RÁDIO PALÁCIO - Rede Movimento de Rádios 24h

Pesquisar neste blog

Mostrando postagens com marcador código penal. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador código penal. Mostrar todas as postagens

sábado, 10 de março de 2012

Aborto, eutanásia, trânsito... E terrorismo também?

A Comissão da Morte está com a foice na mão e propõe legalizar aborto e eutanásia; é o “Plano Nacional-Socialista de Direitos Humanos” em ação
"Textos da imprensa que tratam do assunto continuam a afirmar que um milhão de abortos são feitos por ano no Brasil. É mentira! Esse número é do lobby pró-aborto. Não existe. Cobrem dos jornalistas dos veículos que vocês lêem a fonte desse número; exijam que eles digam em que base de dados confiável ele está. Se não vier resposta nenhuma, desista e vá ler algo honesto." Reinaldo Azevedo


Observem a lista de preços de tecidos e órgãos mais abaixo, neste post. Vejam o que existe de podre por trás disso tudo.

Com todas estas alterações na lei, uma chama a atenção:
A inclusão de novas condutas criminalizadas como o terrorismo.

Oras! O Brasil não sofre com este problema no momento. Seria uma forma de criminalizar aqueles que terão idéias diferentes do governo daqui pra frente?
Nota-se que foi colocado de forma discreta, porém, sabemos quais as intenções, já que se trata de um governo com tendências comunistas e totalitaristas.
A carta de Fidel para Hugo Chavez ressalta este pormenor como forma de eliminar opositores. E está sendo seguida, até o momento, na risca!
E será que a nova lei para terroristas poderá ser retroativa?
Claro que não! Afinal, aqueles que assumiram o poder não permitiriam, por razões óbvias.
Outro ponto que chama a atenção é que não incluíram o crime mais comum nas alterações. Por que não colocam penas pesadas para o crime de CORRUPÇÃO?
Outra mudança sugerida pelo anteprojeto foi aumentar as penas para crimes como calúnia, injúria e difamação.
Serão protegidos aqueles que cometem delitos em nome do comuno-socialismo que se implanta, regado por corrupção de todos os lados?

Há que se ter muito cuidado ao se tocar nas leis e na Constituição Federal, neste momento tão perigoso que o nosso Brasil atravessa.
Celso Brasil

 Dois vídeos importantes no final deste post 

Comissão do novo Código Penal amplia regras para aborto legal e eutanásia

Gestante poderá interromper gravidez até a 12ª semana, caso médico ou psicólogo avalie.

09 de março de 2012 Ricardo Brito - O Estado de S.Paulo

A comissão de juristas nomeada pelo Senado que elabora o anteprojeto de lei de um novo Código Penal aprovou nesta sexta-feira um texto que propõe o aumento das possibilidades para que uma mulher possa realizar abortos sem que a prática seja considerada crime. O anteprojeto também contempla modificações que atingem outros crimes contra a vida e a honra, como eutanásia, estupro presumido e infrações graves de trânsito.

Protesto contra a descriminalização do aborto em 2007 - Ed Ferreira/AE
Ed Ferreira/AE
Protesto contra a descriminalização do aborto em 2007
A principal inovação na legislação sobre aborto é que uma gestante poderá interromper a gravidez até 12 semanas de gestação, caso um médico ou psicólogo avalie que ela não tem condições "para arcar com a maternidade".
A intenção é a de que, para autorizar o aborto, seja necessário um laudo médico ou uma avaliação psicológica dentro de normas que serão regulamentadas pelo Conselho Federal de Medicina. "A ideia não é permitir que o aborto seja feito por qualquer razão arbitrária ou egoística", afirmou Juliana Belloque, defensora pública do Estado de São Paulo e integrante da comissão. No entanto, abre tantas possibilidades que deve virar uma batalha política no Congresso.
A comissão está preocupada em dar guarida a mulheres em situações extremas, como adolescentes e mulheres pobres com vários filhos. "A ideia não é vulgarizar a prática, é disseminá-la de maneira não criteriosa", disse Juliana, para quem o aborto é uma questão de saúde pública - 1 milhão mulheres realizam a prática clandestinamente por ano no País.
O anteprojeto também garante às mulheres que possam interromper uma gestação até os dois meses de um anencéfalo ou de um feto que tenha graves e incuráveis anomalias para viver.
A aprovação da matéria foi até tranquila, uma vez que apenas um pequeno grupo de entidades religiosas estava presente à sessão. O grupo, com cartazes contrários ao aborto, chamaram os juristas de "assassinos" tão logo foram aprovadas as mudanças. Mas em seguida se retiraram da comissão.

