RÁDIO PALÁCIO - Rede Movimento de Rádios 24h

Pesquisar neste blog

Mostrando postagens com marcador bandidos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador bandidos. Mostrar todas as postagens

sábado, 22 de outubro de 2011

Revelendo o esquema de indicações guardadas a sete chaves

No desgoverno nada é avaliado pelo mérito. Se o for, será pelo mérito negativo - os coniventes, criminosos, exploradores, ladrões, terroristas, corruptos e todos que se afinam com o podre poder reinante.
Celso Brasil
____________________________________________________

GOVERNO - 21/10/2011 22h13 - Atualizado em 22/10/2011 00h42
A lista secreta de Dilma

ÉPOCA obtém a relação das indicações políticas guardada no Palácio do Planalto. Ela revela como e para quem são divididos os cargos mais disputados do governo federal

FELIPE PATURY E LEANDRO LOYOLA, COM IGOR PAULIN, ANGELA PINHO E DANILO THOMAZ
PADRINHOS E APADRINHADOS A relação das indicações (abaixo) revela que nomes como o ex-ministro José Dirceu ou o deputado Valdemar Costa Neto ainda têm influência no governo (Foto: Fotos: Folhapress, AE, Ag. Globo e divulgação)

Lista com indicações políticas guardada no Palácio do Planalto (Foto: reprodução)

