimento dos Sem-Político Vocês viram que os milhares que saíram às ruas estavam acompanhados apenas de seus pares, que, como eles, também saíram às ruas. Era o verdadeiro Movimento dos Sem-Político. Não que eles não pudessem aparecer por ali. O PSOL até tentou “embandeirar” os protestos, mas os presentes não aceitaram. Aquele era um movimento das ruas, não dos utopista do século retrasado, que ainda vêm nos falar, santo Deus!, de “socialismo com liberdade”. Se políticos aparecessem para também protestar — não para guiar o povo —, teriam sido bem-recebidos, mas eles não apareceram porque nem se deram conta ainda de que alguma coisa está em gestação, de que um movimento está em curso, de que algo se move no ventre da sociedade brasileira. Na semana em que milhares de brasileiros evidenciavam nas redes sociais e nos blogs e sites jornalísticos que estão enfarados de lambança, governistas e oposicionistas estavam mantendo conversinhas ao pé do ouvido para tentar preencher a próxima vaga do Tribunal de Contas da União. A escolha do nome virou parte das articulações para a disputa pela Presidência da República em 2014… Governistas e oposicionistas que se metem nesse tipo de articulação, da forma como se dá, não estão percebendo que começa a nascer um movimento, que já reúne milhares de pessoas, que não mais aceita esse minueto de governistas arrogantes e oposicionistas espertalhões. Essa gente, de um lado e de outro, ficou irremediavelmente velha de espírito. Os caras-pintadas, desta feita, não puderam contar com a máquina dos governos de oposição, como aconteceu com o Movimento das Diretas-Já e do impeachment de Collor. Ontem, e assim será por um bom tempo, eram as pessoas por elas mesmas. Sim, algo se move na sociedade. E é inútil se apresentar para “dirigir” o movimento. Marina Silva até percebeu a onda, mas errou ao apostar que os outros não perceberam a sua onda. Esse movimento, dona Marina, não nasce com assessoria de imprensa, assessoria de imagem, assessoria política e forte suporte financeiro. O seu apartidarismo, candidata, é transitório; o dos brasileiros que foram às ruas é uma condição da liberdade. O maior em nove anos Os milhares que saíram às ruas ontem, tratados com desdém nos telejornais, fizeram a maior manifestação de protesto contra o “regime petista” em seus nove anos de duração. E algo me diz que vai continuar e tende a crescer. Pagamos um dos maiores impostos do mundo para ter um dos piores serviços públicos do mundo. Sustentamos os políticos que estão entre os mais caros do mundo para ter uma das piores classes políticas do mundo. Temos, acreditem, uma das educações mais caras do mundo para ter uma das piores escolas do mundo. Temos um dos estados mais fortes do mundo para ter uma das maiores cleptocracias do mundo. O Movimento dos Sem-Partido não rejeita a democracia dos partidos — até porque, sem eles, só existe a ditadura do Partido Único —, mas quer saber se alguém se dispõe efetivamente a romper esse ciclo de conveniências e conivências. Os milhares que foram às ruas desafiaram o risco de ser demonizados pelos esbirros do oficialismo. Perderam o medo. Sim, em passado nem tão recente, em 2007, um grupo tentou organizar uma reação à corrupção, que se generalizava. Não chegou a crescer como este de agora, mas se fez notar. Tinha uma espécie de palavra-chave para identificar os indignados: “Cansei!” O movimento foi impiedosamente ridicularizado. Escrevi a respeito à época. Foi tratado como coisa de dondocas, de deslumbrados insatisfeitos com o que se dizia ser a “democratização” do Brasil. Houve estúpidos que afirmaram que eram ricos que não suportavam ver pobres nos aviões — como se o caos aéreo punisse apenas os endinheirados. A menor tentativa de esboçar uma reação aos desmandos dos ditos “progressistas” era tratada a pauladas. Na Folha, Laura Capriglione chegou a ridicularizar uma passeata de estudantes da USP, feita no campus da universidade, que protestavam contra as greves. Os que queriam estudar foram tratados como um bando de reacionários. Os indignados com a corrupção e com a mistificação perderam o medo. Enfrentar a desqualificação A tentativa de desqualificação virá — na verdade, já veio. Veículos a soldo, dedicados ao subjornalismo oficialista, alimentado com dinheiro público, já fazem pouco caso das manifestações. As TVs ontem deram menos visibilidade aos protestos do que dariam a uma manifestação de descontentamento no, deixe-me ver, Bahrein! Parece que há gente que acha que democracia é uma coisa importante no Egito, na Líbia e na Síria, mas não no Brasil. É inútil! Os milhares que foram às ruas ontem não precisam da oposição, não precisam do subjornalismo, não precisam do jornalismo simpático às manifestações de protesto do Iêmen… A dinâmica hoje em dia é outra. Que os sem-partido, sem-grupos, sem-líder, sem-bando, sem-bandeiras vermelhas, sem-mártires e sem-profetas insistam. A oposição, se quiser, que se junte. Quem sabe até ela aprenda a ser livre e também diga com clareza: “Não, vocês não podem!”
Por Reinaldo Azevedo - Veja

