Só não revela tudo porque, como diz o próprio autor - O jornalista, comentarista de rádio e TV, escritor e poeta José Nêumanne Pinto - teria problemas com a justiça.
Também confessa que sabe muito sobre o comportamento moral do molusco, que não poderia revelar em público.
Assista o vídeo e constate.
Veja quem é o foragido de Garanhuns, quem é seu pai e muito mais.
Celso Brasil
“O que sei de Lula” – José Nêumanne Pinto revela o que há por trás do mito
O jornalista, comentarista de rádio e TV, escritor e poeta José Nêumanne Pinto conheceu Luiz Inácio Lula da Silva em maio de 1975, pouco depois de este haver assumido a presidência do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo. Desde então, tem mantido contato profissional e pessoal – de início, mais estreito, depois limitado ao noticiário – com o personagem que ele considera o maior líder político do Brasil em todos os tempos.
Nos últimos meses do segundo mandato do ex-dirigente sindical e do Partido dos Trabalhadores na Presidência da República, Nêumanne resolveu escrever seu testemunho, com o qual pretende esclarecer o que fez dele o primeiro representante autêntico do homem do povo no poder mais alto. “O que sei de Lula” relata episódios inéditos, como a reunião de Lula com um emissário do Planalto no governo Figueiredo, o major Gilberto Zenkner, que tinha montado a rede de espionagem do Exército contra a guerrilha do PCdoB no Araguaia, no apartamento do jornalista Alexandre von Baumgarten, vítima de um atentado em alto mar, cuja autoria foi atribuída à chamada “comunidade de informações”. E acompanha a trajetória do menino retirante do sertão de Pernambuco à Praça dos Três Poderes à luz de fatos reais, e não da poeira mitológica com que se tentou cobrir, ao longo dos últimos 36 anos, a verdade histórica, posta a serviço da doutrinação ideológica.
O Lula que emerge das páginas deste livro não é o socialista que trocou a revolução pela carreira política de sucesso na democracia, mas sim um gênio da comunicação que conseguiu falar diretamente à alma e ao coração do homem comum, com sua experiência de convívio com a fome, a humilhação e o desemprego. Admirador declarado de Mahatma Gandhi e de Adolf Hitler, como confessou a um entrevistador à época em que liderava os metalúrgicos do ABC em greves que ajudaram a derrubar a ditadura militar no Brasil, tornou-se amigo de revolucionários como o cubano Fidel Castro e chegou a ser publicamente elogiado pelo presidente dos EUA, Barack Obama, que o chamou de “o cara”.
O texto deste livro acompanha as mudanças da “metamorfose ambulante”, expressão inspirada na canção do roqueiro Raul Seixas que o próprio líder adotou para se definir, que começou se negando a participar da campanha pela anistia dos exilados, proposta pelo general Golbery do Couto e Silva, e terminou levando ao poder um dos mais notórios deles, o ex-líder estudantil José Dirceu. “Nêumanne escreve porque esteve lá, diante do evento que estava sendo gerado. É irretorquível, portanto, o caráter conservador de Lula e de sua turma. Não dá, depois das páginas deste livro, para tagarelar em ‘esquerdês’ no caso do gárrulo presidente”, escreveu o filósofo e professor de ética Roberto Romano.
O profissional de televisão José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, definiu o livro como “fascinante na forma de narrar, no conteúdo sólido e na construção precisa e detalhada do personagem. Transcende ao Lula. É uma aula de política brasileira”. Segundo o cientista social Leôncio Martins Rodrigues, “neste livro, Nêumanne nos dá uma contribuição extraordinária para entendermos as idas e vindas de quem se definiu como metamorfose ambulante.
LANÇAMENTO NO RIO:
Terça-feira, 16 de agosto, a partir das 19h
Livraria da Travessa
Rua Visconde de Pirajá, 572/ Ipanema
Tel.: (21) 3205.9002
LANÇAMENTO EM SÃO PAULO:
Terça-feira, 23 de agosto, a partir das 19h
Livraria da Vila
Rua Fradique Coutinho, 915/ Vila Madalena
Tel.: (11) 3814.5811
RÁDIO PALÁCIO - Rede Movimento de Rádios 24h
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quarta-feira, 24 de agosto de 2011
O livro "O que sei de Lula" revela quase tudo
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quarta-feira, 13 de julho de 2011
Kit gay 2 - O des-governo PeTralha instalando o caos na educação.
