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domingo, 10 de junho de 2012

Nem os "cumpanheiros" aguentam mais "O chefe" da gang


Na história do mundo há grandes falsários que prometeram o CÉU e deram ao seu povo o inferno. São tão hábeis na arte de FALSIFICAR que até pessoas esclarecidas são enganadas.

                9 de Junho de 2012 14:01
"(...) Quando acabarem de ler a carta de PAULO DE TARSO (anexa embaixo) todos irão entender os casos de SANTO ANDRÉ – CAMPINAS – MENSALÃO – CACHOEIRA UM E DOIS - a razão do silêncio das fortunas do Ex-Presidente da República e de seu filho e porque as CPMI instaladas no CONGRESSO não andam como a atual de CACHOEIRA, DAS ONGs e o combate a criação da CPI DAS EMPREITEIRAS, pedida pelo senador PEDRO SIMOM. A DELTA É UM DEUS NOS ACUDA. (...)"


                LIBERTATUM: FALSIDADE DOC.Nº 135 -2012
Fonte: libertatum.blogspot.com

Um documento para ser amplamente divulgado, para o bem do Brasil.

WWW.FORTALWEB.COM.BR/GRUPOGUARAPES

Diz dicionário AURÉLIO que FALSIDADE é a prática por pessoas ou grupo da mentira, da calúnia, da hipocrisia e mesmo de fingimento para enganar o próximo ou grupo adversário. Na história do mundo há grandes falsários que prometeram o CÉU e deram ao seu povo o inferno. São tão hábeis na arte de FALSIFICAR que até pessoas esclarecidas são enganadas.
Vamos a FALSIDADE ou ENGANAÇÃO, no campo político, aqui, no Brasil. Em 1980, foi fundado o PARTIDO DOS TRABHAHADORES e apresentou-se, como era natural, mostrando-se como um agremiação capaz de mudar o País e proporcionar a felicidade ao seu povo. Juntou-se toda esquerda brasileira combatendo, com veemência, todos os desvios republicanos possíveis, praticados pelo governo bem como passando a divulgar que o objetivo dele, em 1964, era contra a ditadura militar que havia se instalado no Brasil e eles, os “santinhos de pau oco” buscavam a reimplantar a “democracia”.
Já em 1998, os zum-zuns chegavam aos ouvidos do povo, a respeito, de avanços no dinheiro público. A direção do partido já tomava conhecimento de desvios milionários, em dólares, das prefeituras paulistas para o Caixa Dois. Quem diz é um ex-petista, expulso do Partido em 1998. Sabiam do roubo, pela palavra de PAULO DE TARSO VENSCELAU: LULA, MERCADANTE, DR CARDOZO ( ATUALMINISTRO DA JUSTIÇA), José Dirceu e muitos outros. Há uma carta de Paulo de Tarso ao Partido que conta toda a bandalheira que beneficiava os amigos do Presidente do Partido (LULA) Roberto e Dirceu Teixeira. È só irmos ao GOOGLE e tomaremos conhecimento de toda a HIPOCRISIA dos dirigentes do PT.
Para que os amigos conheçam bem o que se passava naquela época transcrevemos apenas duas frases:
“O Frei Beto [ex-assessor da presidência da República] me disse que se o Lula visse alguém me defendendo ou conversando comigo, mandaria cortar a cabeça no partido”. É a democracia deles. “Preparado pra levar pancada. Quem manda acreditar em Papai Noel por tanto tempo?. Sou um ex-petista (de carteirinha) e estou na luta pra tirar a gang do poder”.
PAULO DE TARSO

Quando acabarem de ler a carta de PAULO DE TARSO (anexa embaixo) todos irão entender os casos de SANTO ANDRÉ – CAMPINAS – MENSALÃO – CACHOEIRA UM E DOIS - a razão do silêncio das fortunas do Ex-Presidente da República e de seu filho e porque as CPMI instaladas no CONGRESSO não andam como a atual de CACHOEIRA, DAS OMGs e se combate a criação da CPI DAS EMPREITEIRAS, pedida pelo senador PEDRO SIMOM. A DELTA É UM DEUS NOS ACUDA.
ABARCA DE NORTE AO SUL E DE LESTE AO OESTE. Todos envolvidos e todos pedindo que o diabo não apareça, pois seria o estouro da boiada.
INFELIZ NAÇÃO ONDE OS HOMENS PÚBLICOS SÃO FALSOS, DESOSNESTOS E A JUSTIÇA
NÃO EXISTE.
“NINGUÉM ACREDITA EM UM MENTIROSO, MESMO QUANDO ELE DIZ A VERDADE. “CÍCERO
ESTÃO MENTINDO E MUITO
ESTAMOS VIVOS! GRUPO GUARARAPES!
PERSONALIDADE JURÍDICA sob reg. Nº12 58
93. Cartório do 1º registro de títulos e documentos, em Fortaleza. Somos 1.807 civis – 49 da Marinha - 478 do Exército – 51 da Aeronáutica; TOTAL 2.385
Batistapinheiro30@yahoo.com.br.
WWW.FORTALWEB.COM.BR/GRUPOGUARARAPES


08 de junho de 2012

ANEXO CARTA DE PAULO DE TARSO denunciando corrupção no PT São Paulo, 23 de março de 1995 AO PRESIDENTE NACIONAL DO PARTIDO DOS TRABALHADORES LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA

