As articulações no Brasil foram cuidadosamente patrocinadas por aqueles que implantaram a corrupção generalizada no país. Já existem exercícios na tríplice fronteira onde o sul do Paraná dá lugar a estes preparativos. O narcotráfico ocupa um papel de grande relevância, já que é a base financeira, superando a corrupção política que, nos últimos nove anos, levaram mais de 9 Bilhões, somente no Brasil. Logo teremos uma "América Latrina". Celso Brasil
Video esclarecedor no final deste post segunda-feira, 19 de setembro de 2011 Fonte: http://esta-acontecendo.blogspot.com
Terror iraniano abre base ostensiva em Cuba
Três
membros do grupo terrorista Hezbollah, lançado pelo Irã contra o
Ocidente, abriram uma base oficial do movimento em Havana, informou o “Corriere della Sera”.
O grupo saiu do México e prepara a chegada de um contingente mais
importante de agentes do terror iraniano. O primeiro contaria com 23
membros especializados em atividades clandestinas.
É bem fundada a suspeita de que o Hezbollah age na América Latina, na
tríplice fronteira Brasil-Argentina-Paraguai e em cidades fronteiriças
da Venezuela e Colômbia.
Devastadores atentados em Buenos Aires foram, ao que tudo indica, praticados por terroristas do mesmo Hezbollah.
Encontros para troca de informações, treinamentos e articulação entre
terroristas de diversos grupos foram patrocinados por Hugo Chávez em
território venezuelano.
Até agora essas missões eram cumpridas sigilosamente. Uma instalação
ostensiva em Cuba suscitaria reações americanas muito graves.
Mas, ao que tudo indica, agora os comandantes do terrorismo iraniano
sentem que pouco há que temer do presidente Obama e que eles podem
insolentemente se instalar na ilha sem medo a maiores conseqüências.
Para o jornal italiano, numa primeira fase, o Hezbollah visa recrutar informadores e fazer alianças com os narcotraficantes.
Também
poderá se infiltrar nas redes de imigração clandestina rumo aos EUA e
planejar vinganças na América do Sul contra inimigos de seus “amigos”
populistas de esquerda.
Para o jornal italiano, tudo isto pode se tornar facilmente realidade,
considerando-se as medidas de segurança bastante relativas no
continente, as fronteiras porosas e o crime organizado equipado com
armas e explosivos que os iranianos também utilizam.
Assim poderão “atacar e desaparecer”. As exaustas esquerdas
latino-americanas receberão um reforço até agora inesperado das amizades
cultivadas em longos anos de diplomacia pró-árabe.
Diga-me com quem andas e... Hoje, sabidamente envolvido com as FARCs, os corruptores da democracia que tomaram o poder precisam ser expostos ainda mais, para que o povo veja o que nos espera em pouquíssimo tempo. Eles já estão mobilizados e fortemente armados, patrocinados pela corrupção, narcotráfico e tudo que existe de podre nos poderes. Não são apenas partidos. Organizações criminosas muito bem treinadas estão prontas para entrar em ação, agora, aqui em nosso território. O berço é o terrorismo e este ainda se mantém para garantir muitos e muitos anos de retrocesso no país que um dia sonhou com ordem e progresso. Enfrentaremos um regime que não permitirá, sequer, esta liberdade de expressão que hoje temos, a exemplo dos poucos países que ainda insistem neste modelo. Os textos abaixo mostram a pontinha de tudo isso. O envolvimento é muito mais profundo e perigoso, com várias forças já presentes na América do Sul. Só há uma solução: O POVO PROMOVER UMA REVOLUÇÃO DE VERDADE. Não podemos mais ficar na falácia. Celso Brasil
Carta de Alejandro Peña Esclusa ao candidato José Serra
28 Julio 2010
Senhor, Dr. José Serra
Candidato à Presidência
República Federativa do Brasil.
(Alejandro Peña Esclusa, líder oposicionista preso na Venzuela, acusado de "terrorismo" - Ninguém pode se opor a Chavez, sob pena de ser preso ou morto, o que é mais comum)
Tenho o prazer de dirigir-me ao senhor, na oportunidade de respaldar
plenamente suas recentes declarações públicas a respeito dos vínculos
do Partido dos Trabalhadores (PT) e de Hugo Chávez com as FARC.
O PT é o fundador e principal promotor do Foro de São Paulo (FSP),
organização à qual pertencem as FARC desde o primeiro dia de sua
criação, em julho de 1990, enquanto que Chávez inscreveu-se cinco anos
mais tarde, em maio de 1995.
