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sexta-feira, 7 de outubro de 2011

PERIGO! Vão controlar nossa única arma eficaz - A INTERNET


As redes sociais e a divulgação em massa por e-mail é nossa única arma eficaz para a comunicação e organização dos grupos.
Queremos criar novos modelos, expulsar os corruPTos e seus "alugados", combater a improbidade que assola o país.
No entanto, detendo o poder, fazem o que querem e escravizam nossas vidas.

Esta tentativa de controle tem a internet inclusa e nada poderá contrariar o governo totalitarista.
Até quando deixaremos esta camarilha dominar?
Celso Brasil

Controle dos meios de comunicação volta à pauta do PT

Após críticas de Dilma à ideia, o partido prepara seminário para ouvir a opinião da sociedade sobre o projeto de controlar os veículos de imprensa no país

Ilustração sobre o tema censura
Uma antiga obsessão do PT vai voltar à pauta da legenda na próximo mês: o controle dos meios de comunicação. O partido prepara um seminário para tratar da "democratização dos meios de comunicação" - termo utilizado pelos petistas para mascarar uma intenção bastante clara: controlar o que é veiculado pela imprensa no país. O evento, que ocorrerá  na última semana de novembro, em São Paulo, tem por objetivo permitir ao público geral que também opine sobre o tema. O seminário foi agendado 17 dias depois de a presidente Dilma Rousseff dizer, em Nova York, que conta com a "positiva ação vigilante da imprensa brasileira, não submetida a qualquer constrangimento governamental".
A presidente tem feito o que pode para descolar sua imagem do projeto petista de censura à imprensa. Dilma, além de repudiar a ideia por princípio, teme que a proposta mine o apoio conquistado na classe média. Nas suas várias declarações sobre o tema, a presidente disse que o único controle de mídia que ela leva em consideração é o controle remoto, para mudar de programa na TV. "Não conheço outro tipo", repete sempre que alguém fala do assunto.
Diante da posição da presidente - e da opinião pública - o PT nega que defenda o controle da imprensa, mas age para pressionar o governo a enviar ao Congresso o projeto de lei que trata do marco regulatório do setor. "Queremos ter sintonia com o governo, mas o nosso foco é a sociedade", afirmou o deputado André Vargas (PR), secretário de Comunicação do PT. Discutido hoje na reunião da Executiva Nacional do PT, o assunto é tratado como prioridade na seara petista, embora o governo esteja preocupado em esclarecer que "ninguém vai bisbilhotar a mídia", como disse o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo.
O governo ainda faz a revisão do projeto que enviará ao Congresso para estabelecer o marco regulatório da comunicação eletrônica. O texto tem passado pelo crivo de consultas públicas e a ideia é desbastar pontos polêmicos. Para o Palácio do Planalto, esse é um tema muito sensível, que, se tratado de forma atabalhoada, pode criar ruído com a classe média. Não foi à toa que Dilma destacou a "ação vigilante" da imprensa ao participar de um encontro sobre transparência, na véspera da abertura da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU).
"O processo de consulta pública do governo (sobre o marco regulatório da comunicação) deve ser divulgado no final de novembro e começo de dezembro. É nesse contexto que vamos organizar um seminário em São Paulo com todas as entidades, organismos e parlamentares interessados na democratização dos meios de comunicação", comentou o presidente do PT, deputado Rui Falcão.
(Com Agência Estado)

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

A CENSURA já implantada

Censura Invertida
E Lula quer a "regulamentação" da mídia ainda este ano. Quem é ele para determinar isso? Presidente? Ditador? Autoridade máxima?