Companheiro Lula,

Há muitos meses que eu pretendia falar ou ao menos me comunicar com você, pessoalmente, para que não pairasse qualquer mal-entendido. Só não o fiz antes por causa da campanha eleitoral. Creio que agora que você reassumiu a presidência do PT poderemos esclarecer o que ocorreu, em 1993, na administração petista de São José dos Campos. Esclarecer com o companheiro Lula não mais como candidato, mas como liderança máxima do PT, um partido que veio para mudar a História desse país.
Serei objetivo para que, se houver interesse de sua parte e da direção do PT, possamos aprofundar o assunto no momento e no local mais convenientes. Tive a (in)felicidade de, como secretário da Fazenda de São José dos Campos, descobrir uma série de irregularidades do governo anterior, que envolviam políticos comprometidos com o PTB, PMDB e com o famigerado PRN.
Uma dessas irregularidades envolvia uma empresa bastante conhecida das administrações petistas: a CPEM - Consultoria Para Empresas e Municípios.
Essa empresa era representada por pessoas ligadas à direção do PT, como os irmãos Roberto e Dirceu Teixeira. Outras vezes, era apresentada até pelos prefeitos em exercício, como no caso de Campinas, em 1990, em que o prefeito era o então petista Jacó Bittar, como uma empresa de gente amiga e
que poderia ajudar nosso Partido. Essa história é longa e nós, eu e você, tivemos oportunidade de conversar sobre o assunto, na primeira sede do governo paralelo. Aliás, foi o próprio Jacó Bittar quem me trouxe, pessoalmente, como militante petista e secretário das Finanças de Campinas para essa conversa com você.
Soube, posteriormente, que o mesmo se sucedera em outras administrações petistas, como no caso de Santo André, Diadema, Santos e Piracicaba, pelo menos. Eu me lembro muito bem que foi difícil convencê-los, no caso de Campinas você e o Jacó, que não era conveniente contratar uma empresa, sem licitação, para desenvolver um trabalho que as equipes internas das prefeituras tinham condições para executar.
Em 1993, fui convidado e assumi o comando da Secretaria da Fazenda, indicado, segundo o pessoal de São José dos Campos, pelos então deputados federais Aloízio Mercadante e José Dirceu. Com certeza, nunca solicitei nada a esses dois companheiros. Minhas ações sempre foram norteadas por princípios adquiridos ao longo de minha vida e dos quais não abro mão. Afinal, são valores que custaram muita luta, prisão, tortura, morte e exílio para centenas de companheiros e amigos.
Logo no início do governo petista em São José dos Campos, verifiquei que a CPEM era uma das maiores credoras da Prefeitura: já havia recebido mais de US$ 10 milhões e teria, ainda, um crédito superior a US$ 5 milhões, cujo pagamento jamais autorizei, apesar das pressões recebidas. Em pouco tempo, levantei as irregularidades que marcavam o contrato com essa empresa, favorecendo o que havia de mais podre no cenário político do Vale do Paraíba. Fiz questão de alertar a direção do PT e, em particular, Paulo Okamoto. Aproveitei uma reunião de secretários das Finanças, em Ribeirão Preto, no dia 23 de abril de 1993, para alertar os demais companheiros sobre o risco que poderiam correr caso contratassem aquela empresa. Acabei sendo admoestado pelo próprio Paulo Okamoto por ter falado demais em uma reunião que havia pessoas de outros partidos. Nesse dia, entreguei, para o Partido, o início de um dossiê sobre a CPEM contendo o parecer da comissão de sindicância que instalara para apurar as irregularidades daquele contrato.
A história é longa, como bem sabe, até por força de nossos encontros e conversas. Cheguei a sofrer ameaças como o cerco promovido por três homens, que estavam em um Gol branco, chapa DQ 4609, posteriormente constatou-se que se tratava de uma chapa fria, contra o carro oficial da Prefeitura, dirigido por um motorista de carreira.
Apesar de tudo, entre outros sucessos, durante os nove meses que permaneci no comando das finanças públicas de São José dos Campos, consegui, a custo zero e sem aumento de impostos, os melhores financeiros da história daquele município. O orçamento histórico de cerca de US$ 100 milhões aproximou-se de US$ 250 milhões em 1994. Consegui provar, inclusive na Justiça, que a CPEM era inidônea - foi condenada a devolver US$ 10,5 milhões para os cofres municipais.
O prêmio foi minha exoneração na noite de 13 de setembro, coincidentemente no mesmo dia em que encaminhei, pela manhã, formalmente, à Prefeitura e ao secretário de Assuntos Jurídicos, o resultado da auditoria externa que havia contratado e, ao mesmo tempo, solicitava uma série de medidas contra a referida empresa, junto ao Tribunal de Contas do Estado, Secretaria da Fazenda e à própria Justiça. Pego de surpresa, cobrei da prefeita o motivo do meu afastamento, uma vez que eu era titular da secretaria que apresentava os melhores resultados práticos. Entre soluços constrangedores, a Prefeita me informou que Paulo Okamoto, representando a direção nacional, e Paulo Frateschi, pela direção estadual, "tinham pedido minha cabeça".
Esses dois tristes personagens sempre negaram o que a Prefeita me afirmara. Posteriormente, os companheiros Aloízio Mercadante e Gilberto de Carvalho, segundo eles, entraram com uma representação junto à Executiva Nacional. Passado mais de um ano e sem qualquer resposta de quem quer que seja, não
vejo outra alternativa a não ser essa: enviar uma carta, devidamente registrada no Cartório de Títulos e Documentos, solicitando do Partido dos Trabalhadores, oficialmente, informações sobre a dita representação e, ao mesmo tempo, que a Executiva Nacional se manifeste a respeito. Temos que impedir que o nosso querido Partido perca seu patrimônio mais importante: a credibilidade crescente junto à população e a confiança de que não seremos condescendentes com dilapidadores de recursos públicos. O PT não pode ser colocado na vala comum dos partidos tradicionais e políticos demagogos descritos pela máxima "faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço".
Entenda, companheiro Lula, essa minha carta como um esforço para se evitar que o silêncio, diante de tudo o que aconteceu, possa parecer como uma tentativa de acobertamento das atividades de uma empresa como a CPEM. Atividades que envolveram recursos públicos da ordem de milhões de dólares, financiamento de campanhas eleitorais de partidos e candidatos de direita, contratos condenados pela Justiça, e, no meio disso tudo, militantes do Partido dos Trabalhadores. Terminar em pizza seria um fato muito grave para o nosso Partido e para milhões de brasileiros que depositam sua confiança na sua história construída ao longo de muito sofrimento e luta.
Deixo aqui, pois, formalizados esses dois pedidos e me coloco à disposição do Partido para apresentar todos os documentos que estão em meu poder e prestar todos os depoimentos que se fizerem necessários para se apurar, até as últimas conseqüências, as responsabilidades sobre fatos que hoje desabonam e desacreditam nosso Partido em todo o meu querido Vale do Paraíba.
Informo, também, que estarei enviando cópias dessa carta para as nossas principais lideranças e instâncias partidárias porque acredito que "a verdade é revolucionária" e que a democracia e a transparência fazem parte do ideário petista.