Revisão. O texto final deverá ser entregue ao presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), em maio, após uma revisão dos tipos penais já alterados e também a inclusão de novas condutas criminalizadas, como o terrorismo.
"Não é um texto criminalizador", afirmou o procurador regional da República Luiz Carlos Gonçalves, relator da matéria. Caberá a Sarney decidir o que fazer com as sugestões dos juristas. Ele poderá enviar um projeto único para ser discutido nas comissões do Senado.
"Estamos diante de uma cultura que quer legalizar o aborto a qualquer custo", afirma Dóris Hipólito, da Associação Nacional Mulheres para a Vida. Ela afirma que aprovar o aborto quando há recomendação médica ou psicológica equivale a aprová-lo em qualquer situação. "É fácil encontrar profissionais que recomendam o aborto mesmo sem qualquer justificativa." Dóris recorda a história de uma gestante que tinha sopro no coração e recebeu recomendação para interromper a gestação.
"As avaliações sobre a condição psicológica são ainda mais subjetivas", afirma Dóris. "Atendemos dezenas de gestantes em situação vulnerável. Falo por experiência: abortar não soluciona nenhum problema. Só torna o drama ainda pior. Vi jovens que, ao receberem o apoio adequado, reconstruíram suas vidas quando se tornaram mães. O Estado deveria oferecer esse apoio."
O obstetra Thomaz Gollop considera as propostas um grande avanço. Ele participou, como médico, da audiência pública para discutir as alterações nos artigos. "O abortamento inseguro é a quarta causa de morte materna no País", afirma Gollop.
Perdão. O anteprojeto traz outras importantes modificações para os crimes contra a vida e a honra. Entre elas, a eutanásia - prática que atualmente é enquadrada como homicídio comum, com penas que poderiam chegar a 20 anos de prisão - ganharia um tipo penal próprio. Teria como pena máxima 4 anos de detenção. Sua realização, entretanto, poderia ser perdoada caso fique comprovado por dois médicos que o paciente, acometido de doença grave e com quadro irreversível, esteja sendo mantido vivo artificialmente.
Os juristas também sugeriram alterações para reduzir a idade mínima do crime de estupro presumido. A idade cairá de 14 anos para 12 anos, atendendo ao previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). A comissão ainda decidiu que não será mais crime ser dono de casa de prostituição.
Para dar conta dos crimes de trânsito, os integrantes da comissão sugeriram criar a figura da culpa gravíssima no Código Penal. Por ela, quem for pego dirigindo embriagado ou participando de racha em via pública poderá ser preso por até 8 anos.
Nesse ponto, a comissão estuda avançar ainda mais. Estudam, por exemplo, dar fé pública para um guarda de trânsito para atestar a embriaguez de um condutor. Caberia nesse caso ao motorista atestar que está sóbrio fazendo o teste do bafômetro.
Outra mudança sugerida pelo anteprojeto foi aumentar as penas para crimes como calúnia, injúria e difamação.
"Hoje, em termos de comissão, talvez nós tenhamos aprovado as matérias penais mais polêmicas para a sociedade", afirmou o presidente da comissão, ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Gilson Dipp.

O QUE MUDA

Aborto

Hoje: É crime, exceto se houver risco para a vida da mãe ou a gravidez for resultado de estupro.

Pela proposta: Continua sendo crime, mas serão ampliadas as hipóteses de descriminalização:
- Gravidez em caso do emprego não consentido de técnica de reprodução assistida;
- Anencefalia comprovada ou quando o feto padecer de graves e incuráveis anomalias que inviabilizem a vida independente, em casos atestados em dois meses;
- Por vontade da gestante até a 12ª semana de gravidez, se o médico ou o psicólogo atestar que a mulher não apresenta condições de arcar com a maternidade;

Redução de penas:
- Aborto provocado pela gestante ou com seu consentimento: Hoje, detenção de 1 a 3 anos; proposta, detenção de 6 meses a 2 anos
- Aborto provocado por terceiro: Hoje, reclusão de 3 a 10 anos; pela proposta, de 4 a 10 anos;
- Criação da figura do aborto consensual provocado por terceiro:
Detenção de 6 meses a 2 anos

Eutanásia
Hoje: É tratado como homicídio comum, com pena entre 6 e 20 anos de prisãoPela proposta: Não será considerado crime quando o agente deixar de fazer uso de meio artificiais para manter a vida do paciente, quando a doença for grave e irreversível, atestada por dois médicos, com consentimento do paciente ou família. Caso contrário, detenção de 2 a 4 anos.