Embora o Secretário Geral do Foro de São Paulo, Valter Pomar, se
empenhe em negá-lo, lhe asseguro que as FARC continuam pertencendo ao
FSP até o dia de hoje. Sobre isso, há abundantes provas públicas.
Desejo chamar sua atenção sobre as declarações dadas pelo presidente Lula, líder máximo do PT, no passado 29 de abril de 2009 (Veja a noticia logo abaixo),
nas quais propôs às FARC transformarem-se em partido político e
participar em eleições, evitando dizer que se trata de um grupo
terrorista que assassina, seqüestra, extorque e trafica drogas. Esta
posição só é explicável pela afinidade ideológica que existe entre o PT e
as FARC.
Quanto a Chávez, o senhor tem razão quando afirma que “até as árvores sabem”
de seus nexos com as FARC. O próprio Chávez os tornou públicos quando
pediu um minuto de silêncio pela morte de “Raúl Reyes”, e ao permitir a
presença na Venezuela de estátuas de Manuel Marulanda “Tirofijo”.
As denúncias do governo colombiano na recente Sessão Extraordinária
da OEA, sobre a presença de acampamentos das FARC na Venezuela, só
vieram reconfirmar o que “até as árvores” já sabiam.
Desde 1995 venho denunciando os vínculos de Chávez com a guerrilha
colombiana. O acusei penalmente por isso e apresentei provas sobre o
tema em cenários internacionais, inclusive no Brasil.
Queria convidá-lo a aprofundar seus conhecimentos sobre o Foro de São
Paulo. Estou certo de que lhe será de grande utilidade não só em sua
campanha, mas na segurança e defesa de sua pátria.
Despeço-me desejando-lhe o melhor dos êxitos em seus projetos.
Muito atenciosamente,
Alejandro Peña Esclusa
Presidente de UnoAmérica
Autor do livro “O Foro de São Paulo, uma ameaça continental”
Prisioneiro político
Libro: El Foro de São Paulo contra Álvaro Uribe
20 Abril 2008
Portada: El Foro de Sao Paulo contra Álvaro Uribe
El 1ro de marzo de 2008, las Fuerzas Militares de Colombia llevaron a cabo la “Operación Fénix”, dando de baja al segundo hombre de las FARC, alias Raúl Reyes. Pero en lugar de recibir felicitaciones, el presindente Álvaro uribe fue objeto de numerosas reclamos. Tres países rompieron relaciones con su gobierno. Uno de ellos -Venezuela- envió tropas a la frontera. ¿Cómo explicar semejante reacción?
Este informe responde a la interrogante, arrojando luces sobre una organización creada hace dieciocho años -el Foro de São Paulo- que ha servido de vaso comunicante para las FARC, proporcionándole insospechadas relaciones en el mundo entero.
Lula sugere às Farc criar partido para chegar ao poder
Da EFE Publicado em: 28/04/09 -
20h32
Lula fez as afirmações enquanto comentava uma conversa com o
presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, a quem sugeriu
olhar à América Latina com perspectiva diferente, porque o
continente mudou desde a época da Guerra Fria, e já não há
grupos que usem a luta armada, com exceção das Farc. EFE
Documental de 23 minutos elaborado por el Capítulo Salvadoreño de la asociación civil Fuerza Solidaria. Explica el proyecto internacional de Hugo Chávez y sus graves repercusiones para la región, mostrando los diversos aspectos: vínculos con la guerrilla, nexos con el terrorismo islámico, relaciones con el narcotráfico; todo financiado con los recursos de la estatal petrolera venezolana. El documental fue presentado el 7 de julio de 2008 en los principales canales de televisión salvadoreños.
El Presidente de Venezuela, Hugo Chávez, quien hasta ahora había sido subestimado y catalogado solamente como un líder populista, se ha convertido en un grave peligro para todo el Hemisferio Occidental. Concentrado todo el poder, al gobernante sólo le falta acceder a las armas nucleares, lo cual no es descabellado, dada su relación con Corea del Norte y su “hermano” Ahmadinejad. Armado como está, no le tiembla la voz a la hora de declararle la guerra total a cualquiera que no le acompañe. En la mejor versión de caudillo o semidios perfecto, Chávez cree que lo sabe todo, que no se equivoca. Cree tener el derecho y el deber de mandar a los demás y de perseguir a “gente decente, que tan sólo busca un atisbo de libertad”. Un Führer, pues.
Por Diario de América
Hugo Chávez va dando pasos por Venezuela con las mismas prácticas de Joseph Goebbels. De ahí que los paralelismos se muestren “asombrosos e inquietantes”. Chávez fanfarronea de un pretendido socialismo de siglo XXI, que no es más que las miserias de lo más perverso del pensamiento más empobrecedor y represivo. Chávez mezcla así el castro-comunismo, el populismo y el maligno fundamentalismo, conjugado todo en fascismo puro de corte hitleriano.