SAUDAÇÕES PETISTAS
PAULO DE TARSO VENCESLAU
RG 3.563.157 SSP/SP
Militante e ex-presidente do DZ Pinheiros
Ex-membro do Diretório Municipal de São Paulo
Membro do Conselho de Redação de Teoria e Debate
São Paulo, 9 de abril de 1997
REPASSE! AJUDE O BRASIL A CONHECER A VERDADE!

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Cristãos brasileiros, vocês serão abatidos como gado!

De Celso Brasil
A prova cabal do que está acontecendo (não do que acontecerá), são inúmeras publicações dos partidários do regime que se implanta no Brasil, sob o comando PeTralha com apoio dos partidos alugados e Cia.
Dentre tantos absurdos brotados da mentalidade sociopata dos seguidores desta seita satânica (união de organizações) que insistem em chamarem de partidos, destaquei uma publicação. São todas idênticas e existe até divergências nas opiniões, sem desviar do rumo sociopata.
O povo brasileiro necessita, URGENTEMENTE, de uma mobilização para clamar a intervenção da única força permitida pela constituição. A exemplo da última contra-revolução (1964) que salvou o Brasil da implantação deste regime prisional chamado comunismo. O mesmo que canta liberdade, como uma cobra traiçoeira.
Já invadiram nossas casas, proibindo a educação dos filhos naquilo que os contrariam. Implantaram o separatismo do nosso povo que nunca foi rotulado. Agora não somos raça humana - somos brancos ou negros ou gays, ou seja lá o que for. Esta estratégia foi utilizada em todas as implantações dos falidos regimes comuno-socialistas em todo o mundo.
Analisando o andamento deste processo de implantação, só podemos chegar a uma única conclusão, já que este tipo de mente doentia só conhece uma linguagem para defender e impor suas idéias absurdas - A VIOLÊNCIA. No resto do mundo não foi diferente.
Embora com o estômago embrulhado, sou obrigado a mostrar um exemplo deste processo que anda a largos passos no Brasil.
Peço desculpas aos amigos leitores pelo que vou apresentar, mas torna-se necessário para a compreensão dos fatos.
Sinto-me enojado por pertencer a um povo que tem elementos (e muitos) como os que se apresentam abaixo.
Que DEUS tenha piedade de nós, verdadeiros brasileiros que seguimos uma cultura cristã cuja diversidade religiosa sempre conviveu pacificamente.

Celso Brasil
Um cidadão comum
Produtor, editor, escritor e cristão

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Acrescentei mais um vídeo a esta postagem.
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Segue, abaixo, a íntegra da publicação citada.
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A necessidade de se pensar uma regulação para a Religião.


Caros leitores, há algum tempo ando pensando em algumas possibilidades de como nós comunistas poderemos encontrar uma solução para resolver as controvérsias religiosas existentes em nossa sociedade atual. Para ficar claro, temos que elucidar o fato de que o fim instantâneo da religião mesmo em um estado pós-revolucionário se mostrou e se mostra um equivoco na condução do socialismo nos tempos de hoje. "Não batam nos outros. A luta física só afeta a carne e os ossos; a luta de pensamento afeta o coração". De fato temos de ter em mente que imposição ideológica ao proletário (Vale destacar a diferença entre Proletário e Inimigo) não deve ser feita em hipótese alguma. O que deve ser feito é a criação de aparatos que combatam os agentes indutores religiosos de maneira inteligente e não impactante.Caso contrario há um perigo de se criar uma linha de subversão religiosa internacional e a culminação de ideias falsas a respeito do regime popular. A diminuição gradual e programas de plenitude laica pode levar ao fim gradual da religião para sempre, sem deixar aquela marca no passado de um corte feito com o animal vivo.É importante visar sempre o objetivo final, de nada vale o sectarismo de que a religião a todo custo, no momento em que os comunistas chegarem ao poder, deve ser extinguida. Vale fazer uma ressalva da inteligente manobra cubana em receber o Papa, que só reforça ainda mais a linha de pensamento da destruição gradual, vale deixar o assunto de Cuba para uma outra discussão onde fique explanado os positivos e negativos.
Tendo isso em vista, ficam as incógnitas. Como fazer uma política de frenagem religiosa desde agora? Como pensar nela em um estado pós-revolução?
Bem, aqui agora externo as minhas opiniões de como tal frenagem religiosa deve ser executada, pensando no agora e no depois. Primeiramente a necessidade de se criar uma regulação especifica para tratar da religião. Assim como temos hoje uma censura(falha) a diversos tipos de conteúdo, teríamos de criar uma regulação especifica para assuntos religiosos ou qualquer outro assunto que possa gerar interferência mental na população. De primeira instancia, como a religião é algo induzido e que na maioria dos casos se torna eterno, teríamos como primeiro ponto da regulação à proibição da participação em cultos,seitas,missas religiosas por menores de idade, claro que o cumprimento dessas normas se dariam pelo poder que o estado tem de fazê-los, assim como hoje em dia à proibições de menores em casas noturnas especificas. Com isso também automaticamente seria proibido as seitas,cultos e missas ao ar livre. Muitos vão dizer que isso vai contra a liberdade de expressão, para esses que dizem isso, gostaria de dar com exemplo a exibição explicita de conteúdo pornográfico e violento em publico. A mesma "indução" que este material poderia gerar em mentes férteis, a religião pode gerar e de maneira muito pior. Com isso também ficava vedado a utilização de concessões publicas de TV e Radio para transmissões religiosas. Segundo, o acesso ao material religioso também se tornaria algo restrito a maiores de idade. Este aspecto junto com o primeiro pode tornar o ato do pai ou da mãe de induzir religiosamente seus dependentes em um crime de aliciamento de menores. Vale destacar que a nossa lei é bem rígida com relação ao aliciamento físico, tanto para prostituição quanto para crimes. Porem se esquece que o aliciamento mental é muito mais nocivo do que o físico, por que é em muitos casos irreversível. O Terceiro e ultimo ponto seria a questão da educação escolar. Vale fazer um destaque de que com um sistema de educação único e publico, esta mesma terceira proposta perderia metade de seu propósito. Ficaria proibido o ensino religioso em todas as escolas, para isso seria necessário a criação de uma grande curricular global para todas as escolas, publicas e privadas. E também seria de caráter fundamental a necessidade da criação de uma matéria universal com o tema; Diversidade Religiosa. Tal matéria teria a função de explanar desde cedo as características criacionistas e evolucionistas das religiões e da ciência como um todo. Tratando a respeito, de maneira honesta, de todas as religiões e suas historias verdadeiras. Esse terceiro ponto precisa está verdadeiramente em harmonia com os dois anteriores para que toda a regulação tenha um efeito futuro esperável.
Com, o fim ou diminuição da indução religiosa, educação a respeito de criacionismo vs evolucionismo, educação a respeito de todas as religiões possíveis de serem compreendidas, teríamos uma população muito mais capaz de pensar de maneira critica a religião e não dogmática. Vão haver aqueles que mesmo com a harmonia destes elementos irão optar pela religião. Mas pelo que pude concluir o índice de declínio religioso quando se tem diversos contrapontos racionais é bem maior do que o índice de adesão.E o índice de fanatismo ou completo dogma religioso também é quase extinto. Fazendo da regulação uma ferramenta para fazer a religião desaparecer pela dialética dela própria
É importante que tenhamos em mente que isto não é só uma medida que nós comunistas temos como meta. É uma medida de interesse global, o que nos ajuda na luta de agora. Não só com o objetivo final dos comunistas que seria a diminuição máxima possível da religião, mas sim também complementando o que seria um estado verdadeiramente laico.
Vale lembrar que isto foi apenas algumas ideias do que seria uma regulação, um pensamento de como poderia ser. Fico na expectativa da possibilidade de novos pensamentos ou contrapontos que possam acrescentar em um projeto futuro de regulação real.
Tácio Nepomuceno Reis