Infanticídio

Hoje: Matar o próprio filho durante ou logo após o parto pode resultar em prisão de 2 a 6 anos
Pela proposta: Detenção de 1 a 4 anos. Também será penalizado quem induzir, instigar ou auxiliar a mãe a praticar o ato, com reclusão de 6 a 20 anos

Estupro de vulnerável

Hoje: Quando for cometido contra menores de 14 anos, a lei prevê pena de reclusão de 8 a 15 anos
Pela proposta: Redução da idade do estupro presumido para 12 anos, seguindo orientação do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), com pena de reclusão prevista de 8 a 12 anos

Esse documento é do arquivo da pró vida (61)3226 4779. Seminário em defesa da vida contra o aborto com Dra. Maria Alice membro da comunidade de bioética.



Se você é a favor do aborto, então conseguirá ver este breve vídeo até o final.


 As revelações sobre a campanha pelo aborto no Brasil

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Luiz Mott: Pedofilia já! Com patrocíno do MEC!

A matéria abaixo foi extraida do blog de Julio Severo na íntegra.
Prova contundente de que estão tentando descriminalizar a pedofilia, contrariando todos os princípios constitucionais e o Código Penal. Quem lidera este movimento é Luiz Mott - homosexual que tem toda a cobertura e financiamento do Governo Federal para expor suas idéias horríveis, anti-cristãs e imorais, inclusive em material didático com custo de milhões de reais, pagos com nosso suor.
Nota de Celso Brasil
Aviso: a matéria abaixo, escrita por Jael Savelli, contém trechos altamente obscenos extraídos de sites homossexuais. Por isso, pede-se aos pais que não permitam que seus filhos pequenos leiam a matéria.

Luiz Mott: Pedofilia já! Enquanto ainda estou com tudo em cima...
Com patrocíno do MEC!

Texto de Jael Savelli


“Se Deus não existe, então tudo é permitido”. Dostoievski


“Tudo é permitido a quem age a favor da revolução”. Collot d’Herbois


“Ai dos que ao mal chamam bem e ao bem, mal; que fazem das trevas luz e da luz, trevas; põem o amargo por doce e o doce, por amargo!” Isaias 5:20


“Não vos enganeis, de Deus não se zomba, pois tudo o que o homem semear, isto também ceifará”. (Gálatas 6:7).


Luiz Mott, 61 anos, é decano do Movimento Homossexual no Brasil; fundador do Grupo Gay da Bahia; autor de um artigo em que afirma que Jesus era um sodomita ativo e o evangelista São João, seu amante favorito.




Professor Titular do Departamento de Antropologia da UFBa; membro da Comissão Nacional de Aids do Ministério da Saúde - CNAIDS e do Conselho Nacional de Combate à Discriminação do Ministério da Justiça, agraciado com o grau de Comendador da Ordem do Rio Branco pelo presidente FHC.




Luiz Mott é o mentor e principal articulador do Projeto de Lei 122/2006, a chamada Lei Anti-Homofobia, aguardando aprovação pelo Senado Federal, e de inúmeras leis semelhantes que estão sendo votadas e aprovadas nos estados e municípios da União: “Já há quase 80 municípios que proíbem a discriminação contra os homossexuais. Em São Paulo, além da capital, Cabreúva e São Bernardo do Campo. Lutamos para que seja incluída na Constituição Federal a proibição de discriminar por ‘orientação sexual’, como acontece na Constituição da África do Sul”.

Pesquisando no Google sobre a vida e a obra de tão ilustre cidadão, deparei com um site de pedófilos brasileiros onde há uma indicação com louvores para a leitura da crônica “Meu Moleque Ideal”, de autoria do Professor Luiz Mott.