Enquanto leis flagrantemente totalitárias como esta estão sendo aprovadas à revelia de qualquer discussão (nenhum assinante de TV a cabo foi consultado) todos seguem dizendo aos quatro ventos que vivemos em uma democracia... 
Dentre as diversas peculiaridades do período em que o Brasil foi governado por Presidentes Militares, a censura é bastante lembrada e criticada. Tal atitude foi tomada pelo governo com o intuito de tornar inócua o sistema de propaganda soviético (comunista em geral) e a infiltração da ideologia socialista no país. O resultado, parece, não foi muito produtivo. Afinal, hoje vivemos em um país onde o aparelhamento partidário do Estado pela esquerda é mais do que consolidado. A censura pode ser algo bom, ruim, ou mesmo necessário. 
No Brasil, ficou estabelecido que ela é sempre algo ruim, maléfico e odiável. As pessoas que compartilham deste pensamento não entendem absolutamente nada de guerra cultural, subversão moral, e revolução cultural. Mas o post não é sobre isto; é sobre a incoerência acerca do tratamento dado à censura. É o mesmo dado aos assassinatos, roubos, sequestros e estupros quando cometidos por integrantes de movimentos de esquerda, ou seja, deixam de ser crimes comuns e passam a ser crimes políticos. E o que a censura tem a ver com isso? Veremos.
De maneira completamente sorrateira e dissimulada, a Presidente da República aprovou o marco regulatório da TV por assinatura, previamente endossado pelo Congresso Nacional e que realiza uma verdadeira censura invertida: não há proibição na veiculação de qualquer programa, mas a obrigatoriedade de as emissoras de televisão transmitirem três horas e meia de programação nacional em horário nobre, sendo que metade deste tempo deve ser oriunda de produtores independentes. 
Por intermédio desta obrigatoriedade está uma evidente censura praticada, porém, de maneira inversa: não proibimos conteúdo, mas os impomos. Ganha um doce quem conseguir adivinhar quem será responsável por censurar fiscalizar esta determinação... Se disseste ANCINE, meus parabéns! E do que esta agência é composta? De pessoas comprometidas com a causa do partido, mero aparelhamento da produção cinematográfica (e agora de TV a cabo também).
Foi dado algum destaque na grande mídia? Não. A imprensa fez algum manifesto? Não. Afinal, esta modalidade de censura foi realizada pela esquerda e, tal como nos crimes citados anteriormente, deixa de ser um ato maléfico e passa a ser algo para "incentivar a produção cultural nacional". Entenderam a gravidade do problema ou querem que eu desenhe?
Brincadeiras a parte, a coisa é séria. Significa basicamente o fim da fuga que tínhamos do lixo nacional jogado todos os dias nas ondas eletromagnéticas dos canais abertos. E qual a justificativa? Estimular a produção nacional. Ora, se a produção nacional fosse realmente boa não era necessário a criação de uma lei que  nos a empurre goela abaixo. Isto meus amigos é a busca da hegemonia. É estar de posse de todos os setores da sociedade, de maneira que nada escape do patrulhamento ideológico. Nem pagando por uma programação diferenciada temos o direito a tê-la.
Não bastasse a lavagem cerebral, serão os assinantes que efetivamente pagarão pelas porcarias que serão produzidas. É a democratização e valorização da cultura e da produção nacional, na novalíngua petista. Traduzindo: Os assinantes irão pagar por programas que não querem, feito por produtores independentes (TVs comunitárias com a programação alinhada com o partido, claro) que não teriam as mínimas condições de serem produzidos não fosse pelo financiamento compulsório dos otários assinantes.Quem ganha com isso? Ora, os profetas do "mudo perfeito onde todos são iguais" e os produtores de porcarias midiáticas, certamente pró socialista, que não poderiam sobreviver de outro modo que não do assalto ao bolso de um consumidor que está sendo obrigado a pagar por algo que ele não quer. Ou alguém está disposto a pagar por um produto que é ruim?
Enquanto leis flagrantemente totalitárias como esta estão sendo aprovadas à revelia de qualquer discussão (nenhum assinante de TV a cabo foi consultado) todos seguem dizendo aos quatro ventos que vivemos em uma democracia e que o Brasil está se desenvolvendo (como se distribuir dinheiro dos verdadeiros trabalhadores a pessoas que não trabalham fosse desenvolvimento). É muita ignorância, é muita vontade de querer se enganar. Os acadêmicos e especialistas de plantão parecem querer resumir tudo à economia para justificar nosso "pujante capitalismo". Cada vez mais vamos perdendo nossa liberdade individual, por intermédio de leis totalitárias como esta, sob a justificativa de que estas leis garante-nos cada vez mais a liberdade que elas tiram. 
E assim, vamos seguindo numa espiral sem fim caminhando a passos cada vez mais acelerados para dentro de uma cela na qual não conseguimos enxergar as grades.

Fonte: Lenilton Morato
http://leniltonmorato.blogspot.com/