"Si después de la Segunda Guerra Mundial, hubo cierto consenso en condenar las atrocidades del régimen nazi; sería urgente y necesario extirpar de raíz este cáncer que ya empieza a hacer estragos en la gran y desdichada patria venezolana. Esto debiera ser una prioridad mundial, porque nos afecta a todos", se lee ya por la blogosfera y por los comentaristas que van ya viendo el caso de Venezuela como más que preocupante.
Mirada así Venezuela, de ello puede desprenderse que una nueva amenaza se cierne sobre la humanidad: es el “Chavismo Hitleriano” del que ya se está dando nota por la blogosfera, así como por otros varios comentaristas y analistas políticos. Esa preocupación es lo que expresa la reflexión anterior tomada por Diario de América para sus lectores.
Venezuela es hoy el país en el punto de mira. Así como intimida a muchos el poderío de Chávez, se constata que, a su vez, remueve sentimientos de angustia y preocupación por el destino del pueblo venezolano. Comienza la comunidad internacional a entender que no será fácil y que no es precisamente por la vía electoral, con motivo de votar el proyecto de reforma a la constitución vigente, que Venezuela pudiera detener esta amenaza. Porque el nuevo fraude -hay que decirlo bien alto- ya está listo, firmado y votado. Hugo Chávez es quien decide, quien manipula votos y resultados y quien, como hombre ególatra, tiene poco interés en conocer la verdadera voluntad popular.
¿Y a qué se debe el haberse convertido en elemento de alta peligrosidad que algunos advirtieron en su momento y pocos atendieron? Varios factores determinan la respuesta.
Primero, Hugo Chávez se apoderó de los poderes públicos en su propio país y, si llega a aprobarse la reforma constitucional, no tendrá ningún freno interno para llevar a cabo su aventura internacional.
Segundo, desarrolló un novedoso sistema para cometer fraude electoral, que combina maquinas electrónicas trampeadas con la tergiversación del registro de votantes, lo cual le permite reelegirse todas las veces que quiera, disfrazando su condición de dictador con apariencia democrática.
Tercero, tiene un proyecto exportable a toda la región pero, a diferencia de su mentor, Fidel Castro, Chávez tiene a su disposición un presupuesto multibillonario, proveniente del ingreso petrolero, para comprar voluntades dentro y fuera del país. Y las de fuera, lamentablemente, incluyen a los parásitos derrotistas de la izquierda norteamericana que tiene secuestrada a un sector importante del actual Partido Demócrata.
Cuarto, ha logrado financiar una red internacional de aliados incondicionales, desde México hasta Argentina, que incluye varios mandatarios, entre ellos, Daniel Ortega, Evo Morales y Rafael Correa. Lula, Kirchner, Bachelet y Vásquez no siguen sus órdenes, pero lo ven con buenos ojos o, al menos, con una tibieza más que preocupante. Chávez no descansará hasta colocar presidentes “bolivarianos” en México, Colombia y Perú.
Quinto, la red se extiende a Europa, a los Estados Unidos, creando círculos bolivarianos, comprando medios de comunicación, suministrando combustible barato y firmando acuerdos con políticos complacientes, como el alcalde de Londres y algunos figurones de la política del estado de Massachussetts (recuerden el caso del petróleo regalado de CITGO...).
Sexto, Chávez llegó a numerosos acuerdos con Ahmadineyad, el dirigente iraní que dice que hay que borrar a Israel del mapa y que el holocausto fue un invento. Chávez le abrió la puerta de América Latina al fundamentalismo islámico, logrando que los gobiernos de Nicaragua, Bolivia y Ecuador firmaran acuerdos con Irán. Agentes iranies podrán desplazarse libremente por el Hemisferio Occidental, sin necesidad de visa, utilizando pasaportes venezolanos, como ya lo hacen los cubanos.
En este punto vale destacar, que si bien Irán y Venezuela, países petroleros, han compartido durante años intereses comunes por ser socios de la OPEP y en gobiernos pasados, hasta ahí se extendía la relación. Más que especulaciones, a día de hoy, suficientes indicios refieren otro tipo de nexos. El caso del suministro de uranio por parte de Venezuela al país persa, es uno de ellos. Y es motivo de alarma por ser un material que así como puede ser utilizado para la producción de energía eléctrica, es también un componente en la fabricación de armas nucleares.