Meu Moleque Ideal
Elogios de pedófilos ao artigo
Pedofilia & Pederastia - O sexo entre Adultos & Jovens

Descobri que os pedófilos identificam a si mesmos como “homens que amam meninos”. A repulsa que experimentamos diante da idéia de crianças serem atraídas, enganadas e usadas sexualmente por adultos, eles chamam depreciativamente de “pânico moral” ou de “histeria da opinião pública”. O Doutor Luiz Mott provê adiante uma amostra exemplar do que exatamente estes “amantes de ‘moleques’” estão falando ao se referirem a “amor”.

Enfim, Luiz Mott em suas próprias palavras:


“Meu nome é Luiz Roberto de Barros Mott. Nasci em 6 de maio de 1946”.


“Eu fui casado cinco anos, tenho duas filhas e sou bichona”.


“No seminário, tanto quanto no noviciado, fui um adolescente marcado pela espiritualidade… Realmente vivia o dia todo pensando em Deus…”

“Ainda tinha um pouco de preocupação cristã na faculdade, mas… Com a leitura de A Ideologia Alemã… e depois estudando antropologia, me dei conta que as minhas verdades absolutas, em termos de cristianismo, eram relativas…”


“Como sentia atração homoerótica… fui vendo como o cristianismo era intolerante, repressor e equivocado em relação a isso. Neste sentido, o materialismo histórico poderia… resolver as minhas angústias existenciais”.

“Com o tempo deixei de acreditar em Deus”.

“Portanto, deixei de ter qualquer tipo de consciência pesada, no que refere a essa forma de relação”.

Casualmente, encontrei um rapaz numa dessas aventuras noturnas Na época, eu devia ter uns trinta anos e ele uns dezoito ou dezenove. Este foi um grande encontro!”

“Queria estar apenas com ele, realmente mudar de vida e assumir-me exclusivamente homossexual. Isso após cinco anos de um casamento tranqüilo. Foi um processo extremamente traumático”.

“Na época, minha mulher estava fazendo o mestrado… Ela reagiu negativamente… Isso causou um trauma familiar enorme”.

“Minha ex-mulher mudou para sua cidade natal… Fiquei em Campinas, morando com ele… numa outra casa que comprei. Após um ano de felicidades, notamos que éramos muito diferentes e resolvemos nos separar”.

“Campinas se tornou muito pequena para mim... muito familista. Há muito tempo possuía uma fantasia de viver no nordeste… na Bahia. Era o lugar do Brasil onde me sentia mais desejado sexualmente. Ao mesmo tempo, onde encontrava os parceiros que mais preenchiam minhas fantasias sexuais… sempre gostei de negros”.


“Hoje, após 30 anos de separação, não me arrependo um só minuto desta decisão. Para mim, a homossexualidade foi uma graça!”


“Nos últimos 36 anos de prática homoerótica, calculei que devo ter transado mais ou menos com uns 500 homens diferentes”.

Aviso: É absurdamente obsceno o que vem a seguir. Tem que ter estômago forte para ler. Sinto muito, mas foi necessário incluir aqui estas declarações que o próprio Luiz Mott fez.

Considero-me um gay felizardo pois amo e sou amado por um homem maravilhoso que preenche plenamente minhas fantasias e desejos sexuais, afetivos e de companheirismo.

Analisando friamente as razões que levariam dois homens (ou duas mulheres, ou um homem e uma mulher) a viver com exclusividade uma paixão afetiva e erótica, creio que esta fidelidade poderia ser explicada quando menos por uma motivação bastante prática e mesmo oportunista: a dificuldade de encontrar um substituto melhor. Essa regra, constrangedora de ser constatada e verbalizada, parece ser universal: no dia em que a gente encontrar alguém que ofereça mais tesão, amizade e companheirismo do que a transa atual, ninguém é besta de continuar na mesmice em vez de optar pelo que promete ser muito melhor.

No fundo, todos nós, gays (e não gays) alimentamos em nossa imaginação um tipo ideal do homem que gostaríamos de amar e ter do lado. E que nem sempre é igual à nossa paixão atual. O ideal pode ser alto e branco, o real, baixo e preto.

No meu caso, para dizer a verdade, se pudesse escolher livremente, o que eu queria mesmo não era um “homem” e sim um meninão. Um “efebo” do tipo daqueles que os nobres da Grécia antiga diziam que era a coisa mais fofa e gostosa para se amar e foder.