Desde meados dos anos 1990, fala-se em Brasília de uma lista elaborada pelo Palácio do Planalto na qual seriam compiladas as indicações políticas para cargos públicos. Os rumores atravessaram os governos Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva sem que a existência desse documento tivesse sido comprovada ou mesmo admitida oficialmente. A reprodução exibida na página ao lado encerra a questão. A cópia da listagem é recente. Ao obtê-la, a reportagem de ÉPOCA se comprometeu a não revelar a data em que ela foi impressa, o que poderia ajudar a identificar a fonte da informação.
A relação é restrita a não mais que uma dezena de funcionários da Presidência da República. Elaborada na Secretaria das Relações Institucionais, da ministra Ideli Salvati, ela só é conhecida pela ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, e por um número muito seleto de seus assessores. A autenticidade do documento foi comprovada por integrantes do alto escalão do Planalto. Procurada por ÉPOCA, a secretaria afirmou desconhecer a existência da lista. Informou apenas que “recebe, sim, pleitos de aliados, indicações e sugestões”. “É natural que a base aliada, alicerce de sustentação do governo, pleiteie de forma legítima a divisão de espaços de comando na esfera federal”, afirmou em comunicado por escrito.
A lista é guardada como um segredo de Estado por revelar um retrato acabado da fisiologia brasileira. Nela, está expresso o apetite por cargos de cada partido, grupo e cacique da coalizão governista. Mais: o documento mostra a quem e como o Planalto deu postos. O documento enumera 229 candidatos a 318 cargos na administração federal. A discrepância de números se deve a duas razões: há casos em que um pretendente almeja mais de uma vaga e há postos reservados a um grupo político que ainda não apontou seu preferido. A listagem abrange uma pequena, mas representativa, amostra dos 24 mil cargos federais disputados com sofreguidão por políticos. Juntos, os postos da listagem movimentam mais de R$ 500 bilhões.
Nas 29 páginas da listagem, desfilam indicados anônimos e políticos famosos, como o ex-governador de Mato Grosso do Sul Zeca do PT, postulante a uma diretoria da hidrelétrica de Itaipu, ou o da Paraíba José Maranhão, mencionado para a vice-presidência de Loterias da Caixa Econômica Federal. Ambos ficaram desempregados depois da última eleição. Os nomes de Zeca, Maranhão e de cada um dos outros apaniguados foram inscritos na lista ao lado dos respectivos padrinhos. Por isso, o relatório serve também como um mapa do poder no governo Dilma Rousseff. Por meio dele, é possível ter uma ideia precisa de quem são os políticos mais influentes na atual gestão. Pode-se medir seu poder pela quantidade de pessoas que eles conseguiram incluir na lista ou, sobretudo, pelo número de seus afilhados efetivamente nomeados. Nos dois critérios, brilha a estrela do PT.
O partido de Dilma lidera o ranking de pedidos de emprego, 57% do total, e de postos obtidos, 48%. O PMDB do vice-presidente Michel Temer vem em um segundo lugar distante, com apenas 14% das indicações e 14% de nomeações. Em ambos os critérios, PR, PTB, PSB e PP não ultrapassam 10% do total. PRB, PCdoB e PDT ficam com, no máximo, 2% cada um. A hegemonia petista é tamanha que os organizadores da lista não consideram o partido como uma única entidade. Ao contrário, cada uma de suas facções é tratada como se fosse uma legenda à parte na coalizão governista. Construindo um Novo Brasil (CNB), a maior corrente petista, indicou sozinha 52 pessoas, oito a mais que o PMDB inteiro. O PT Nacional tentou nomear outros 23 filiados, número superior ao do PR, o terceiro colocado, com 19 nomes. Petistas envolvidos em escândalos também foram contemplados na relação.
Por ela, descobre-se que o negócio de José Dirceu, acusado de chefiar o mensalão, agora é trem. Ele patrocina a indicação de Afonso Carneiro Filho para as diretorias da Agência Nacional de Transportes Terrestres, da Companhia Brasileira de Trens Urbanos e da Valec. O currículo de Carneiro Filho, petista e funcionário do Ministério dos Transportes, foi encaminhado ao Planalto por José Augusto Valente, que se identifica como consultor privado. “Dirceu me consulta quando a questão é transportes”, diz Valente.
O documento também mostra como o ex-ministro da Casa Civil Antonio Palocci batalha para promover seu irmão Adhemar a presidente da Eletronorte ou, no mínimo, mantê-lo como diretor dessa estatal. Conseguiu, inclusive, que o CNB reforçasse seu pleito. De acordo com a listagem, Luiz Gushiken, ex-ministro da Comunicação Social, e Ricardo Berzoini, ex-ministro da Previdência e ex-presidente do PT, tentam enfiar no Ministério da Cultura o economista Murilo Francisco Barella. Berzoini nega ter participado da indicação, mas reconhece ter tentado nomear outra pessoa: Aristóteles dos Santos, para o Conselho da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Santos já foi ouvidor da Anatel e, em 2006, chegou a aparecer em programas eleitorais do então presidente, Lula, candidato à reeleição.
ELA DECIDE A ministra de Relações Institucionais, Ideli Salvati. Cabe a ela regular o conta-gotas das nomeações políticas (Foto: Wilson Pedrosa/AE)