Conocidas son, por demás, las desafiantes manifestaciones públicas de Chávez en apoyo al programa nuclear iraní. Así acaba de hacerlo el gorila rojo en el último dominical de su ególatra fanfarria titulada “Alo presidente”, con desbordados elogios para el pseudo-mesías iraní. Fue igualmente notorio cuando Venezuela se abstuvo junto con Irán en la resolución del Consejo de Derechos Humanos de las Naciones Unidas.
Otros nexos sobresalen, a raíz de los memorando de comprensión, relacionados con la fabricación de tractores, ensamblaje de automóviles iraníes en Venezuela, la instalación prevista de una sucursal del Banco Industrial de Venezuela en Teherán, y la reciente inauguración –extrañamente-, de una fábrica de procesamiento de harina de maíz, con asesoramiento y tecnología iraní. Otro aspecto que genera suspicacia es el inicio de vuelos directos, desde el mes de marzo pasado a las ciudades de Teherán (Irán) y Damasco (Siria), con acuerdos de la línea venezolana Conviasa y la "Iran Air". Esta ruta y estrecha relación de Hugo Chávez con estos países llama poderosamente la atención.
Oportuno es mencionar también, que fuentes de último momento han revelado la existencia de un cargamento de material nuclear que el gobierno de Damasco acaba de recibir de Corea del Norte. Dicho dato, sobre el que hace unos días el gobierno norteamericano no se quiso pronunciar todavía, significaría la cooperación atómica entre el régimen norcoreano y la Siria alawita que responde indirectamente al fundamentalismo chiíta. Lo mismo puede decirse en cuanto a las instalaciones científicas situadas cerca de la frontera de Siria con Turquía que, a pesar de que Siria sostiene que están destinadas a la investigación agrícola, son ejemplos claros -como bien sabe Israel- de que el verdadero fin es producir uranio enriquecido con fines nucleares. Estamos hablando, en fin, de países de estrecha vinculación con Hugo Chávez.
Este panorama plantea entonces, una gran disyuntiva a los venezolanos ante la grave amenaza que representa para el hemisferio su actual presidente. Sólo ellos podrán contenerla si son capaces de poder hacer real la voluntad popular y soberana. Y en este sentido pareciera que para Venezuela ha llegado el momento de admitir -se palpa en amplios sectores del acontecer político-, que no es posible una salida electoral para frenar la ambición hegemónica de Hugo Chávez.
"Solo es factible una solución pacífica, democrática y constitucional, más no electoral, enmarcada en la resistencia ciudadana o desobediencia civil amparada en los artículos 333 y 350 de la Constitución de la República Bolivariana de Venezuela". Es lo que recoge el sentir de una mayoría de venezolanos en su aspiración de vivir en paz y en libertad.
Art. 333: “Esta constitución no perderá su vigencia si dejare de observarse por acto de fuerza o porque fuere derogada por cualquier otro medio distinto al previsto en ella. En tal eventualidad, todo ciudadano investido o ciudadana investida o no de autoridad, tendrá el deber de colaborar en el restablecimiento de su efectiva vigencia”.
El asunto no es banal. Está en juego la libertad de Venezuela y la pesadilla real, cada vez más real, de tener a Chávez durante muchos años en un poder usurpado a cada venezolano. Con todo, serán los propios venezolanos quienes deban tomar partido en esta situación. Por el contrario, a Venezuela se le presentan muchos años por delante con un parecido horizonte político al que vemos hoy en Cuba, al menos en lo que se refiere a la falta de libertades.
_______________________________________________________________________________
Vamos precisar das nossas Forças Armadas para nos ajudar nesta transição, quer queiramos ou não.
Hezbollah
O grupofundamentalistairanianoHezbollahxiitamissionáriosimportados, que são instaladosem diferentes partesdo continente,particularmente na região defronteira com a Colômbiada Venezuela, com o consentimentodo presidente daVenezuela,HugoChávez, ondeeles executamumabertoproselitismoreligioso e políticocontrademocraciasEUA eregional.Mas sua presençase estendeualém das fronteirasdesses países, de acordo comvários relatóriosconfirmaram adiferentes paísesda América Latina, que representama existência debasesna Argentina, Chile,ElSalvadore Nicarágua, mas nãoconfirmado, mascom sinais desuas atividades no Brasile no Paraguai.Relatórios afirmamque os missionáriosiranianosimportados porHugo Chávez,estão agoracondenados aconvertermilhões deQuechuae Aymaraindígenasna Bolíviadispersos.Isto significaque os agenteso terrorismo islâmico, liderado poragentes venezuelanosjá estão trabalhandono limiteda fronteiraperuana. toda a tribodos camponeses, também conhecido comoWayuu, cujos membros, sobretudo os jovens, sãoabertamenteviolentosadaptaçãoàs regrasdo fundamentalismo islâmico.Novos gráficossantuárioDados divulgadospelo governoChávez, daVenezuelaem si,conta, por exemplo,de como as mulheresdonos homensvéuWayuupraticadotiroriflesKalashnikove tirar fotoscom umcinto de explosivoscarregados com explosivos,e as criançasvestidoislâmicoem grande estilo.