11 comentários:

ujs26 de abril de 2012 16:48
A fé é algo imaterial e comunistas são materialistas. O pensamento de exterminar a religião, ou melhor, a liberdade religiosa do povo, mesmo que seja aos poucos, até 'desintegrá-la' é equivocado, errado e simboliza que ainda existem setores que não aprenderam nada com a história.
Defendo um Estado Laico. Para mim, chefes religiosos devem guiar seus fiéis e não se enfiarem na política. Cada vez que a religião se misturou com a política na história da humanidade não só gerou segregação de um em relação ao outro, mas também perseguições.
O Partido Comunista do Brasil, numa visão acertada, defende que o indivíduo seja livre pra escolher no quer crer ou não crer. Por isso o deputado federal comunista Jorge Amado defendeu e garantiu a liberdade religiosa na Constituição Federal em 1946. Proibir que menores participem de cultos religiosos é no mínimo ir contra essa defesa do partido, além de interferir na educação dos pais aos filhos, que tem a prerrogativa de buscar orientar os filhos sobre vários aspectos da vida, e ter ou não uma religião é uma delas. Essa visão de necessidade do aniquilamento da religião é uma visão estreita e um olhar micro daquilo que precisa ser avaliado sob a ótica do macro.
No Brasil, um dos países mais religiosos do mundo (diversidade religiosa), a maioria da população tem algum tipo de fé, e tão certo quanto 1+1=2, reacender uma idéia equivocada e que já se provou não ter dado certo no passado em vários lugares do mundo (cultos religiosos abertos ao público no Kremlim nos anos finais da URSS ficavam lotados com pessoas ainda esperando em filas para poderem assistir uma reunião religiosa ou culto), serviria apenas para nos isolar politicamente e ideológicamente.
No planejamento estratégico rumo ao socialismo contamos com todo o conjunto da sociedade que desempenhará papel importante nessa conquista!
Penso que é necessário sim um debate mais aprofundado sobre a questão religiosa e o Partido em nossa sociedade. Mas para isso se dar da melhor forma possível, é necessário todos os lados se desarmarem, deixando pra trás todos os preconceitos para que alcancemos um patamar mais elevado de compreensão na construção de uma nova sociedade!
Saudações Socialistas!

Vander Rodermel
Secretário Estadual de Comunicação do PCdoB/SC













  1. Tácio Nepomuceno Reis27 de abril de 2012 08:19
    Camarada Vander,
    Entendo sua colocação e a acho justa. Uma das principais bandeiras que o socialismo levanta é a bandeira da liberdade. Só que não se pode ter liberdade, não se pode chegar ao Comunismo havendo entidades superiores ao próprio ser humano, entidades materiais e não materiais.Você mesmo mencionou "Chefes religiosos", isso jamais deve existir no socialismo, nenhum chefe e nenhum senhor supremo, enquanto há mestres há servos. Isso deve ser uma meta para os comunistas, mas como disse no artigo, a destruição instantânea religiosa se mostrou equivoca durante a historia e precisamos evoluir a partir disto. Eu não falo de privar a escolha, falo de privar a influencia sem escolha. A verdadeira liberdade e a verdadeira laicidade tem que estar presente na educação também.
    Saudações Camarada!

    Tácio Nepomuceno Reis

    Fonte: http://criticajovemmarxista.blogspot.com.br/2012/04/necessidade-de-se-pensar-uma-regulacao.html

    ___________________________________________

    Dados interessantes - Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.