Nenhum nome se destaca tanto na relação quanto o líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN). Ele é de longe o campeão de indicações. Em sua conta são debitados 60% dos 44 pleitos apresentados por seu partido. “Isso acontece porque atribuíram a mim todas as indicações da bancada da Câmara do partido e ainda muitas que foram feitas pela do Senado. A verdade é que isso já demorou tanto que desistimos de lutar pela maioria desses nomes”, disse Alves, ao examinar as informações do Planalto.
A lista da Secretaria de Relações Institucionais revela aspectos prosaicos das relações em Brasília, como a insistência dos políticos em encontrar sinecuras e arranjar benesses para seus amigos. Chega a ser anedótico o caso do ex-ministro dos Transportes Alfredo Nascimento com seu ex-motorista Ronaldo Rodrigues Barbosa. Nascimento se empenhou primeiro em promovê-lo a assistente técnico do gabinete quando ministro. Agora no cargo de senador, luta para mantê-lo no posto. Uma curiosidade: a indicação de Nascimento é classificada na lista como “técnica”. “Foi um reconhecimento ao desempenho de Barbosa”, diz Nascimento.
A lista revela outras situações nada curiosas. Correligionário de Nascimento, o deputado Valdemar Costa Neto (PR), que renunciou ao mandato para não ser processado no escândalo do mensalão, aparece entre os atendidos pelo Planalto. O deputado João Pizzolati (PP-SC), considerado ficha suja, consta da relação. O ex-senador Jader Barbalho (PMDB-PA), que chegou a ser preso, também está lá. A presença delas descortina um retrato pouco alentador da política e da gestão pública brasileiras. Ao lado dos nomes dos indicados não há qualquer referência a suas qualificações profissionais. Não há menção a currículo ou experiência anterior que os habilitem a exercer a função que pretendem. “São raríssimos os casos de indicados politicamente que poderiam ser aprovados em concurso público”, diz o cientista político Alberto Carlos Almeida. Os currículos até existem. Há uma pilha de mais de 40 centímetros deles numa sala do Planalto, mas eles têm pouco valor, porque são relegados a segundo plano já no momento de formação da lista.
Os nomes são entregues à Secretaria de Relações Institucionais, em geral, por líderes partidários. Ministros e funcionários de alto escalão também conseguem fazer indicações diretas. A lista obtida por ÉPOCA mostra que o ex-diretor do Departamento Nacional de Infraestrutra de Transportes (Dnit) Luiz Antônio Pagot, demitido em julho, indicou sete pessoas para posições de confiança nessa instituição. Poucos políticos, como o senador Blairo Maggi (PR-MT), conseguem por si só colocar o nome de seus protegidos na pilha. Uma vez recebidos pela Secretaria de Relações Institucionais, todos os nomes são submetidos a um pente-fino do Gabinete de Segurança Institucional. Os currículos são encaminhados à Agência Brasileira de Inteligência (Abin), que verifica se o candidato tem ficha policial, se já foi condenado pela Justiça em segunda instância, se tem débitos na Receita Federal, dívida trabalhista e se é sócio diretor de empresa, entre outras coisas. Esse levantamento é revisado e aprofundado se houver chance de o indicado ser nomeado. O processo é lento, porque é realizado por apenas cinco funcionários, e alvo frequente de queixas dos políticos.
Uma vez prontas, as indicações se tornam o principal objeto de pressão sobre o governo federal. Relutar em atender aos políticos resulta em um jogo de reclamações e ameaças, que facilmente se converte em traições em votações no Congresso Nacional ou mesmo em denúncias nos jornais. Mas serve também como instrumento de controle e pressão sobre a base de sustentação do governo. “Essas indicações e as nomeações são usadas para pressionar o Congresso”, diz um expoente do Planalto que já integrou o Legislativo federal e analisou a lista exposta nesta reportagem. Ele diz que a presidente Dilma imprimiu uma dinâmica nova – e muito mais lenta – ao processo de nomeações. A demora é tal que os líderes deixaram de insistir. “Só dá desgaste”, diz o peemedebista Henrique Eduardo Alves. Até mesmo o PT, o maior participante nas indicações, está frustrado. O ex-ministro da Pesca Altemir Gregolin passou meses em Brasília esperando uma nomeação. Desistiu. A ex-governadora do Pará Ana Júlia Carepa é outra que espera até hoje. Dilma deu sinais inequívocos de que, pelo menos por enquanto, pretende manter nomeações no conta-gotas.
As indicações políticas para cargos públicos são um fato da democracia com o qual os governos são obrigados a conviver. Em regimes democráticos, nomeações políticas são normais e salutares. É preciso que os partidos que ganhem as eleições dividam entre si os cargos de confiança no governo para implementar as políticas que lhes deram a vitória nas urnas. “É natural que um partido político aponte gente de sua confiança para ocupar cargos de sua própria representação”, diz o sociólogo Antonio Lavareda. A questão no Brasil é outra. A lista da Secretaria de Relações Institucionais mostra que mesmo cargos eminentemente técnicos, como as diretorias de bancos estatais, foram incluídos pelo governo petista nas negociações partidárias. Postos de menor expressão na administração pública também. A regra não são os programas eleitorais, mas o loteamento e aparelhamento da máquina pública. “No Brasil, esses vícios foram agravados pelas características do sistema partidário e da base governista, extremamente fragmentados. Como eles são muitos, a demanda por cargos de confiança é maior”, afirma Lavareda.
Os vícios do sistema nacional ficam ainda mais evidentes quando comparados com as regras de democracias mais consolidadas. Nos Estados Unidos, que possuem uma das maiores administrações públicas do mundo, apenas 4.500 cargos podem ser preenchidos por indicação política – um sexto do que ocorre no Brasil. O Senado americano publica a lista dos escolhidos pelo presidente desde 1952. O Plum Book (Livro Ameixa), como é conhecido, é uma tradição. Para chegar ao cargo, o candidato deve ter conhecimento técnico na área em que deseja trabalhar – exigência que não existe por aqui. A França, um dos países que mais valorizam o funcionalismo público, reserva apenas 500 vagas para indicações políticas. A maioria dos funcionários da máquina estatal é de servidores de carreira. O Reino Unido permite apenas 300 indicações de caráter político – e, mesmo assim, os escolhidos têm de comprovar capacidade técnica. O país mais restrito é a Alemanha, onde o Estado tem apenas 170 cargos para indicações políticas. No Brasil, isso não seria o suficiente para satisfazer nem um partido médio, quanto mais a ampla e sedenta base de apoio do governo federal.