Se nossas leis permitissem, e se os santos e santas me ajudassem, adoraria encontrar um moleque maior de idade mas aparentando 15-16 anos, já com os pentelhos do saco aparecendo, a pica taludinha, não me importava a cor: adoraria se fosse negro como aquele moleque da boca carnuda da novela Terra Nostra; amaria se fosse moreninho miniatura do Xandi; gostaria também se fosse loirinho do tipo Leonardo di Caprio. Queria mesmo um moleque no frescor da juventude, malhadinho, com a voz esganiçada de adolescente em formação. De preferência inexperiente de sexo, melhor ainda se fosse completamente virgem e que descobrisse nos meus braços o gosto inebriante do erotismo. Sonho é sonho, e qual é o problema de querer demais?!

Queria que esse meu príncipezinho encantado fosse apaixonado pela vida, interessado em aprender comigo tudo o que de melhor eu mesmo aprendi nestes 50 e poucos anos de caminhada. Que gostasse de me ouvir, que se encantasse com tudo que sei fazer (desde pudim de leite e construir uma estante de madeira, a cuidar do jardim e navegar na internet), querendo tudo aprender para me superar em todas minhas limitações. Que acordasse de manhã com um sorriso lindo, me chamando de painho, que me fizesse massagem quando a dor na perna atacar. Honesto, carinhoso, alegre e amigo. Que me respondesse sempre ao primeiro chamado, contente de ser minha cara metade.

Quero um moleque fogoso, que fique logo com a pica dura e latejando ao menor toque de minha mão. Que se contorça todo de prazer, de olho fechado, quando lambo seu caralho, devagarinho, da cabeça até o talo. Que fique com o cuzinho piscando, fisgando, se abrindo e fechando, quando massageio delicadamente seu furico. Cuzinho bem limpo, piscando na ponta do dedo molhado com um pouquinho de cuspe é das sensações mais sacanas que um homem pode sentir: o moleque querendo meu cacete, se abrindo, excitado para engolir a manjuba toda. Gostosura assim, só dois homens podem sentir!

Assim é como imagino meu moleque ideal: pode ser machudinho, parrudo, metido a bofe. Pode ser levemente efeminado, manhoso, delicado. Traço os dois! Tendo pica é o que basta: grossa ou fina, grande ou pequena, torta ou reta, tanto faz. Se tiver catinguinha no sovaco, uma delícia! Se for descarado na cama e no começo da transa quiser chupar meu furico, melhor ainda. Sem pudor, sem tabu.

Ah, meu menino lindo! Se você existir, se você algum dia me aparecer, que seja logo, pois quero estar ainda com tudo em cima e dar conta do recado, pois do jeito que quero te amar e que vamos foder, vou precisar de muito mocotó ou viagra para dar conta do rojão....".

Declarações de Luiz Mott registradas em Meu Moleque Ideal:

Sonho é sonho qual é o problema de querer demais?!”


Se as minhas pesquisas acadêmicas provam e os meus dados científicos demonstram que…

“Estudos comprovam que ainda no útero o bebê já tem ereção e a teoria de Freud sobre a libido infantil hoje é aceita por todos”…

“O princípio secularmente imposto pelo cristianismo de que o sexo só é permitido após a bênção nupcial, fere um direito humano fundamental, inclusive dos jovens e adolescentes: o direito ao exercício de sua sexualidade e respeito à sua livre orientação sexual”.


“Direito inclusive que têm os jovens em escolher eventualmente um adulto como seu parceiro afetivo e sexual”…

Portanto…

“…que nossas leis sejam mudadas e sobretudo, que se mudem as mentalidades …daqueles que, sob a desculpa de proteger a inocência dos mais jovens, negam o direito inalienável das crianças e adolescentes de terem respeitadas sua livre orientação sexual e sua liberdade sexual”.

Pois…

O que foi bom para bárbaros e gregos deve ser ótimo para crianças, adolescentes e jovens brasileiros:
Inseminação aos primeiros sinais de puberdade com penetração anal por três anos e sexo oral praticado por meninos nos homens e rapazes mais velhos…

“Estudos antropológicos, acerca do comportamento das tribos em Papua (Nova Guiné) e nas ilhas da Melanésia, fornecem dados que evidenciam a atividade homoerótica, com graus de diferenciação, mas pautadas num mesmo princípio: de modo geral, acreditava-se que os meninos não produziam seu esperma naturalmente, daí, surgia a necessidade de inseminá-los aos primeiros sinais de puberdade, num processo de transição da infância para vida adulta”.