    Milhares de vítimas de execuções individuais e colectivas, sob a suspeita de oposição política e com ou sem julgamento sumário; repressão violenta de manifestações e de greves; assassinato de reféns e de prisioneiros de guerra, na Rússia, entre 1918-1922.

    cerca de 5 milhões de mortos por fome em consequência das requisições agrícolas, especialmente na Ucrânia, em 1921-1923. A fome foi usada como uma arma política por outros regimes comunistas além da União Soviética.

    300.000 a 500.000 Cossacos exterminados entre 1919 e 1920.

    centenas de milhar de mortos nos campos de concentração, num total de 15 a 20 milhões de prisioneiros, entre 1930 e 1953.

    690.000 pessoas arbitrariamente condenadas à pena capital durante o Grande Terror de 1936-1938. Deportação de outros milhares para os campos do Gulag. No total, entre 1 de Outubro de 1936 e 1 de Novembro de 1938, aproximadamente 1.565.000 pessoas foram detidas.

    cerca de 30.000 "kulaks" exterminados (campesinato rico) durante colectivização forçada de 1929-1933. Outros 2 milhões são deportados em 1930-1932.

    milhares de vulgares cidadãos da União Soviética acusados de cumplicidade com o "inimigo" e executados no período que precedeu a Segunda Guerra Mundial. Por exemplo, em 1937, cerca de 144.000 pessoas foram detidas, tendo 110.000 sido executadas por suspeita de contactos com cidadãos polacos residentes na União Soviética. Também em 1937, 42.000 pessoas foram executadas por alegados contactos com trabalhadores alemães na U.R.S.S.

    6 milhões de ucranianos mortos por fome, no decurso do genocídio de 1932-1933 (Holodomor).

    centenas de milhar de Polacos, Ucranianos, lituanos, letões, estonianos, moldavos e de habitantes da Bessarábia, deportados em 1939-1941 e 1944-1945.

    deportação de 900 mil alemães do Volga, em 1941; de 180 mil tártaros da Crimeia, em 1943; de 521 mil chechenos e inguches, em 1944.

    deportação e extermínio de um quarto da população do Camboja, entre 1975-1978.

    dezenas de milhões de vítimas dos regimes totalitários de Mao Zedong, na China e de Kim Il Sung, na Coreia do Norte.

    numerosas vítimas em outras regiões do Mundo, como em África, Ásia e América Latina.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

O narcotráfico e a política atual

É muito mais podre do que pensamos. O dinheiro sujo sustenta as organizações corruptas que dominam a política na américa "latrina". O mesmo acontece com toda a esquerda mundial.
 
E o Brasil compactua e participa de tudo isso.
As FARCs estão, comprovadamente, no país e o MST é treinado como tal.
FARC não sobrevive sem tráfico.
Formam uma poderosa rede que sustenta a corrupção, mandando e financiando campanhas, manipulando os governos.






O pacto de Cuba com traficantes de cocaína
Euler de França Belém
Para não quebrar, sob a perestroica de Gorbachev, a ilha de Fidel Castro negociou com Pablo Escobar. O comércio só ruiu quando os EUA descobriram que Cuba era um entreposto da cocaína do Cartel de Medellín
Fidel Castro, Arnaldo Ochoa e Pablo Escobar: o primeiro teria aceitado o tráfico de cocaína do terceiro porque Cuba precisava de dólares para impedir a “quebra” da ilha e o segundo entrou na história como boi de piranha
Para entender por qual razão Fidel e Raúl Castro embarcaram no comércio de cocaína com Pablo Escobar, do Cartel de Medellín, é preciso buscar as raízes do problema — que estão expostas com competência pelo historiador britânico Richard Gott em “Cuba — Uma Nova História”, no capítulo “Cuba fica só — 1985-2003”. Em março de 1985, Mikhail Gorbachev assume o comando da União Soviética e tenta reformar o sistema socialista. A semicolônia cubana, como a chama Gott, ficou, inicialmente, desconfiada dos propósitos da glasnost (abertura política e cultural) e da perestroika (reestruturação econômica do sistema). Antes de Gorbachev, o governo de Iuri Andropov explicou “formalmente que a garantia de defesa soviética, vigente desde a crise dos mísseis em outubro de 1962, não podia mais ser estendida à ilha”. Raúl Castro ouviu de Andropov, em Moscou, em 1983, que a União Soviética iria cuidar de seus próprios assuntos.

A abertura soviética chegou a empolgar alguns líderes cubanos, mas não Fidel e Rául, que, hábeis politicamente, entenderam que qualquer reforma mais forte na ilha significava retirá-los do poder e que a perestroika iria reduzir investimentos da terra de Púchkin na Disney­lândia das esquerdas. O líder cubano Carlos Rafael Rodríguez fez “comentários favoráveis sobre a perestroika”, em Bu­careste, o que não agradou a dupla. Em 1989, Gorbachev visitou Cuba e esclareceu: “À medida que a vida segue novas exigências são feitas à qualidade da nossa interação. Isso se aplica particularmente aos contatos econômicos — estes devem ser mais dinâmicos e efetivos, e produzir retornos mais significativos para ambos os países”. Gott complementa: “Em particular, Gorbachev deixou claro que a velha relação econômica, com os preços subsidiados que há muito ajudavam a manter a relativa prosperidade de Cuba, teria de ser encerrada. E mais estava para vir. No futuro, os russos iam querer receber o pagamento pelos seus bens em dólares norte-americanos”. Em “A Ilha do Doutor Castro — A Transição Confiscada”, Corinne Cumerlato e Denis Rousseau relatam: “O Clube de Paris conta entre seus membros a ex-União Soviética, que calcula a dívida cubana em mais de 22 bilhões de rublos e exige um tratamento a parte. A esse rombo somam-se cerca de 11 bilhões de dólares emprestados por Estados ou bancos internacionais, o que representa aproximadamente 80% de seu PIB. Segundo essas estimativas, Cuba detém um dos mais altos índices de endividamento na América Latina”.