O que revela a lista de indicações do Planalto (Foto: revista ÉPOCA/Reprodução)


sábado, 1 de outubro de 2011

Entregaram os aeroportos. Privatização ou ação de incompetência?


A estratégia de deixar tudo para a última hora, atrasando soluções, para depois negociar com urgência e sem transparência.
Quanto a corrupção arrecadou com estas negociações tão rápidas, ao entregar nossos aeroportos?

Concessões vão manter aeroportos em condição de operar até 2041, diz Dilma

Daniel Mello
Da Agência Brasil
Em São Paulo
A concessão de aeroportos à iniciativa privada vai garantir a infraestrutura necessária do sistema de transporte aéreo pelos próximos 30 anos, disse hoje (30) a presidenta Dilma Rousseff. “É no horizonte de 2041 que nós vamos fazer as concessões de alguns aeroportos”, informou ela ao participar de um fórum promovido pela revista Exame, em São Paulo.

As melhorias nos aeroportos não têm, de acordo com Dilma, vinculação específica com a Copa do Mundo de 2014 e com as Olimpíadas de 2016, mas sim, com o atendimento das necessidades da população. “Nós temos que fazer aeroportos para nós mesmos".

Para a presidentA, as empresas privadas têm um papel importante e complementar na execução das grandes obras que o país necessita. “O setor privado deve ser parte responsável pela modernização da infraestrutura do nosso país”, destacou. Dilma defendeu ainda as parcerias público-privadas (PPPs) como forma de aumentar a eficiência e reduzir gastos.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

PeTralhas preparam documento para encobrir a podridão. Mas o mal cheiro continuará denunciando os safados.