“Ao término da infância, todo menino era separado da mãe e retirado da casa das mulheres para dormir na casa dos homens, cabia ao tio materno a penetração anal, pelo período aproximado de três anos, assim, o esperma seria fornecido à criança, juntamente com suas propriedades de força e coragem necessárias à vida adulta”.




Para os Sambia, que viviam no interior da selva de Papua, o ritual de iniciação tinha um caráter processual: a inseminação ocorria pelo sexo oral, em que, num primeiro estágio, os meninos praticavam nos homens e rapazes mais velhos. Gradualmente, havia uma inversão dos papéis, em que o menino passava ensinar a felação aos iniciados. Ao atingir a maturidade sexual, era realizada uma cerimônia, na qual, já adulto, o menino era incorporado ao grupo dos homens e tornava-se caçador”.


Na Nova Guiné, entre os baruia, o sexo oral entre os homens de diferentes gerações e status é uma regra social e culturalmente aceita: nesse grupo cultural existe a crença de que a energia vital é transmitida pelo esperma, assim, os homens mais novos e as mulheres devem ser alimentados pelos homens mais velhos com essa energia”.

Grécia Antiga — “entre os atenienses, apenas os homens eram considerados cidadãos e tinham, portanto, direito e acesso ao conhecimento. Era comum e legítimo o relacionamento sexual entre o professor e o aluno, considerado o relacionamento amoroso mais sublime entre dois homens”.

No Candomblé a sexualidade é entendida como um processo de troca de energias (‘axé’) e para lidar com as divindades é preciso estar cheio dessa energia. Desta forma, em determinados períodos rituais, o ato sexual é proibido sem haver, contudo, interdições referentes à homossexualidade ou à bissexualidade, que são reconhecidas como formas legítimas de vivenciar a sexualidade humana”.

“Uma educação diferenciada... poderá fazer desabrochar em todo o menino, o seu lado feminino e em toda menina, o seu lado masculino. Afinal, as crianças nascem para serem felizes”

Fonte: Guia de Prevenção das DST/Aids e Cidadania para Homossexuais
organizadora: Lilia Rossi Ministério da Saúde Secretaria de Políticas de Saúde
Coordenação Nacional de DST e Aids Setembro 2002

“Se nossas leis permitissem…”

Tentando dissimular o que explicitamente confessa, Luiz Mott refere-se aos seus delírios pedófilos como se fossem meros “sonhos”. Como fosse um cândido poeta, e não o ativista homossexual frio e pragmático que tem conseguido perverter as leis do país fazendo-as convergir para a realização de todos os seus sonhos “homoeróticos”. Sua cobiça é monstruosa e não conhece limites. Provocador, ele desafia: “qual o problema em querer demais?”

“Que nossas leis sejam mudadas e sobretudo, que se mudem as mentalidades…”

CONSPIRAÇÕES POR E-MAIL

Entre outros, “o problema” é o uso abusivo que ele faz do aparelho do Estado com o propósito de sujeitar todas as famílias brasileiras aos seus ideais obscenos. As estatísticas mentirosas, forjadas, para exigir tratamento e direitos especiais além dos que são providos ao cidadão comum. O problema são suas conspirações pela legalização da pedofilia. Como a que está registrada em uma troca de e-mail com Leo Mendes, membro da Comissão de articulação dos movimentos sociais do PN/Aids, e com Regina Facchini, antropóloga e vice-presidente da Parada do Orgulho Gay de SP. Trata-se de uma aula prática de engenharia social conforme descrita por Olavo de Carvalho tantas vezes.

No tal e-mail Luiz Mott e Leo Mendes aparecem tentando manobrar Regina Facchini a fim de convencê-la a iniciar e promover o debate sobre legalização da pedofilia junto às ativistas lésbicas. Regina, mais realista que os dois homens, esquiva-se da tarefa alegando que:

“Do ponto de vista da ciência política, sabe-se que independente de usar um termo mais amplo ou mais circunscrito, dificilmente um pedófilo viria a público reivindicar seus direitos ou que o movimento por diversidade sexual o defendesse, simplesmente pq é bastante forte a idéia de que a pedofilia é algo abominável na nossa sociedade”.

A líder lésbica argumenta que ainda é cedo para manobra tão audaciosa. É necessário enfraquecer mais a moral conservadora, ainda predominante no Brasil, antes que a batalha na frente legal/jurídica pela legalização da pedofilia possa ser iniciada. E esta forma de luta está sendo travada através do ativismo político, organizado, nas universidades e através da 'convivência comunitária'. É preciso aguardar que mais e mais formadores de formadores de opinião sejam formados dentro das universidades e saiam em campo formando advinhem “qual” opinião.