Com Cuba em crise, por causa do afastamento paulatino da União Soviética e a perestroika se espraiando no Leste Europeu, Fidel decidiu que todo simulacro de dissidência, ou de apoio às mudanças patrocinadas por Gorbachev, deveria ser contida a ferro e fogo. O general Arnaldo Ochoa Sán­chez, “figura lendária e heroica, para os soldados cubanos, atrás apenas de Fidel”, segundo Gott, era a principal preocupação. Ochoa comandou os exércitos cubanos em Angola, Moçambique, Etiópia e, antes, na Venezuela. (Os críticos de Fidel em geral omitem que a participação dos militares cubanos na luta conta a África do Sul, em território angolano, foi decisiva para torpedear e enfraquecer o regime do Apartheid.)

Popular e herói histórico, Ochoa, se tivesse apoio externo, sobretudo soviético, poderia se tornar o Fidel dos tempos da perestroika. Por isso, provavelmente, Fidel decidiu liquidá-lo, e contra a vontade de Raúl. Há outro indício: Fidel sempre considerou o irmão fraco em termos políticos e, no caso de sua morte, poderia ser controlado por militares carismáticos, como Ochoa. Eliminada a principal figura militar, os demais militares ficariam quietos e, de fato, ficaram. Por isso, ao voltar da África, a chamado de Fidel, para “receber” uma promoção, Ochoa foi preso. Em “Cuba Sem Fidel”, Brian Latell apresenta a versão corroborada por especialistas em Cuba: “Fidel desejava evitar que o mais popular comandante cubano das Forças Armadas, atraído então pelos movimentos de reforma que proliferavam à época na União Soviética e no Leste Europeu, se tornasse algum dia um ponto de aglutinação para os críticos reformistas do regime. Ochoa comandara, no total, mais de 300 mil soldados cubanos em diferentes missões no exterior e continuava a ser extremamente popular”. Latell ressalva: “Não havia indícios de que planejasse investir contra o regime e, para Raúl, essa era uma possibilidade inconcebível”. O escritor Nor­berto Fuentes, amigo de O­choa, contesta a tese de que o general tenha conspirado contra Fidel, embora todos admitam que, nos últimos anos, teria perdido o respeito pelo líder supremo. Achava-o “covarde”.

A prisão de Ochoa e de outros integrantes do primeiro escalão do regime, em 1989, “merecia” uma justificação palatável para os militares e para a população. O general seria o comandante das operações privadas, e não estatais, com o chefe do Cartel de Medellín, Pablo Escobar, na época um dos reis do tráfico internacional de cocaína. Latell diz que a acusação de Fidel — sim, ele personifica o regime — é fictícia. “Os rumores sugeriam que a acusação de corrupção tinha mais a ver com política do que com irresponsabilidade financeira. As prisões ocorreram apenas dois meses após a visita de Gorbachev a Havana”, diz Gott. Ele pergunta: “Teria havido um complô para substituir Castro por uma liderança reformista, favorável à introdução da glasnost e da perestroika em Cuba?” Latell fornece uma resposta: “Os principais ‘crimes’ de Ochoa haviam sido questionar a autoridade dos irmãos Castro e pensar na possibilidade de desertar. Fidel chegou à conclusão de que Ocha precisava ser condenado por um crime realmente hediondo [...] a fim de evitar qualquer reação indesejada [...] da parte dos militares. As acusações de tráfico de drogas serviram como uma cortina de fumaça”. Gott acrescenta que, na esteira da perseguição a Ocha, foi preso o general José Abrantes, ministro do Interior (Minint). “Ele tinha feito referências favoráveis à reforma de Gorbachev num discurso na União de Escritores e Artistas em Havana.” Os gêmeos Pa­tricio e Tony de la Guardia, amigos de Ochoa, também foram presos.

Cumerlato e Rousseau são incisivos: “Uma dupla suspeita continua a pesar sobre Fidel Castro: a de ter se livrado de um oficial prestigiado, que lhe fazia sombra, e a de ter ao mesmo tem­po feito desaparecer perigosas testemunhas que podiam implicá-lo num caso de tráfico de drogas internacional. Em 13 de julho de 1989, às 4 horas da manhã, um pelotão de execução fuzilava quatro oficiais superiores, detidos apenas um mês antes e acusados de terem montado uma rede internacional de tráfico de cocaína. Os quatro foram condenados ao final daquele que foi, segundo muitos analistas, o último processo stalinista do mundo comunista ocidental, em plena perestroika soviética e pouco meses antes da queda do muro de Berlim”. No livro “El Magnífico — 20 Ans au Service Secret de Castro”, Juan Vivés nota que um grande número de pessoas participou da operação com o colombiano Pablo Escobar — o que indica claramente uma participação do Estado na proteção aos traficantes de cocaína. “Todo mundo sabe que o tráfico era impossível de ocorrer sem que Fidel e Raúl não estivessem a par”, acrescenta Juan Vivés. O ex-espião cubano tem razão: num Estado policial, como o cubano, seus dirigentes sabem de praticamente tudo que ocorre no país, sobretudo num pequeno país como Cuba. Se Fidel não sabia que traficantes usavam Cuba como base para transportar cocaína para a Flórida, nos Estados Unidos, pode-se tachar o sistema de espionagem e o dirigente político de incompetentes. Como o sistema de espionagem é eficiente, monitorando toda a ilha e repassando informações para os irmãos Castro, é pouco provável que Fidel seja o marido traído da história. Vivés frisa que Raúl era o chefe do acordo com Pablo Escobar e revela que o líder cubano mantinha relações com narcotraficantes das Farc. Os sandinistas da Nicarágua também estavam envolvidos com o tráfico — todos em busca dos “vitaminados” dólares. Vivés revela que o capitão cubano Jorge Martínez, subalterno de Ocha, foi o contato de Raúl e do nicaraguense Daniel Ortega com Pablo Escobar. As informações de Vivés são de um ex-espião importante do sistema de informações de Cuba. Ressalto que era amigo de Ochoa. “O nível de detalhes em que [Fidel] Castro está envolvido é absolutamente extraordinário. Realmente excede a imaginação pensar que ele [Fidel] não consentiu o tráfico de drogas”, assinala Jacqueline Tillman, ex-integrante do Conselho de Segurança Nacional dos Estados Unidos. John Fernández, porta-voz da DEA em Miami, sugere cautela e, solitariamente, aponta que não há prova cabal da relação direta de Fidel com os traficantes. Andrés Oppe­nheimer, correspondente do “Miami Herald”, citado por Gott, diz que o ex-ministro “[José] Abrantes afirmou que Castro estava a par de que embarques de cocaína passavam ocasionalmente pelo território cubano, e numa ocasião autorizara a venda da cocaína capturada pela guarda costeira cubana. Não obtante, teria ficado furioso ao compreender a escola do que estava sendo feito pelas suas costas”.