Documento do PT recusa ‘faxina’ que a oposição apoia

Do Josias de Souza
A resolução política que o PT levará a voto no seu congresso partidário faz uma leitura peculiar da propalada “faxina” de Dilma Rousseff.
Acomodado em 24 folhas, o texto do PT foi manuseado pela repórter Vera Rosa. Ela conta que o partido enxerga por trás do detergente uma “conspiração midiática.”
O texto recomenda ao petismo que repila as “manobras” urdidas com o propósito de promover a “criminalização generalizada” do consórcio governista. A certa altura, o documento traça uma analogia entre os primeiros meses da gestão Dilma e o período do mensalão, que eletrificou o primeiro reinado de Lula:
“A oposição, apoiada – ou dirigida – pela conspiração midiática que tentou derrubar o presidente Lula…”
“…Apresenta-se agora liderando uma campanha de ‘apoio’ à presidente Dilma, para que esta faça uma ‘faxina’ no governo.”
Numa fase em que FHC prega a busca de “convergências” com Dilma e Aécio Neves fala em “pacto pela governabilidade”, o texto do PT fustiga o tucanato.
Afirma que políticos “sem credibilidade”, “omissos” no combate à corrupção em seus próprios Estados, agem para “dissolver a base parlamentar do governo Dilma.”
O PT atribui os curto-circuitos que eletrocutaram ministros e servidores dos Transportes e da Agricultura à oposição e “seus aliados na mídia conservadora”.
Vem daí o ressurgimento da tese segundo a qual é necessário empinar no Congresso o debate sobre o marco regulatório da mídia.
Quer dizer: para o PT, pouco importa se houve malfeitos. O importante é “regular” as manchetes que dão vazão ao lodo que escapa pelo ladrão.
A resolução do PT não faz ressalvas ao comportamento de Dilma. Houve, porém, a preocupação de defender Lula.
Na gestão do ex-soberano, sustenta o PT, houve “combate implacável” à corrupção.
Nesse trecho, o texto como que refuta nas entrelinhas o diz-que-diz dos rivais. Uma pregação que contrapõe o suposto rigor de Dilma à leniência de Lula com os desvios.
Antes de se converter em palavra oficial do partido, o documento será debatido pelos 1.300 delegados que participam do congresso do PT. Pode sofrer emendas.
Como está, o soneto é precário. Mas sempre pode surgir uma emenda capaz de piorá-lo.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Movimentos na internet começam a ganhar muita força

Chegou a hora de tomar de volta o nosso Brasil. Sua bandeira voltará a ser verde-amarela e, com a união de todos nós, haveremos de punir o maior bando de corruptos que já tomou o poder na história do Brasil.
Celso Brasil

Movimentos contra a corrupção na internet ganham força após decisão da Câmara dos Deputados a favor de Jaqueline Roriz

Publicada em 01/09/2011 às 13h16m
Madalena Romeo (madalena.romeo@oglobo.com.br)

RIO - A indignação da sociedade após a deputada Jaqueline Roriz se livrar do processo de cassação do mandato na Câmara dos Deputados aumentou a adesão dos internautas a protestos contra a corrupção divulgados pela internet. No Facebook, a "Marcha Contra a Corrupção em Brasília" conseguiu metade das 11 mil adesões, somente nos dois dias seguintes à absolvição de Jaqueline. Já na página do movimento "Reação contra a Corrupção - O Brasil de Luto" , cerca de duas mil pessoas confirmaram presença logo após a decisão da Câmara.
INFOGRÁFICO: Relembre os escândalos no governo Dilma
- A manutenção do mandato da deputada fez o nosso movimento explodir. Sabemos que nem todos que confirmaram presença vão poder ir, mas esperamos reunir pelo menos dez mil pessoas no protesto - conta o empresário Walter Magalhães, de 28 anos, que com mais duas amigas organiza a marcha em Brasília.
O movimento Brasil de Luto conta nesta quinta-feira com 21 mil adesões de vários estados do país. A ideia é fazer a população se vestir de preto no feriado do dia 7 de setembro para mostrar a sua indignação contra os corruptos e a impunidade no país.
- Todo escândalo mexe com a nossa vontade de reagir. Nosso movimento cresce no boca a boca. Mas ainda pode ser maior. Mais de 80 mil pessoas receberam convites do protesto pelo Facebook - conta a empresária Ilze Papazian, de 44 anos, organizadora do protesto.
A marcha em Brasília está marcada para as 9h no Museu Nacional. A ideia, segundo os organizadores, é seguir em passeata até o mais próximo possível do palanque onde ficarão os políticos que vão assistir à Parada Militar de 7 de setembro.
- É um movimento pacífico. Só queremos mostrar a nossa indignação. E conscientizar que também somos responsáveis pelo alto índice de corrupção no país - ressalta Walter, que também pede que os manifestantes vistam preto ou nariz de palhaço.
Os dois movimentos fazem questão de se apresentar apartidários. Nos manifestos, ainda ressaltam a importância de não levar bandeiras ou símbolos de qualquer partido.
- É a primeira vez que me envolvo em um manifesto. Fui empurrada pela minha indignação e pela impaciência de ver tudo muito quieto por parte dos principais interessados e acabar com essa situação: nós, o povo - desabafa Ilze.
Outro movimento pelo Facebook, o Todos Juntos contra a Corrupção já conseguiu mais de 20 mil confirmações de presença para o ato de protesto no dia 20, na Cinelândia, no Rio de Janeiro. O protesto chegou a ser tema de reportagem do jornal espanhol El País .