“Um termo como diversidade sexual me parece ter por foco combater a idéia de que há apenas uma sexualidade inteligível, a heterossexual reprodutiva que estabelece famílas sólidas e relações duradouras e monogâmicas. Talvez a atuação por esse caminho nas universidades, que são locais de formação de formadores de opinião, melhore as condições para a luta jurídica/legal num futuro próximo”.

Regina aproveita para parabenizar o vaidoso decano por uma 'estratégia genial' muito bem sucedida: os dados falsos sobre assassinatos de homossexuais motivados por 'homofobia'.

“Ainda que não seja o tipo de trabalho que eu faria, reconheço a coleta de dados sobre assassinatos que vc faz como uma estratégia absolutamente genial para vencer a invisibilidade da violência contra homossexuais”.

PEDÓFILOS ASSASSINOS E DIVERSIDADE SEXUAL é o título das mensagens escolhido por Leo Mendes e defendido por Luiz Mott nos seguintes termos:

“Creio que Leo, sempre tão arguto e ‘agent provocateur’, quiz chamar a atenção para tal polemica ao associar diversidade sexual a pedofilia - que no meu entender, é perfeitamente associável, pois diferentemetne de ORIENTAÇÃO SEXUAL, que inclui apenas Homo, Hetero e Bissexualidade, a Diversidade e a LIvre Expressão sexual incluem todas manifestações libidionosas, inclusive as anti-sociais e ilegais”.

O gancho para introduzir a 'provocação' é uma notícia de jornal sobre um nebuloso caso policial ocorrido a cerca de 15 anos — em Altamira, no Pará:

Meninos, com idade entre 8 e 14 anos, foram seqüestrados e castrados na cidade de Altamira, localizada a 777km de Belém. Segundo o Ministério Público, os crimes que aconteceram entre 1989 e 1993 foram motivados por rituais de magia negra. As crianças encontradas, mortas ou vivas, estavam nuas, algumas com orifícios de arma de fogo, queimaduras de cigarro, olhos arrancados, pulsos cortados, órgãos sexuais extirpados cirurgicamente, sofreram abuso sexual e sevícias”.

Eis aí, estes auto-denominados defensores dos direitos humanos, como operam nos bastidores. Meninos foram barbaramente abusados até a morte. E tudo o que mereceu a atenção dos ativistas sociais foi a utilidade do “tema” para avançar algumas posições na sua guerrilha moral contra as famílias brasileiras. Sem esboçar a mínima sombra de compaixão ou sequer respeito pela memória das vítimas.

Em público apresentam-se como vítimas da sociedade e como os mais sinceros defensores dos interesses das crianças e dos jovens. Mas, no escurinho da web compartilham sentre si a face sinistra do seu amor por garotos. O que querem mesmo, a qualquer custo, é a permissão e a proteção do estado para poderem perpetrar sua pedofilia, livres de qualquer embaraço.

É importante lembrar que toda esta perversidade começa com grande auto-complacência seguida da escolha de uma ideologia favorável, resultando em mais auto-permissividade e mais reforço 'dialético', em espirais descendentes infernais.

Assim como faz com seus amantes (500 em 36 anos de atividades homoeróticas), Mott selecionou de forma “bastante prática e mesmo oportunista” a divindade a quem iria seguir. Um Deus soberano, criador e legislador do universo, não se enquadrava nos seus planos egocêntricos. Luiz Mott não seria “besta” de permanecer fiel às exigências morais de Deus, quando Karl Marx lhe prometia “um outro mundo possível”. Um mundo feito só de direitos e de nenhum dever em contrapartida. O Criador dos céus e da terra não era mesmo o tipo ideal de deus para Luiz Mott. Pior para quem?

“Como sentia atração homoerótica… fui vendo como o cristianismo era intolerante, repressor e equivocado em relação a isso. Neste sentido, o materialismo histórico poderia… resolver as minhas angústias existenciais". "Com o tempo deixei de acreditar em Deus”.

“Portanto, deixei de ter qualquer tipo de consciência pesada, no que refere a essa forma de relação”.