Ninguém, nem mesmo os manos Fidel e Raúl, negam a negociação com os traficantes colombianos. Fidel e Raúl negam, apenas, que tenham participado do esquema. A versão oficial é apresentada em “Fidel Castro — Uma Biografia Consentida”, da jornalista brasileira Claudia Furiati: “O primeiro elo entre o coronel [Tony de la Guardia] e os narcotraficantes se concretizaria no Panamá, através de seu funcionário Miguel Ruiz Poo e um primo deste, também cubano (Reinaldo Ruiz), casado com uma colombiana. No início de 1987, acertaram que um avião procedente da Colômbia aterrissaria em Cuba com caixas de computador IBM repletas de cocaína. Lanchas vindas de Miami recolheriam a droga embalada em caixas de charuto cubano. A operação, realizada em abril, proporcionou ao grupo 320 mil dólares. Em maio, um outro avião aterrissava na base militar da praia de Varadero com o mesmo objetivo, completando-se, no ano, cinco operação exitosas e uma que falhou porque o avião não chegou à base”. Não deixa de ser estranho que Furiati não questione os fatos de que aviões estrangeiros tenham entrado em Cuba e de que uma movimentação financeira muito alta (em dólares) tenha ocorrido e o onipresente e onipotente Fidel — com o apoio do chefe militar, Raúl — não tenha ficado sabendo. De todos os livros consultados, o de Furiati é o único que acusa Ochoa frontalmente, sem qualquer presunção de inocência, e apresenta apenas a versão do governo. Mas pelo menos admite que o tráfico contaminara Cuba e a cúpula do regime, obviamente “perdoando” Fidel e Raúl.

Gott diz que a cocaína era transportada para a Flórida pelo aeroporto de Varadero, em Cuba. O coronel Tony de la Guardia (o mesmo que treinou a guarda que protegia o chileno Salvador Al­lende, em 1973. Suspeita-se que tenha matado Allende, a pedido de Fidel, que considerava o líder socialista “fraco”. Não há, porém, provas contundentes) seria o chefe direto do esquema, mas comandado por Ochoa — quando se sabe que o operador de fato era Rául, o chefão militar. Andrés Oppenhe­imer relata que “Reinaldo Ruiz [exilado cubano envolvido com o tráfico de cocaína] teria perguntado a La Guardia se ‘el señor’ [Castro] sabia da situação, e recebido um ‘é claro’ como resposta”, anota Gott. Mas este pondera: “Não há provas de que Tony de la Guardia tenha discutido esses planos de traficar drogas com Castro, mas é razoável supor que tenham sido aprovados por [José] Abrantes, o ministro responsável pelo departamento MC” (“Moneda Convertible”, moeda conversível)”. O historiador frisa que Cuba tem “o maior e o mais sofisticado serviço de inteligência” de sua região, perdendo apenas para a CIA, dos Estados Unidos. Cumerlato e Rousseau chamam Fidel de “dealer máximo”, traficante máximo, num evidente exagero, pois o líder cubano não traficava diretamente — Cuba era usada apenas como entreposto.

Furiati admite que o envolvimento de Cuba com o tráfico de cocaína foi denunciado primeiramente pelo governo dos Estados Unidos. Fidel recebeu informações objetivas do governo norte-americano. Depois, a agência UPI publicou: “Dois narcotraficantes se declaram culpados de transportar mais de uma tonelada de cocaína através de Cuba” (“o primeiro transporte de cocaína foi feito em abril de 1987. Uma carga de 300 quilos foi transportada num pequeno avião da Colômbia até uma pista de pouso perto de Varadero”, registra Gott). Enquanto o fato não se tornou escândalo internacional, denunciado pelos Estados Unidos, Fidel e Raúl não tomaram nenhuma providência e não acusaram nenhum militar. Há indícios fortes de que Fidel, sem dinheiro para manter o mínimo de conforto para os cubanos — alimentação básica mesmo —, tenha embarcado numa ideia possivelmente de Raúl, a dos dólares fáceis do Cartel de Medellín.

Como a conexão Cuba-Pablo Escobar se tornou pública, comprometendo a imagem do socialismo cubano, era preciso achar culpados. O mais pragmático era matar dois coelhos com o mesmo tiro: primeiro, arrumava-se um culpado para o tráfico internacional, e segundo, punindo-o, eliminava-se uma possível ameaça política, Ochoa, de 48 anos.

O julgamento de Ochoa e aliados foi uma farsa, no estilo stalinista. Ochoa parecia dopado e confessou crimes — na verdade, uma política de Estado, incentivada por Fidel e Raúl — que não cometera. Mas não estava apenas dopado. Pos­sivelmente para garantir a sobrevivência de familiares e amigos, o general aceitou a “culpa”. Cu­merlato e Rous­seau registram: “O general Ochoa reivindicou diante do tribunal a responsabilidade de contatos com Pablo Escobar, na época chefe dos traficantes de droga colombianos do cartel de Medellín”.

Além de Ochoa, foram sentenciados à morte o capitão Jor­ge Martínez, o major Amado Pa­drón Trujillo, o coronel Tony (Antonio) de la Guardia. O ge­neral José Abrantes morreu na prisão. Patricio de la Guardia foi condenado a 30 anos de ca­deia. Pelo menos 150 oficiais superiores foram expurgados do Exército.