Kit gay 2 - Bolsonaro denuncía.
Está claro o objetivo de destruição da FAMÍLIA e da SOCIEDADE - A TEORIA DO CAOS - que, sabemos, é eficaz e permite um controle total (próprio de regimes totalitários) sobre o povo que, desorientado, perde suas forças para reagir. Uma sociedade desequilibrada não encontra valores para preservação da DIGNIDADE, DA MORAL, DA ÉTICA E DOS BONS COSTUMES.
800 gays promovendo palestras com viagens, translados, hospedagens e cachês pagos pelo contribuinte. Nota de Celso Brasil
APÓS VÁRIAS MANIFESTAÇÕES CONTRA A PRIMEIRA CARTILHA "anti-homofóbica" PARA AS CRIANÇAS, O GOVERNO FEDERAL QUER NOVAMENTE IMPLANTAR O KIT GAY, NAS ESCOLAS DE EDUCAÇÃO DE ENSINO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL.
ASSISTA O VÍDEO A SEGUIR, E VEJA QUAL É O PLANO DO GOVERNO PARA SEUS FILHOS, SOBRINHOS, CRIANÇAS DE SUA FAMÍLIA OU DE SEU CONVÍVIO. E , MAIS CONFERÊNCIA DE 800 "HOMOAFETIVOS"! PAGA COM O DINHEIRO DO CONTRIBUINTE.
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http://palaciodamariajoana.blogspot.com/2011/07/demostenes-denuncia-crimes-em-livros.html (MUITO GRAVE)
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Corrupção causou muitas mortes no Rio. Prefeitura petista dividia recursos enviados por Dilma
Após seis meses da tragédia na Região Serrana do Rio, vêm à tona denúncias de corrupção
Prefeitura, administrada pelo PT dividia os contratos sem licitação. Recursos federais - R$ 100 milhões, foi enviado por determinação da presidente Dilma Rousseff.
Prefeitura, administrada pelo PT dividia os contratos sem licitação. Recursos federais - R$ 100 milhões, foi enviado por determinação da presidente Dilma Rousseff.
Vista aérea de parte da RegiãoSerrana do Rio atingida
pelas chuvas de janeiro/Foto de Custódio Coimbra
Publicada em 09/07/2011 às 20h34m
Antônio Werneck (rio@oglobo.com.br)
RIO - Em janeiro deste ano, as imagens do maior desastre natural já ocorrido no país comoveram os brasileiros, provocando uma onda de solidariedade em direção à Região Serrana do Rio. Passados seis meses das enxurradas, que mataram mais de 900 pessoas, uma investigação protegida por sigilo de Justiça, em curso no Ministério Público Federal, revela o pior do ser humano: enquanto equipes trabalhavam dia e noite nas buscas por sobreviventes, um grupo de funcionários públicos e empresários teria acertado o reajuste de propinas para aprovar contratos sem licitação, embolsando verba liberada para ajudar sobretudo os mais necessitados. A investigação mostra que o percentual da propina, que normalmente era de 10%, na tragédia quadruplicou, passando para 50%.
VÍDEO: Moradores da Serra mostram a realidade em que vivem
As investigações começaram com o relato de um empresário ao MPF de Teresópolis. Disposto a contar tudo o que sabia em troca de perdão judicial e proteção para sua família, ele recorreu à delação premiada (quando um criminoso faz acordo com a Justiça, ajudando nas investigações) para revelar um suposto esquema de corrupção que funcionava na prefeitura, envolvendo empresas que atuaram em pelo menos quatro municípios da Região Serrana na época da tragédia.
Segundo ele, na semana das enxurradas - ocorridas em 12 de janeiro -, empresários e secretários municipais se reuniram num gabinete da prefeitura, administrada pelo PT, para dividir os contratos sem licitação e os recursos federais. O dinheiro, um total R$ 100 milhões, foi enviado ao Estado do Rio pelo Ministério da Integração Nacional, por determinação da presidente Dilma Rousseff.
Fonte: O GLOBO
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