Um abismo chama outro abismo. Tal é a situação espiritual e mental destes homens e mulheres. Estão mergulhados em densas trevas. Sua própria cobiça enredou-os. Do vale da morte por onde erram só é possível escapar com a intervenção pessoal e direta de Deus. Mas, seria necessário que o perdido fizesse a coisa mais difícil e humilhante que um orgulhoso amante de si mesmo jamais faria livremente: Negar-se a si mesmo e implorar por perdão e ajuda.

Trechos das mensagens trocadas entre Luiz Mott, Leo Mendes e Regina Facchini:

DIVERSIDADE SEXUAL - PEDÓFILO ASSASSINO


Assunto: Re: Re: DIVERSIDADE SEXUAL — PEDÓFILO ASSASSINO p/ MOTT e demais

[Cmi-mulheres] repassando (que nao deve ser repassada) discussao - feminismo, diversidade sexual


isadoralins em riseup.net isadoralins em riseup.net

Sexta Abril 30 20:46:08 PDT 2004


Mensagens classificadas por: [ date ] [ thread ] [ subject ] [ author ]

>Gente, Achei tao interessante a discussao q repassei pra cah meio sem pensar.

>Agora acho q posso ter feito algo nao muito legal, pq tirei uma discussao do seu contexto, q as pessoas escreveram pra uma outra lista e taquei aqui. Peço encarecidamente que nao repassem por ai. Beijos,Isa.

>Estou repassando uma msg da lista gls pra cá. É uma discussao muito boa e ilustrativa dos mais recentes embates dentro do movto. homossexual e feminsita, e acho que o jargao academico tah traduzidinho o suficiente.

>--- Em listagls em yahoogrupos.com.br, Luiz Mott <luizmott em u.. escreveu

>Regina, como vai querida?

>otimo teu questionamento, pois assim voce poderia iniciar uma discussão teórica,

>já que és mestra em antropologia, a respeito do termo DIVERSIDADE SEXUAL.

>Sugiro também que, se quiseres e puderes, faça o papel de advogada de defesa do termo

>LIVRE EXPRESSÃO SEXUAL pois, diferentemetne de ORIENTAÇÃO SEXUAL, que inclui >apenas Homo, Hetero e Bissexualidade, a Diversidade e a Livre Expressão sexual >incluem todas manifestações libidionosas, inclusive as anti-sociais e ilegais.

>Estou aberto a discussão e, dialeticamente, a mudar de ponto de vista, desde que os >argumentos sejam sólidos e convincentes, de preferencia, com embasamento bibliográfico.

>Está lançada a sugestão. Conto contigo.

>Abraço amigo, Luiz Mott




Esta troca de e-mail aconteceu em maio/abril-2004, de fato, pode-se observar que desde então os termos 'diversidade' e 'livre expressão sexual' passaram a ser utilizados maciçamente pelo movimento homossexual e progado pela mídia ad eternum.


Fonte: Blog Jael Savelli
 ___________________________________________________
Agora assista trechos da entrevista deste desequilibrado no programa do Jô, onde fica fácil avaliar sua demência e satanismo.



O mundo caminha para o fim. As perseguições aos que não aceitam o mundo e sua liderança serão perseguidos cada vez mais. Leis serão criadas para eliminar o "incômodo" que os cristãos causam àqueles que não querem a Luz de Deus. A Luz que expõe as trevas sempre será rejeitada por aqueles que amam as trevas.
Esse projeto de lei chamado PLC 122 é um indício dessa perseguição. Com aparência de ser uma lei de proteção às minorias, vai ser o estopim para que o Cristianismo e a Bíblia sejam legalmente rejeitados pela sociedade. Mais do que rejeitados, mas criminalizados! Se alguém se opuser, ainda que apenas FILOSOFICAMENTE, à prática da homossexualidade, será passível de pena por CRIME. Não sei o que eles vão fazer com as Bíblias...

Na verdade, eu sei! Veja o que o regime nazista fez com elas algumas décadas (parecem milênios para alguns).

Você não pode ser contrário a nada que se relacione a esta comunidade gay, porém, eles podem satirizar e utilizar imagens sagradas para as religiões, contrariando o princípio do respeito e você, cristão, tem que ficar calado.
Esta é a DITADURA GAY imposta pelo governo petista.

Olavo de Carvalho faz apelo por Julio Severo
Nota: Julio Severo se exilou fora do Brasil e ainda investigam seu paradeiro. É perseguido pelo atual regime disfarçado de democracia.