Fonte: http://www.jornalopcao.com.br/colunas/imprensa/o-pacto-de-cuba-com-traficantes-de-cocaina#.T1rCkc0oE3E.facebook

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Viagem aos EUA não sai bem para o Brasil

Viagem aos EUA não sai bem nem para o Brasil nem para Obama

O jornal “Washington Times” fez uma avaliação da recente viagem da presidente Dilma Rousseff aos EUA.

O editorial “Obama’s Brazilian model. Rousseff shows White House an authoritarian way forward” (9 de abril) foi a matéria mais lida e re-enviada pelos leitores.

Nele aparecem os temores que crescem nos EUA em função das tendências autoritárias manifestadas pelo governo brasileiro em nível nacional, com destaque para o Judiciário, e as inclinações antidemocráticas em nivel internacional.


Editorial: O modelo brasileiro de Obama

Rousseff mostra à Casa Branca um futuro autoritário

O presidente Obama recebeu nesta segunda-feira na Casa Branca a presidente brasileira Dilma Rousseff. Uma matéria publicada em vários jornais antes do encontro presidencial perguntava: “O que Obama poderia aprender da presidente do Brasil Dilma Rousseff?” A resposta otimista é: Oxalá não muito. Esta relação não é do interesse dos EUA.

A Sra. Rousseff é um exemplo de esquerda radical que está se unindo no mundo em desenvolvimento para se opor ao poderio americano.

Um dos principais objetivos de sua missão em Washington é obter do Sr. Obama o carimbo de aprovação para a ambição de Brasília de adquirir um assento permanente no Conselho de Segurança das Nações Unidas.

O apoio dos EUA a este esquema seria autodestrutivo, pois o Brasil seria um voto certo contra os interesses americanos no cenário mundial. A Sra. Rousseff, ela própria uma ex-guerrilheira comunista, é um forte apoio das ditaduras anti-EUA, como a dos Castros em Cuba e de Hugo Chávez na Venezuela.

Como líder de um clube de nações que exercem pressões para o desarmamento nuclear dos EUA, ela apoiou os esforços dos mullahs iranianos para obter capacidade nuclear.

Se o planeta está dividido entre aqueles estão por nós e aqueles que estão contra nós, a Sra. Rousseff está do lado errado.

O Sr. Obama não tem nada que aprender da líder brasileira também no front econômico. Antes de ela subir ao poder no ano passado, o gigante sul-americano parecia estar finalmente começando a entrar na sociedade das nações sérias.

Embora esquerdista da velha guarda, o ex-presidente Lula da Silva, predecessor da Sra. Rousseff, deu alguns grandes passos para melhorar o clima financeiro e a reputação entre os investidores pela melhoria da infraestrutura, colaborando com organizações não governamentais internacionais e promovendo uma agenda moderada de crescimento econômico.

A percepção de progresso ajudou o Brasil a sediar os Jogos Olímpicos de 2016 e a Copa do Mundo de 2014, uma consagradora conquista para um povo amante do futebol.

Porém a Sra. Rousseff deu uma guinada fiscal abrupta para trás, oprimindo os mercados, instituindo uma enorme quantidade de proibições fiscais e aumentando os gastos do governo.

Como nos EUA de Obama, o resultado foi um declínio econômico dramático. No auge da administração Lula, a confiança na direção do Brasil levou as previsões econômicas de longo termo a índices de crescimento de 5% ou mais. Mas sob a nova direção estatista da coalizão governamental conduzida pelo Partido dos Trabalhadores da Sra. Rousseff, a economia estancou, com o PIB crescendo apenas 2,7%, o mais baixo da América do Sul.

É do interesse dos americanos conhecer as travessuras amazônicas, pois a opressão de Brasília sobre seu povo e sua economia é uma advertência sobre o perigo para a democracia do poder irrestrito de governo.

A crescente perseguição ao grupo conservador Tradição, Família e Propriedade (TFP) expõe os perigos de discordância num mundo que se seculariza rapidamente.

Fundada em 1960, para combater o comunismo e promover os valores tradicionais, a TFP – muito conhecida nos círculos de Washington através de sua atuante co-irmã – é a principal opositora das prioridades da esquerda, como o aborto, a censura e as leis que inibem os direitos de propriedade.

Pelo fato de ela se interpor no caminho do Big Brother, o governo tem perseguido a TFP. Mais recentemente, o Superior Tribunal de Justiça, uma das altas cortes do Brasil, julgou a favor de um grupo dissidente, os Arautos do Evangelho.

A medida, que ocorreu sob forte pressão de autoridades da Igreja, inclusive do Núncio Apostólico do Vaticano, está efetivamente amordaçando a TFP ao entregar seus bens a dissidentes de esquerda.

A história interessa, porque agora o Brasil é a sexta economia do mundo e líder da coalizão de países de segundo nível que procuram vingar-se de anos de pretenso imperialismo do “primeiro mundo” ocidental.

A narrativa assemelha-se à reação instintiva do Sr. Obama a respeito de sua visão mundial do “Critique primeiro a América”. Brasília também mostra como as burocracias de esquerda, quando publicamente confrontadas, estão se mobilizando para sufocar a oposição através da censura e do confisco da propriedade.

A confabulação desta semana entre o Sr. Obama e a Sra. Rousseff foi mais do que uma sessão de fotos de dois esquerdistas cochichando sobre o que o mundo poderia ser caso eles tivessem mais poder.
Fonte: http://esta-acontecendo.blogspot.com.br

domingo, 1 de abril de 2012

A Nação Que Se Salvou a Si Mesma

Passado o 31 de março, lembramos as publicações da época da Contra-revolução que evitou a invasão comunista no Brasil. Livrou-se o País da cristofobia e de todas as práticas que destróem a moral e a ética, tornando o povo mais facilmente dominável.
Só nos resta um
SALVE O 31 DE MARÇO DE 1964.
Salve a revolução redentora!


A Nação que se salvou a si mesma


Fonte: http://anacaoquesesalvou.blogspot.com.br/





















Reprodução do artigo especial original, veiculado pela revista Reader's Digest de Novembro de 1964.

Fonte: http://anacaoquesesalvou.blogspot.com.br/