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

ACUSAÇÃO - Lula e Zé Dirceu montaram governo paralelo


Falta de ética, caráter e moral é algo tão comum que crimes assim nem são vistos.
Quando tínhamos governo, estes acontecimentos eram notados e punidos rigorosamente.
Agora, quem for honesto corre o risco de ser queimado vivo.
Celso Brasil

Senador gaúcho Pedro Simon acusa Lula e o cassado José Dirceu de montarem um governo paralelo

Crime hediondo – Senador da ala dissidente do PMDB, Pedro Simon aposta em um movimento das ruas e pelas redes sociais contra a corrupção. No discurso que fez na tarde desta terça-feira (30), o parlamentar gaúcho disse que acredita será a população quem cobrará da presidenta Dilma Rousseff (PT) o desvio de uma linha que vem mantendo com dignidade.
Para Simon, que há uma semana articulou um movimento de apoio à “faxina” no governo federal, a presidente tem que manter a firmeza e afastar os envolvidos em corrupção. E nomear apenas ficha limpa. “É bom Dilma ir bem, para o bem do Brasil”.
Dilma, entretanto, abandonou o seu discurso da moralidade assim que a sua base de governabilidade começou a cobrar o apoio de que tanto precisa. A presidente também recuou depois dos conselhos de altas figuras do PT, incluindo o ex-presidente Lula da Silva e o deputado federal cassado José Dirceu.
Pedro Simon acusou os dois de montar um governo paralelo. “É o PT que está fazendo um governo paralelo? Alguém pergunta se Dilma não está recuando. Digo que não”, acredita otimista. “Simon destaca que Dilma não “aparece”, mas ministro, governador ou parlamentar, até do PSDB, conversam com Lula. É governo paralelo? Para Simon, se isso não é um governo paralelo, “não sei o que é”.
No discurso, o senador gaúcho afirma que Lula diariamente tem encontros com ministros em São Paulo. “Hoje, Lula está na Bolívia discutindo construção de estradas”. Simon questiona a presença do presidente da Petrobras num encontro num quarto de hotel com Dirceu. “Discutiam política?”, pergunta.
Em pesquisa feita pelo DataSenado, instituto vinculado ao Senado Federal, aponta que 99,01% da população concorda com a inclusão da corrupção na Lei dos Crimes Hediondos, que aplica punições mais severas aos condenados. O levantamento, realizado pela internet, recolheu a opinião de 71.775 pessoas. De autoria do senador e ex-procurador da República Pedro Taques (PDT-MT), a proposta corre na Comissão de Constituição e Justiça do Senado.

Fonte: Link para esta matéria: http://ucho.info/?p=45060

segunda-feira, 11 de julho de 2011

CORRUPÇÃO - Deputada Cidinha Campos - Desabafo histórico

O desabafo de Cidinha Campos é um depoimento que ficará na história do combate a corrupção no Brasil.
Sua coragem é impressionante e deve servir de espelho para o povo brasileiro, para que saibam que isso não representa perigo e sim LIBERDADE DE EXPRESSÃO.
Celso Brasil


Dia 24-03-2010 a Deputada Cidinha Campos fala sobre "os que mamam". Ela fala que todos os deputados são omissos. Critica, bate e xinga de ladrão o Deputado José Nader que se "auto" indicou para uma vaga no Tribunal de Contas.

Página oficial Facebook: www.facebook.com/pag.cidinhacamposoficial

Twitter:
www.twitter.com/cidinhacampos