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Marchas contra a corrupção - Primeiras notícias

O povo está resgatando o Brasil das mãos dos maus!
O PT de saia justa


Marcha contra Corrupção reúne 25 mil em Brasília
+ Mais vídeos abaixo

Organizado por meio das redes sociais, ato ocorreu sem incidentes durante o desfile de comemoração do 7 de Setembro

Leandro Colon e Rafael Moraes Moura, de O Estado de S.Paulo
Cerca de 25 mil pessoas, segundo cálculo do comando da Polícia Militar do Distrito Federal, participaram da Marcha contra a Corrupção na Esplanada dos Ministérios durante o desfile de comemoração do 7 de Setembro.
Organizado por meio de redes sociais na internet, o protesto atacou a absolvição da deputada Jaqueline Roriz (PMN-DF), o voto secreto no Congresso, os recentes escândalos de corrupção no governo da presidente Dilma Rousseff, a aplicação da Lei da Ficha Limpa, e até o presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ricardo Teixeira.

A manifestação começou tímida na Catedral de Brasília, por volta de 9h, com duas mil pessoas, mas foi crescendo com a adesão de quem foi assistir ao desfile oficial do outro lado da rua. A marcha andou por toda a Esplanada, passou pela Praça dos Três Poderes, e terminou em frente ao Ministério da Justiça. "Nosso balanço é de pelo menos 25 mil pessoas, muita gente acabou aderindo", disse a major Ana Luiza, que faz parte do comando do efetivo da PM do DF no evento. Não houve incidentes.
Vestidos de preto e com narizes de palhaço, os manifestantes levaram instrumentos, faixas e cartazes com frases de protesto. Evitou-se o uso de referências partidárias. "Voto secreto, não, eu quero ver a cara do ladrão", era um dos gritos em referência à recente absolvição, em votação secreta, da deputada Jaqueline Roriz pelos colegas de Câmara. Ela sofreu processo por ser flagrada, num vídeo, recebendo dinheiro vivo do esquema de corrupção no DF. "A absolvição dela foi o estopim para essa marcha", disse o estudante Marcos Maia, 18, um dos organizadores do protesto.
A rede social Facebook foi a principal ferramenta de convocação do protesto, lembrou Luciana Kalil, 30, da organização da manifestação. Vestida de preto, a aposentada Alzerina Salles Pereira, 66, celebrou a marcha. "Aqui no Brasil o dinheiro sobra para poucos, enquanto muitos passam fome", disse.
São Paulo. Na capital Paulista, cerca de 500 pessoas participaram de ato também contra a corrupção. Os manifestantes se concentraram no Masp e, segundo a Polícia Militar, não houve incidentes.
Também na avenida Paulista, cerca de 500 pessoas aderiram ao Caras Pintadas contra a Corrupção, de acordo com estimativas da Polícia Militar. O ato foi um dos vários marcados por meio das redes sociais previstos para esta quarta. A manifestação foi pacífica e não houve registro de incidentes. Em Brasília, 25 mil participaram da Marcha Contra a Corrupção. / Com informações da rádio Estadão ESPN
/ Blogs e Colunistas Blog Reinaldo Azevedo Análises políticas em um dos blogs mais acessados do Brasil Assine o Feed RSS | Saiba o que é 07/09/2011 às 18:06 Enquanto o PT e o “Zé” querem censurar a imprensa, o Brasil canta o Hino Nacional contra a corrupção Na Avenida Paulista, brasileiros cantam o Hino Nacional contra a corrupção. E sua bandeira é a do Brasil, não a vermelha.

Ex-militares vão a desfile no DF para reivindicação

TÂNIA MONTEIRO - Agência Estado
A segurança policial e militar do desfile do 7 de setembro foi surpreendida e teve de enfrentar logo cedo uma situação inusitada. Um grupo de mil pessoas ocupou, às 4 horas da madrugada, uma arquibancada quase em frente ao palanque presidencial e que estava reservada para autoridades e outras pessoas com acesso ao desfile por meio de convite especial.
As mil pessoas, que chegaram à capital vindas de 14 Estados, são familiares e ex-militares que integram hoje a Associação Nacional de Ex-Soldados Especializados da Aeronáutica (Anese). Eles ocuparam a arquibancada roxa do Eixo Monumental e não aceitaram ser tirados do local. A estratégia era ficar o mais perto possível em frente à presidente Dilma Rousseff para reivindicar a reintegração ao Comando da Aeronáutica.
Segundo Marcelo Lopes, que dirige a Anese em Brasília, os ex-soldados prestaram concurso para a Força Aérea e, no entendimento deles, deveriam continuar na carreira até o posto de suboficial. Em 2001, no entanto, 12.400 concursados foram dispensados. De lá para cá, os ex-soldados se organizaram na associação e pressionam o governo pela reintegração.