América Latinaacorda, oTerrorHezbollahestá entre nós
Terror iraniano abre base ostensiva em Cuba Assim poderão “atacar e desaparecer”. As exaustas esquerdas
latino-americanas receberão um reforço até agora inesperado das amizades
cultivadas em longos anos de diplomacia pró-árabe.
Três membros do grupo terrorista Hezbollah, lançado pelo Irã contra o
Ocidente, abriram uma base oficial do movimento em Havana, informou o “Corriere della Sera”.
O grupo saiu do México e prepara a chegada de um contingente mais
importante de agentes do terror iraniano. O primeiro contaria com 23
membros especializados em atividades clandestinas.
É bem fundada a suspeita de que o Hezbollah age na América Latina, na
tríplice fronteira Brasil-Argentina-Paraguai e em cidades fronteiriças
da Venezuela e Colômbia.
Devastadores atentados em Buenos Aires foram, ao que tudo indica, praticados por terroristas do mesmo Hezbollah. Encontros
para troca de informações, treinamentos e articulação entre terroristas
de diversos grupos foram patrocinados por Hugo Chávez em território
venezuelano.
Até agora essas missões eram cumpridas sigilosamente. Uma instalação
ostensiva em Cuba suscitaria reações americanas muito graves.
Mas, ao que tudo indica, agora os comandantes do terrorismo iraniano
sentem que pouco há que temer do presidente Obama e que eles podem
insolentemente se instalar na ilha sem medo a maiores conseqüências.
Para o jornal italiano, numa primeira fase, o Hezbollah visa recrutar informadores e fazer alianças com os narcotraficantes. Também
poderá se infiltrar nas redes de imigração clandestina rumo aos EUA e
planejar vinganças na América do Sul contra inimigos de seus “amigos”
populistas de esquerda.
Para o jornal italiano, tudo isto pode se tornar facilmente
realidade, considerando-se as medidas de segurança bastante relativas no
continente, as fronteiras porosas e o crime organizado equipado com
armas e explosivos que os iranianos também utilizam. Assim poderão “atacar e desaparecer”. As exaustas esquerdas
latino-americanas receberão um reforço até agora inesperado das amizades
cultivadas em longos anos de diplomacia pró-árabe.
+
Contrabando e tráfico na tríplice fronteira financiam terrorismo
Publicada em 03/03/2007 às 22h17m O Globo
RIO
- Uma investigação iniciada 48 horas após os atentados do 11 de
Setembro de 2001 pelos Estados Unidos para desvendar a origem do
dinheiro que financia terroristas revelou uma operação de lavagem de US$
100 milhões para o grupo xiita libanês Hezbollah na região entre
Brasil, Paraguai e Argentina, conhecida como tríplice fronteira. O caso é
apenas um dos mais de 50 em que se investiga o financiamento de grupos
terroristas como Hamas e al-Qaeda por ativistas estabelecidos na região.
Segundo essas investigações, a origem do dinheiro está em
negócios ilícitos de pirataria, contrabando e tráfico de drogas. Os
inquéritos em diferentes países, entre eles o Brasil, são realizados sob
orientação de órgãos de informação americanos e já levaram à várias
prisões, como revela
José Casado, com a colaboração de
José Meirelles Passos, nas primeiras reportagens de uma
série sobre a tríplice fronteira e o terror, que começa a ser publicada
neste domingo no jornal O Globo.
Como resultado de uma das investigações, nas próximas semanas, o
Paraguai começa a julgar Kassen Mohamad Hijazi, de 46 anos, dono de
empresas em Ciudad del Este e em Foz do Iguaçu, onde reside. Ele é
acusado de comandar a lavagem dos US$ 100 milhões que teriam sido
destinados ao Hezbollah, organização libanesa classificada como
terrorista nos Estados Unidos, em Israel e na Argentina.
Segundo o inquérito, entre 1998 e 2003, com a ajuda de 46
pessoas, Hizaji teria usado 130 casas de câmbio e bancos no Brasil e no
Paraguai para realizar transferências ilegais a 1.500 contas bancárias
no Líbano, EUA e Chile.